2nd South
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[KOF - MM] KATARINA ALVES VS VIC LUCKY

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Quem vencerá a luta?

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[KOF - MM] KATARINA ALVES VS VIC LUCKY

Mensagem  Kain R. Heinlein em Sex Jul 27, 2018 3:20 pm


Katarina Alves vs Vic Lucky
Juiz: Kain R. Heinlein
Regra: Classic Rules
Modo: Luta Rápida
Katarina Alves começa a partir do dia 1º de agosto!

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Kain R. Heinlein
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Re: [KOF - MM] KATARINA ALVES VS VIC LUCKY

Mensagem  Katarina Alves em Sab Ago 04, 2018 10:17 pm



Katarina Alves
Torneio: KOF
"Prólogo... uma ponta em outro lugar."



ㅤㅤㅤKatarina estava numa cidade que não conhecia por causa de sua obsessão pela Corporação G. Na sua última busca pelo seu pai adotivo, a brasileira deparou-se com um robô enorme no alto do prédio da empresa. E o viu saltar levando consigo um homem armado que queria tirar sua vida.
ㅤㅤㅤDesde então, incansavelmente, a mulher vem perseguindo cada passo em cada lugar novo que a Corporação tenta criar raízes. Seu pai fora levado e transformado em algo que não deveria só para satisfação em concluir projetos da industria bélica. E nessa nova cidade, não estava sendo diferente os passos da Corporação G.

ㅤㅤㅤLanchonete, 2nd, cinco dias antes da luta.

ㅤㅤㅤ── Eu vi que tem uma placa. - a mulher fala apontando para uma folha de papel pregada no vidro. ── Ainda tem a vaga para garçonete?
ㅤㅤㅤ── Você é da cidade?
ㅤㅤㅤ── Eu cheguei tem alguns meses. Olha, preciso do emprego para pagar o aluguel de onde eu durmo. - Katarina fala levando as mãos no cabelo para fazer um rabo de cavalo.
ㅤㅤㅤApesar da época do ano, aquele dia estava ligeiramente abafado, a brasileira havia saído com uma calça, sapatos de salto e uma regata e por cima uma jaqueta jeans. Não via a hora de terminar aquele papo para poder arrancar a peça pesada do corpo.
ㅤㅤㅤ── Certo. Você pode voltar amanhã. A lanchonete abre as oito e meia, mas os funcionário chega às sete para limpar e falarem do cardápio do dia. E pagamos quinze dólares por hora, certo? - o homem a cima do peso falava limpando a mão em um pano branco que mostrava o encardido de sujeira do uso diário.
ㅤㅤㅤ── Certo. Amanhã às sete! - a mulher falou, terminou de beber seu café e saiu após deixar dinheiro sobre o balcão.
ㅤㅤㅤEla retirou a jaqueta no momento que pisou na calçada. Ela estava parada olhando para o prédio do outro lado da rua. Era ali que estava sendo organizado o escritório da Corporação G. O que a morena precisava descobrir, era onde estava a aliança da empresa naquela cidade. Seria bom o emprego tão próximo da organização, poderia acompanhar o pensamentos de seus funcionários que veria a lanchonete como um bom lugar para fazerem suas paradas.
ㅤㅤㅤKatarina não disse nada de estar inscrita no torneio que estava para iniciar na cidade, mas também não viu problema nisso, as lutas não afetariam seu desempenho em servir mesas. E no dia seguinte ela apareceu para trabalhar, assim como no outro, no outro e no outro. Vendo a movimentação dos empregados da organização, aquilo deu uma ideia de quem seriam seus aliados. Até por que eles não tinha o minimo de discrição. Soldados sempre gostavam de andar paramentado para lembrar aos outros o que eram. E aqueles caras que entravam e saíam daquele prédio, não podiam ser outra coisa.

ㅤㅤㅤDia da luta, área restrita.

ㅤㅤㅤ── Hey! Eu pedi café tem cinco minutos! - o homem reclama apontando para a caneca na sua frente vazia.
ㅤㅤㅤ── Já estou indo! - a garota responde, colocando na frente de um outro sujeito o seu pedido de ovos com bacon.
ㅤㅤㅤKatarina passou pelo balcão, pegou a jarra com o café e caminhou até a mesa do senhor insistente, não tinha todo o tempo que ele falou, mas ela não discutiu. Depois de por o café levantou os olhos para o relógio. Estava terminando seu turno e aquele dia ela tinha que ir para a sua primeira luta do torneio. Ela era confiante demais para fazer alardes por causa de uma luta, ela não sabia nada sobre sua adversária, só sabia como ela era pelo grande poster que estamparam dela junto com todas as outras mulheres que iriam participar pela cidade.
ㅤㅤㅤ── Está na minha hora, Bill! - a brasileira fala, tirando o avental e saindo fazendo um aceno para o homem no balcão.
ㅤㅤㅤ── Boa luta, garota! - ele retruca, mas ela não ouvia mais nada, já havia tomado as ruas e corria para seu pequeno apartamento.
ㅤㅤㅤEla levou um tempo para chegar no lugar, era uma área militar restrita, o que deixou ela mais encucada era o fato de ter um helicóptero pousando no momento que ela chegou lá. A garota com quem ela lutaria ainda não estava ali, pelo menos não à vista. O que era mais estranho era a permissão de acesso aquele lugar, um lugar estranho para um organizador de torneio fazer para colocar um de suas lutas. Quem iria ali assistir afinal?




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Katarina Alves
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Prólogo

Mensagem  Ѵіс†£ᵾ¢ҝɏ em Qua Ago 08, 2018 8:01 am

Eu estava fazendo flexões com Abby em minhas costas, usando seu notebook. O suor pingava sobre o chão daquele hotel barato numa área da periferia de Second Southtown. Meus cabelos estavam ensopados e em minha mente só vinha a primeira luta daquele torneio. Era mais uma chance de encontrar o meu pai.
Abby era a minha esposa. De New York, era uma estudante universitária precoce que eu acabei encontrando em minhas andanças. Resolvemos nos casar e andar por aí entre trabalhos em que eu era contratada. Uma hacker de primeira mão com vasto conhecimento em Medicina e Matemática.

— Abby! — perguntei depois de acabar os exercícios. — É possível encontrá-lo?
Ela me olhou preocupada mais uma vez e respondeu:
— Posso tentar pelo DNA, mas pra isso vou precisar de um laboratório.
— Mas haverão lutas por todos os cantos da cidade. Será que não é possível coletar o sangue, cabelo ou qualquer outra coisa?
— Sabe que eu faço tudo por você, Vic! Pode deixar comigo.

Os dias foram passando, manifestações pela cidade em prol das mulheres e todo o tipo de alarde que não me fazia interesse. Não havia conseguido nenhum trabalho até aquele momento. Sorte a minha ter ainda bastante dinheiro e não ter alugado um hotel luxuoso naquela cidade.
No jornal de um dos dias aparecia meu primeiro adversário naquele torneio. Uma mulher estilosa, bonita. Seu nome não me era estranho, já havia escutado em algum canto. Mas isso não importava, o que importava era chegar naquela área militar e derrubá-la.
Abby e eu tivemos uma noite bem quente na véspera do combate. O céu estava nublado no dia seguinte e chegar naquele lugar foi um pouco problemático, sobretudo porque não era uma área para qualquer civil entrar. Tive que me transpassar os morros que haviam ao redor para evitar muitas perguntas dos soldados, aliás, tive inclusive alguns confrontos.
Eu usava apenas um shortinho de academia que deixava ver o coldre da minha arma preso na perna esquerda e da minha faca de combate preso na minha cintura nas costas. Cobria meu busto com um top branco curto o suficiente para esconder os seios. No meu braço tinha outro coldre de munições. Calçava coturnos de combate e tinha luvas de operação nas mãos. Quando cheguei, vi que minha adversária estava lá. Ela era realmente uma mulher muito bonita.

— Moça! Vamos começar logo isso.
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Round 1 Movimento 1

Mensagem  Katarina Alves em Seg Ago 13, 2018 9:06 pm



Katarina Alves
Torneio: KOF
"Round 1 Movimento 1... Planejando."



ㅤㅤㅤLanchonete, 2nd, quatro dias antes da luta.

ㅤㅤㅤNa cabeça da brasileira ela tinha uma grande chance de conseguir o que queria, mas também não podia fazer desfeita para o dono do lugar que lhe permitiu ter seu ganha pão. Logo que chegou para o trabalho no dia seguinte pediu para conversar, o horário de chegada era bem cedo, com isso não havia clientes ainda dentro da lanchonete.
ㅤㅤㅤ── Bom dia, Bill. Eu queria lhe falar uma parada, estou com inscrição feita para o KoF que vai acontecer aqui na cidade, você não vai encrencar com eu ter que dar uma fugida para ir lutar, né? - ela falou tão de repente que o homem demorou uns minutos para processar a informação.
ㅤㅤㅤ── E você me fala agora, após finalizar o acordo? Tu é sacana garota! Mas vou relevar, aqui gostamos de acompanhar o torneio, trás uma renda a mais. E se teremos uma funcionária por lá, talvez o atrativo fique maior! - ele sorri e vai para algum canto do restaurante reforçando as tarefas que ela deveria executar, começando por preparar o café.
ㅤㅤㅤNesse primeiro dia a brasileira se portou bem, tento refrear seus modos para não espantar ninguém do lugar. Tentando inclusive não falar palavrões, pelo menos não em voz alta. E seu objetivo tava sendo cumprido, ela sorriu quando o primeiro grupo de funcionários da corporação G entrou no estabelecimento. Ela os atendeu prontamente, com um grande sorriso e ainda lhes desejou bom dia. Com o dinheiro do prêmio do torneio ela poderia ficar mais desencanada de trabalho, isso iria permitir uma vigília maior a empresa, mas o que importava mesmo era estar presente na festa que seria dada pela inauguração. Seria o dia de matar o cabeça da organização e arrancar de vez o peso das costas e vingando assim seu pai adotivo que foi transformado num robô.

ㅤㅤㅤNo combate.

ㅤㅤㅤA brasileira estava olhando ao seu redor quando ouviu a voz da mulher que estava ali para ser sua adversária naquele torneio. A brasileira estava de óculos escuros mesmo durante aquele horário do dia. Ela vestia somente um sutiã, coldre para duas armas, essas dentro do mesmo, um casaco aberto na frente com mangas compridas e uma calda imitando penas de pavão, uma calça social com listras largas na vertical, dava para notar as alças da calcinha dela por cima do coes de sua calça  e sapato de salto.
ㅤㅤㅤ── Hahaha... - ela deu uma risada com a pressa que percebeu na voz da garota a sua frente.
ㅤㅤㅤSem postura alguma de luta a morena partiu para cima, encurtando a distância com dois passos rápidos. A tentativa de ataque da brasileira foi um combo ( que vocês podem ver a partir do tempo 5:34 no vídeo de move list). Ela usa seus movimentos em conjunto para atingir o oponente dez vezes. Após os passos ela já desferiu uma cotovelada (1) com o seu braço esquerdo contra a face da garota e emendou um cruzado(2) com a mão direita. Em seguida um chute lateral direto(3) e alto na cabeça, girando com o impulso pego para desferir o primeiro chute, a brasileira desfere um segundo chute giratório(4) na lateral do corpo da sua adversária com o peito do pé, erguendo a cabeça emendava um outro chute(5) novamente na cabeça. Caso tudo isso fosse possível, ela não pararia aí, já que sua oponente poderia estar desnorteada, ela rapidamente vai ao chão aplicando uma rasteira(6) para derrubar sua oponente, que poderia cair sem ponto de apoio com o impacto quicar no solo e como a brasileira já em pé após trabalhar a rasteira, a garota teria novamente uma sequência chutes da Katarina lhe atingindo a face(7), lateral do corpo( 8 ), as pernas(9) e logo finalizando com um chute de baixo para cima em meio as pernas (10) elevando-a ainda mais do solo. Katarina executa um agachamento, ainda com sua adversária no ar e se ergue vendo a mesma cair contra o solo.
ㅤㅤㅤ── Foi "logo" o suficiente para você? Já posso ir embora? - ela fala para a garota e sorrir deixando os braços caírem na lateral de seu corpo.



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Round 1 Movimento 2

Mensagem  Ѵіс†£ᵾ¢ҝɏ em Sab Ago 18, 2018 11:38 pm

A luta começou muito quente. A minha adversária riu do que eu havia dito e não deu muita confiança. Partiu pra cima de mim com uma sequência de golpes. O primeiro e o segundo golpe eu não tive dificuldades para desviar, inclinando minhas costas para evitar os golpes e voltando com minha postura de luta de rua para empregar uma técnica de contra ataque, o meu Keep It Comin’ Love, um ataque em que eu bloqueio o golpe do inimigo, já passando para trás dele para agarrar pela cintura e virar meu corpo pra trás para bater com ele contra o chão.
— KEEP IT… COMIN’ LOVE!
Daria dois passos para trás, tomando distância da lutadora e esperando os próximos movimentos dela.
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Round 2 Movimento 1

Mensagem  Katarina Alves em Qui Ago 23, 2018 10:09 am



Katarina Alves
Torneio: KOF
"Round 2 Movimento 1... Planos."



ㅤㅤㅤAlgum lugar, 2nd, 3 dias antes da luta.

ㅤㅤㅤA brasileira estava exausta, o fim do turno duplo na lanchonete a deixou com os pés doloridos. Ela colocou água pra esquentar e foi tirar a roupa para poder relaxar.
ㅤㅤㅤTirou o prendedor do cabelo o soltando, enfiando os dedos em meio aos fios e massageando o couro cabeludo. Tudo estava dolorido naquele dia.
Katarina estava cansada daquilo, mas o seu pai adotivo foi um homem persistente e não desistiu dela em nenhum momento, nem mesmo quando ela o tratava mal. E o que aquela empresa fez com ele era imperdoável e parecia que toda e qualquer lei não a tocava, a mulher estava determinada a encerrar as atividades daquele antro de corrupção e crueldade a todo custo.
ㅤㅤㅤA morena desligou o fogo, foi para o banho e quando terminou voltou para a cozinha enrolada em uma toalha, pegou a água agora somente morna e despejou na bacia e colocou em frente à cadeira da sala, sentando e colocando os pés dentro. Sobre a mesa tinha várias documentações e também um copo de macarrão instantâneo. Ela começou a comer e ler aquela papelada, só parou pra tirar o pé da água após a mesma esfriar.
ㅤㅤㅤQuando ela acabou de comer, ela largou tudo sobre a mesa, secou os pés e foi para a cama. A toalha umida foi jogada para o lado, caindo sobre o criado que existia ao lado da cama e ela deitou para dormir. Os planos ficaram ali, as anotações nos cantos dos papéis e vários rascunhos de agendas e horários, cada um deles indicado por um adjetivo que dava a entender que se tratava de uma pessoa. Cada uma delas era cliente da lanchonete em que Katarina Alves trabalhava.

ㅤㅤㅤDia da luta, área restrita.

ㅤㅤㅤA lutadora não pode evitar uma careta, mais uma vez estava diante de uma pessoa que tinha a capacidade de defender tudo que ela fazia, sem importar o sua força ao desferir seus movimentos e nem sua velocidade. Nada atingia ninguém mais hoje em dia.
ㅤㅤㅤ── Que frustrante. - ela murmura ou ver seus movimentos sendo descartados.
ㅤㅤㅤE sem entender muito bem o que via, sua adversária passou de sua frente para suas costas num piscar de olhos.
ㅤㅤㅤ── Cada coisa! - ela reclamou mais uma vez sentindo o abraço e seu corpo sendo arremessado de alguma forma para o alto e contra o chão.
ㅤㅤㅤA morena brasileira espalmou a mão no piso na tentativa de não deixar seu rosto bater contra ele, mas aquilo lhe atrapalhou um pouco a se desvencilhar de sua adversária também, mas Katarina não iria ficar ali caída, suas mãos ralaram no chão aspero, enquanto ela rolou e se colocou de pé longe de Vic uns dois passos.
ㅤㅤㅤKatarina jogou os cabelos para trás e passou as mãos nos ombros para tentar afastar a poeira que ficou em sua roupa após fazer aquele rolamento, com sua visão periférica ela analisou rapidamente e novamente o lugar que estavam. Será que o aluguel para fazer torneio ali compensava tanto assim? Deixar uma área restrita exposta a qualquer um? Kataria estava proxima aos caixotes de madeira e sabia que não seria fácil contornar aquela habilidade das pessoas daquela cidade. Todos pareciam ter uma capacidade gigante de não sentir nada que bate contra seu corpo. Cansativo e frustrante.
ㅤㅤㅤ── Uff.. Que saco. - ela resmungava novamente em português, ao sentir o vento todo que aquele helicoptero planando por ali fazia.
ㅤㅤㅤNão adiantava perdurar tudo aquilo ali, ela poderia acabar em alguma encrenca futura caso não saísse dali logo, deixar seu rosto a mostra para soldados não era bem seu interesse, já que ela teria de trabalhar para derrumar a corporação G. Então enquanto olhava para sua direita, tendo na sua visão periférica sua adversária, Katarina cobriu a distância e atacou. Foram dois Jab direcionados no rosto de Vic, na tentativa de distraí-la e também caso acertasse deixá-la desnorteada, assim Kataria poderia investir no seu chute de baixo para cima que lançaria sua oponente para longe. (Movimento executado no tempo de 54 à 57 segundos do vídeo da move list da lutadora.)



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Round 2 Move 2

Mensagem  Ѵіс†£ᵾ¢ҝɏ em Ter Ago 28, 2018 11:29 pm

Os dois primeiros golpes da adversária foram facilmente desviados, mas o pontapé me pegou e me jogou para o alto. Rolei no chão assim que cai para não perder tempo e me lancei contra a oponente num de meus ataques especiais. Como a distância era curta, meu Baby Come Back poderia servir para neutralizar Katarina. Eu usava minha bunda bem trabalhada para tentar pegar a adversária no meio, jogando ela contra aquele carro que tava ali perto.
— BABY COME BACK!
Logo depois eu giraria meu corpo pra tentar explodir minha adversária e a frente daquele carro com meu gancho explosivo, minha primeira super técnica aprimorada graças a um sistema de treino criado por Abby. Era meu Hooked On Your Love.
— ALL… RIGHT!
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Round 3 Move 1

Mensagem  Katarina Alves em Dom Set 02, 2018 8:31 pm



Katarina Alves
Torneio: KOF
"Round 3 Movimento 1... Iscas."



ㅤㅤㅤAlgum lugar, Second, 2 dias antes da luta.

ㅤㅤㅤ── Você se inscreveu mesmo para esse torneio? - o homem perguntava mais uma vez a morena em sua frente.
ㅤㅤㅤ── Claro, por que tanto espanto? - ela falava saindo do seu modo sedutor, afastando-se dele e o encarando com ar aborrecido.
ㅤㅤㅤ── Ah gata! Você não tem cara e nem corpo de lutadora. Já viu como as mulheres nos ringues são todas parrudonas?
ㅤㅤㅤKatarina Alves não pode perder aquele encontro, o cara trabalhava na Corporação G, parecia ser funcionário novo, uma grande oportunidade para recolher informações de forma despreocupada. Mas ela achou inconveniente o modo dele julgar as pessoas, não muito antes daquele papo ele estava reclamando de um colega de trabalho dele que gosta de manter a barba e ainda pentia a mesma.
ㅤㅤㅤ── Sou satisfeita com o meu corpo, tenho preguiça de fazer musculação. Faço o suficiente para manter meus golpes marciais precisos. - ela comentou dando de ombros e virando o restante do vinho na boca.
ㅤㅤㅤEla já estava pensando na possibilidade de ir atrás de outro cara, provavelmente haveriam mais novatos, era uma empresa nova chegando na cidade no final das contas. Decidida de que poderia conseguir uma paquera melhor a brasileira se levantou, antes mesmo de terminar a refeição, e caminhou para fora do restaurante.
ㅤㅤㅤ── Ei! Aonde você vai? O banheiro é para lá. - o cara falou sem entender o que ela estava fazendo. Só caiu a ficha quando ele a viu passando pela porta de entrada e saída do estabelecimento.

ㅤㅤㅤDia da luta, área restrita.

ㅤㅤㅤ── Hahaha! - Katarina ri ao conseguir acertar sua adversária.
ㅤㅤㅤLogo essa se recuperou rapidamente, o que fez a brasileira revirar os olhos, e quando viu a movimentação de ataque de Vic, direto de uma forma que não tem como não ver. Uma bunda vindo em sua direção, Katarina não desviou e nem defendeu. Ela foi pra cima contra-atacando sua oponente com seu ataque especial, o Snipe's Knee (compreendido entre 2 min e 2:05 do vídeo da move list). Daria assim uma potente joelhada de baixo para cima, o que pegaria a adversária desprevenida, por essa está de bunda virada para a morena.
ㅤㅤㅤ── MORRA! - Alves sempre dava esses tipos de gritos e também era um meio de irritar seus adversários.
ㅤㅤㅤEsse tipo de golpe não era nada agradavél, ela sabia, por isso implantava falas exageradas quando fazia suas execussões.



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K.O.

Mensagem  Katarina Alves em Dom Set 09, 2018 10:07 am


Katarina Alves
Torneio: KOF
"Nocaute... Lembranças."



ㅤㅤㅤLanchonete, Second, dia da luta.

ㅤㅤㅤEra sete horas da manhã quando Katarina adentrou o estabelecimento que trabalhava. Lá já havia alguns clientes e a mulher do seu chefe, ela logo resolveu chamar a garota para perto e leva-la para a cozinha. Mas isso foi para evitar que essa ouvisse o papo dos caras que tomavam café.
ㅤㅤㅤ── Esses imigrantes não deveriam estar vindo mais para cá. E ainda assim brotam aos montes.
ㅤㅤㅤ── Verdade! Na empresa que eu trabalho tem uma leva. Pegam tudo nosso serviço! Bem, não o meu. Mas algum americano pode estar na merda e poderia se virar muito bem como faxineiro e depois acabar indo para um cargo melhor. Agora esses sul americanos parecem procriar igual baratas!
ㅤㅤㅤA conversa continuava acalorada, entre garfadas e goles de café. A chefa da brasileira mandou ela limpar a cozinha enquanto ela atendia quem chegasse, haviam só dois clientes e a prioridade era manter limpa as coisas ali. O pavio curto da lutadora era muito bem conhecido e saber que ela estava no torneio só deixou ainda mais ligada a mulher que ajudava o marido na lanchonete, ela poderia muito bem dar uma surra nos dois caras e aquilo iria ficar complicado demais para resolver.
ㅤㅤㅤOs caras saíram no mesmo tempo que Katarina voltou para a frente da lanchonete.
ㅤㅤㅤ── Acabei de limpar a cozinha, hoje tenho minha primeira luta, não se importa eu alongar meu almoço? Tenho que rever umas coisas que meu pai me explicou para o combate.
ㅤㅤㅤ── Você compensa amanhã a hora? - a mulher perguntou com um sorriso terno.
ㅤㅤㅤ── Claro! - Katarina abriu sorrisão e virou-se para a porta vendo um cara engomado passar pela mesma. ── Vou atender!
ㅤㅤㅤSamanta sorriu e fez um aceno positivo voltando para a cozinha. Ela e o marido sempre tentaram ter filhos, sem sucesso. E acabaram se apegando nesses poucos dias na nova funcionária. Ela não falava muito sobre sua vida pessoal, mas os dois ficaram tocados ao perguntar da família e saber que ela fora adotada e seu pai havia desaparecido e as autoridades deixaram de lado há muito tempo seu caso, fora engavetado, e ela estava ali na América para tentar descobrir o que acontecera, já que o último rastro encontrado fora por ali. Bill, marido de Samanta, tinha ido ao mercado para as compras do dia e entrava na lanchonete carregado.
ㅤㅤㅤ── Bom dia, Bill! Ajuda? - Katarina perguntou prontamente já tirando uma sacola de papel do abraço que o homem dava para segurá-la.
ㅤㅤㅤ── Obrigado, menina. Bom dia, como está o movimento? - ele perguntava já andando para a cozinha.
ㅤㅤㅤA brasileira o seguia tagarelando novamente o pedido de hora a mais no almoço e falando que só havia aquele único cliente até o momento, mas que também era cedo demais.
ㅤㅤㅤ── Certo. Vou ajeitar tudo isso aqui na cozinha e você toma conta aí da frente. - Bill falou indo para trás do estabelecimento.
ㅤㅤㅤAlves deu de ombros e ficou no balcão aguardando o cliente terminar o café ou pedir mais alguma coisa. Enquanto observava o movimento, através do vidro, que havia na rua e principalmente na calçada do prédio da Corporação G. Mesmo sem os vídeos de seu treinamento, Katarina era distraída naquele momento de calmaria pela imagem do pai lhe explicando com toda a paciência o que ela deveria fazer num combate quando seu adversário não reagia.
ㅤㅤㅤ"── Mas isso pode ser uma armadilha!" - ela retrucava pra ele.
ㅤㅤㅤ"── Sim. Mas você tem que saber a capacidade que você tem e das consequências de seus golpes no adversário. Caso não souber vai matar as pessoas se acertá-las sem preocupações." - o homem explicava com o olhar fixo nos dela.
ㅤㅤㅤ── Hey moça! Eu pedi um café. - a voz da mulher cortou a lembrança da brasileira que ergueu os olhos para ela.
ㅤㅤㅤ── Sim? - ela perguntou distraída.
ㅤㅤㅤ── Café e ovos com bacon. - a moça repetiu.
ㅤㅤㅤ── Está bem, dois minutinhos. - ela colocou a cabeça na abertura na parede para a cozinha e fez o pedido da mulher e foi para a cafeteira pegar o café.

ㅤㅤㅤDia da luta, área restrita.

ㅤㅤㅤKatarina não sabia se a mulher estava fingindo ou se realmente havia nocauteado ela. Seu pai sempre insistia em falar sobre responsabilidade em usar as artes marciais. Mas a brasileira não dava importância, ela tivera uma vida difícil, onde ninguém tinha preocupação em fazer nada de mal para ela. E nem o quão aquilo era ruim, só faziam. A arrogância da morena era grande, só foi quebrada por seu pai e parecia que o fato dele desaparecer a tinha colocado contra o mundo e todas as pessoas.
ㅤㅤㅤEla não chegou perto de Vic e nem preocupou-se com mais nada, virou as costas e começou a caminhar para a saída. Parecia que tudo estava acabado.
Seu golpe tivera sucesso e ela não tinha por que ficar ali.
ㅤㅤㅤ── Isso é um torneio, tem alguém visualizando para indicar vencedores, então ela será muito bem atendida por quem quer que seja. - ela resmungou consigo, ainda com a imagem de seu pai em mente.
ㅤㅤㅤEla sabia que o único ser humano que ela respeitava iria lhe repreender por deixar sua adversária largada daquele jeito, mas os tempos haviam mudado, a confiança de Katarina Alves pelas pessoas havia desaparecido há muito tempo.
ㅤㅤㅤ── Eu sempre fico com o ruim das pessoas e do mundo, pai. Você foi um detalhe bom na onda de lixo que me engoliu.



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Re: [KOF - MM] KATARINA ALVES VS VIC LUCKY

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