2nd South
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[KOF - MM] TERRY BOGARD VS LAURA MATSUDA

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Quem vencerá a luta?

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Total dos votos : 21

[KOF - MM] TERRY BOGARD VS LAURA MATSUDA

Mensagem  Kain R. Heinlein em Sex Jul 27, 2018 3:18 pm


Terry Bogard vs Laura Matsuda
Juiz: Kain R. Heinlein
Regra: Classic Rules
Modo: Luta Rápida
Terry Bogard começa a partir do dia 1º de agosto!

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Kain R. Heinlein
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Re: [KOF - MM] TERRY BOGARD VS LAURA MATSUDA

Mensagem  Ɽµηηιηɡ☆Ⱳιɭδ☆Steel☆Wölf em Dom Ago 05, 2018 3:15 pm

They know he is Running Wild

ㅤㅤㅤO Lendário estava lá, em pé, numa escada altíssima, debruçado sobre um outdoor com o rolo embebido em cola de goma para esticar aquele anúncio. Lá no chão, seus companheiros de trabalho faziam um sinal de OK pelo resultado da empreitada. Assim finalizava aquele anúncio do torneio King Of Fighters Maximum Mayhem, onde trazia imagens dos primeiros confrontos.
ㅤㅤㅤ— Tá ótimo! Pra quem é, tá bom! — disse A.C., o negro magrinho.
ㅤㅤㅤ— Tô fodido! — respondeu o louro ainda descendo da escada.
ㅤㅤㅤ— Ué?! Por quê? — perguntou David, o gordinho. — Tá com medo de lutar contra uma mulher?
ㅤㅤㅤO Lobo terminou de descer a escada, destravando para guardá-la enquanto falava:
ㅤㅤㅤ— Cara! Você nunca lutou contra Laura! Ela é o tipo de mulher que iria te torcer tanto que você ia ficar mais magro do que o A.C.
ㅤㅤㅤ— Iiih… ‘Coé’, rapá? Tá de sacanagem com a minha cara? — disse A.C.
ㅤㅤㅤ— Não! Tô falando sério! Por muito menos ela torceu um braço meu num torneio, por causa de um molezinho que eu dei. — retrucou o louro.
ㅤㅤㅤ— Terry! Você está esquentando a cabeça por pouco. Sério! Vai detonar essa brasileira aí! — David tentou inflar o ego do amigo de trabalho.
ㅤㅤㅤ— Uma luta sempre é 50% a 50%. Não tem essa de favoritismo.
ㅤㅤㅤ— Tá doidão! Bogard tá doidão, David! HAHAHAHA… — A.C. gargalhava.
ㅤㅤㅤOs três entraram no Ford E-150 e se mandaram de volta à South Town, deixando Terry no meio do caminho para que pudesse voltar à sua residência, já beirando a alvorada.
ㅤㅤㅤQuando aquele americano de 1,82 m chegou em casa, sua esposa estava amamentando o pequeno Jack. Nua, caminhando pela sala enquanto balançava o garoto, Lilith tinha uma expressão estranha para quem estava amamentando. Ela mordia os lábios como se estivesse com tesão. O Lobo de olhos azuis coçou a cabeça sem entender o que estava acontecendo até perceber que o filho segurava um seio, sugando o mamilo enquanto resvalava a mão sobre o mamilo do seio oposto. Terry balançou a cabeça incrédulo.
ㅤㅤㅤ— O que tá acontecendo, Sky?!
ㅤㅤㅤ— Aaah! Ainda bem que você chegou… — disse ela com aquele sotaque russo. — Tira a roupa, rápido!
ㅤㅤㅤ— Pra quê? Eu vou tomar banho! Tô sujo!
ㅤㅤㅤ— Tô falando pra tirar a roupa rápido! Agora!
ㅤㅤㅤO biscateiro deu de ombros e se despiu, deixando a roupa ali mesmo na entrada da sala, enquanto a esposa dizia:
ㅤㅤㅤ— Agora senta nesse sofá e endureça esse cacete, pelo amor dos deuses.
ㅤㅤㅤ— O QUÊ? VOCÊ TÁ AMAMEN…
ㅤㅤㅤ— FAZ O QUE TÔ FALANDO, HOMEM!
ㅤㅤㅤPorra! Terry estava tendo a visão da mulher amamentando e aquilo não dava tesão nenhum. Como ela estava percorrendo a sala, ele aproveitou para mirar a visão na bunda da russa. Que bunda maravilhosa! Aquela demônio era realmente muito gostosa e não tardou pra ela notar que seu marido já estava a pino.
ㅤㅤㅤ— Isso, seu puto safado! Era isso que eu queria! — disse ela caminhando até ele e sentando em seu colo. — Ajeite esse caralho na minha xota! Vamos!
ㅤㅤㅤO vagabundo segurou firme na cintura da esposa devassa e encaixou. Dali ela começou a cavalgar moderadamente por causa do moleque que continuava a sugar incansável a sua teta. Lilith parecia se sentir mais confortável com aquilo e, mesmo que parecesse estranho para Terry, já estava habituado a esses pedidos inusitados.
ㅤㅤㅤNo decorrer do dia, após tirar um sono depois da partida de Lilith ao trabalho, o vagabundo voltou aos seus treinos marciais e físicos, aprimorando tanto técnicas quanto fazendo com que seu corpo se adaptasse à exigência. À parte deste treino, ainda haveria um mais refinado do Hakkyokuseiken – lendária arte marcial do mestre Tung Fu Rue – que ele não gostava de fazer a sós com o moleque por perto, devido à periculosidade. Deixava sempre pra fazê-lo quando a russa retornava do trabalho.
ㅤㅤㅤTerminado o treino, alimentava o moleque com o que Lilith deixava para o dia. Era uma rotina diferente para um cara que não estava habituado a nada disso, no entanto ele encarava sem reclamações. Geralmente enquanto estava amamentando Jack com a mamadeira deixada pela russa, ele aproveitava para beber cerveja.
ㅤㅤㅤMas naquele dia, algo lhe chamou atenção. Ele sentiu uma energia diferente nas imediações da clareira e, com o moleque no colo, se aproximou da janela.
ㅤㅤㅤ— Você tá vendo, Jack? — ele dizia para o moleque que não entendia porra nenhuma. — É exatamente por isso que não vejo com bons olhos ficarmos presos aqui.
ㅤㅤㅤEle contornou a casa pela porta de trás e, na quina da casa, dava um último gole na cerveja enquanto o moleque ainda segurava a mamadeira em seu colo. Observando a entrada da clareira com um olho apenas, ele acabava notando que a centímetros do seu rosto corria uma lesma na quina da parede.
ㅤㅤㅤ— Caralho! Vai ter lesma assim aqui lá na puta que pariu! Ffuu… Ffuu… — ele tentava espantar o molusco com sopro, sem sucesso.
ㅤㅤㅤSua aversão fez com que recuasse a cabeça para continuar observando quem meteria as cabeças naquela clareira, até que de lá saía uma garota loura com um boné de couro sobre o cabelo louro. Terry balançava a cabeça em negativo por já saber se tratar de quem.
ㅤㅤㅤ— Todo mundo sabe onde moro! Puta que pariu!
ㅤㅤㅤA garota já estava se dirigindo à soleira da varanda quando foi interrompida por um Terry que aparecia vindo de trás da casa com uma criança nos braços.
ㅤㅤㅤ— Fala aí, Alice!
ㅤㅤㅤAlice Garnet Nakata era uma lourinha gostosinha de peitinho e bundinha durinha. Com seus 1,58 m de altura, parecia que tudo ali estava sob medida. A garota se dizia a fã número 1 de Terry e desfilava por tudo quanto é canto com um boné trazendo a citação “Fatal Fury”.
ㅤㅤㅤ— TEEEEEERRYYYY!!!
ㅤㅤㅤA garota veio correndo em direção ao vagabundo e acabou se enternecendo quando viu o pequeno Jack no colo do pai.
ㅤㅤㅤ— Aaaah… meu Deus… que bonitinho…
ㅤㅤㅤ— Então segura o bonitinho aí pra eu fumar um cigarro!
ㅤㅤㅤ(Pausa para um cigarro do narrador)
ㅤㅤㅤVoltando… Ambos estavam na sala, Terry fumando um cigarro sob o olhar reprovador de Alice que entretinha o pequeno Jack. O moleque não perdia tempo em segurar os peitos da jovem, que achava graça, é claro, por ser uma criança. As horas foram passando e a fome foi batendo no moleque, que também reclamava por estar cagado.
ㅤㅤㅤ— Terry! Você não limpa o garoto? — perguntou a loura.
ㅤㅤㅤ— Holy shit! Esqueci! — respondeu o louro, dando um trago no cigarro e baforando logo em seguida — Dá ele aqui!
ㅤㅤㅤAlice entregou o garoto ao pai, que não teve o menor cuidado ao segurar a criança, rodando-a em torno do seu corpo como se estivesse fazendo uma manobra com uma bola de basquete. A criança ria, parando momentaneamente de chorar enquanto ambos subiam a escada em direção ao banheiro. Alice seguia os dois e ficava horrorizada com a forma com que seu ídolo cuidava do próprio filho.
ㅤㅤㅤ— Meu Deus! Isso é água fria.
ㅤㅤㅤ— E daí? — Terry voltava um olhar sereno pra ela.
ㅤㅤㅤ— E daí que ele é muito pequeno.
ㅤㅤㅤ— É bom que acostuma! — e o louro pegava o chuveirinho pra dar jato na bunda do moleque. — Segura essa aí, Jack! AAAAAAH… HAHAHAAA…
ㅤㅤㅤEstranhamente a criança se debatia rindo ante o olhar reprovador da garota. Terry parava o jato, virando a cabeça para o alto como se algo tivesse lhe chamado atenção.
ㅤㅤㅤ— O que foi, Terry? — perguntou Alice.
ㅤㅤㅤ— Ela chegou!
ㅤㅤㅤ— Ela quem?
ㅤㅤㅤ— Sky!
ㅤㅤㅤ— Sua esposa?
ㅤㅤㅤ— Não! A Virgem Maria! É óbvio que é ela!
ㅤㅤㅤO louro então pegou o moleque numa velocidade absurda, colocando frauda e roupa na criança que parecia ter saído de um comercial de TV.
ㅤㅤㅤ— Nossa! Que rápido! — disse a garota.
ㅤㅤㅤ— A gente aprende com o tempo.
ㅤㅤㅤAmbos desceram e encontraram uma Lilith estressada, já sem as vestes, como era de costume quando chegava em casa. No entanto, a fúria da russa pôde ser vista em seus olhos quando viu Alice.
ㅤㅤㅤ— Quem é essa putinha? — a ruiva perguntou ao marido, apontando para a visitante.
ㅤㅤㅤ— Aaaaai… caralho! — retrucou Terry.
ㅤㅤㅤE então começou todo o tipo de impropérios, insultos e xingamentos em direção ao Eterno Herói, chegando é claro, às vias de fato. Lilith buscava esmurrar Terry de um lado a outro, onde o louro esquivava a criança das porradas, deixando sempre seus braços e ombros na frente, enquanto ria. Jack ria junto, achando graça daquilo, como se fosse uma brincadeira. Ao ver a cena, a Skyamiko se acalmava, balançando a cabeça em sinal negativo e dando as costas.
ㅤㅤㅤ— Tal pai, tal filho! Que Wyrn acabe com tudo se isso não for verdade!
ㅤㅤㅤA russa arriou pra tirar as suas roupas do chão, mostrando aquele pandeiro e o hamburgão no vão entre as pernas. Alice ficou ruborizada, virando o rosto onde só ouviu um sonoro PLAFT da palma da mão de Terry contra a bunda da mulher.
ㅤㅤㅤ— Seu puto safado! Filho da puta gostoso! Vagabundo pirocudo! — retribuía verbalmente Lilith — Eu tô estressada com aquele trabalho… — ela beijava o marido enquanto fazia carinho no filho. — Quem é essa putinha aí, hein?
ㅤㅤㅤ— Você já a viu… Lembra da festa de final de ano? — ele desfilava beijos no pescoço da esposa.
ㅤㅤㅤ— Hmmm… — fez a demônio.
ㅤㅤㅤA russa colocou as roupas que havia pego do chão sobre o sofá e disse pra Alice.
ㅤㅤㅤ— Hey, garota!
ㅤㅤㅤAlice se virou, manjando os mamilos rosados da esposa de seu ídolo, externando o rubor através das maçãs de seu rosto.
ㅤㅤㅤ— Sim, senhora Bogard!
ㅤㅤㅤ— Segure o Jack um instantinho pra eu poder trepar com ‘Terri’, por favor!
ㅤㅤㅤ— A-anh?! C-claro!
ㅤㅤㅤA garota não sabia onde enfiar a cara e acabou caminhando em direção ao Lobo, que lhe entregou o menino, dando de ombros, como sempre. Lilith puxou o marido pelo braço, levando-o em direção à cozinha. A russa sentou sobre a bancada da pia, abriu as pernas e disse para o louro à sua frente.
ㅤㅤㅤ— Agora mete, seu filho da puta sem-vergonha! Mete pra me acalmar!
ㅤㅤㅤOs VUC… VUC… VUC… eram audíveis para Alice que estava sentada no sofá da sala. A garota ainda tentou se distrair ligando a TV, mas o moleque não parava de apertar seus peitos, a ponto de babar a camisa dela porque havia metido a boca com o intuito de arrancar algum alimento dali. Terminada a putaria conjugal na cozinha, Lilith subiu ao segundo pavimento da casa enquanto Terry partia rumo ao rio que corria próximo dali. Era a hora do seu treino para aprimorar as técnicas do Hakkyokuseiken. A jovem Alice ficava ali na sala sem ter onde enfiar a cara, com o pequeno Jack apertando suas tetas. Aquele dia se encerrou mais uma vez com o vagabundo indo trabalhar e a ruiva ficando com o filho em casa. Alice decidiu não ficar por ali, a rotina daquele casal era algo muito diferente do que ela estava habituada por aí.
ㅤㅤㅤNa antevéspera da sua primeira luta do torneio King Of Fighters Maximum Mayhem, Terry estava com o moleque no colo, tirando um cochilo no sofá da sala num final de tarde. O garoto dormia sereno quando ambos antenaram os ouvidos com o som longínquo de um motor que se aproximava cada vez mais. O louro segurou o moleque com cuidado para poder levantar seu tronco e mirar a janela dali. Não demorou muito para que um Mini Cooper Rosa conversível desse um cavalo de pau naquela clareira. O vagabundo suspirou já sabendo de quem se tratava, levantou e foi até a varanda recebê-la enquanto segurava Jack nos braços. Uma loura de 1,70 m de altura, portando óculos de sol que escondia seus olhos verdes, peitos e bunda respeitáveis, disse saindo do carro enquanto batia a porta.
ㅤㅤㅤ— Tem um tanque aqui pra eu lavar meu rosto?
ㅤㅤㅤ— Tem! Só seguir a casa aí pelo lado. — disse Terry, fazendo um aceno com a cabeça para a direção onde ela deveria seguir. — O que aconteceu?
ㅤㅤㅤA loura foi falando enquanto caminhava, fazendo o volume da sua voz se tornar mais impreciso.
ㅤㅤㅤ— Fui parada por um cana filho da puta na estrada. — a voz diminuía o volume por conta da distância, porém Terry entrava na casa para abrir a porta de trás enquanto ela continuava falando — O filho da puta me fez pagar um boquete para não me multar. Dá vontade de matar esses caras, velho! Sério! — a loura terminava enquanto enxaguava a boca com o sabão em barra que estava ali no canto do tanque, lavando o rosto em seguida. Seu óculos já estava no topo da cabeça.
ㅤㅤㅤ— Eu vou atrás do cara! — disse Terry.
ㅤㅤㅤ— Precisa não! Esse aí não fará mais nada com ninguém!
ㅤㅤㅤ— E por quê?
ㅤㅤㅤ— O pau dele agora só tem três centímetros. Ele só vai saber disso quando tentar transar com a mulher dele em casa.
ㅤㅤㅤ— Porra, Anita! Você me deixa bolado com essas suas feitiçarias.
ㅤㅤㅤ— Precisa ficar não! Minha mãe fez alguma coisa que me impede de mudar o tamanho da sua rola.
ㅤㅤㅤ— Como é que você sabe disso?
ㅤㅤㅤ— Já tentei diminuir seu pau quando estava com raiva de você!
ㅤㅤㅤ— Filha da puta!
ㅤㅤㅤ— Da puta não! Do puto!
ㅤㅤㅤAnita Mosh Bogard era uma das filhas que Terry teve num casamento meio doido lá pelos inícios da década. Era filha de uma feiticeira que acabou fazendo o “hack” do crescimento acelerado. Sua mãe e seus dois irmãos diretos morreram num acidente de avião. Como ela já era crescida quando a mãe faleceu, sumiu no mundo, retirando o nome do pai para que não fosse reconhecida e se tornando uma atriz pornô.
ㅤㅤㅤ— Tá precisando de alguma coisa? — perguntou Terry.
ㅤㅤㅤ— Tô sim! Preciso falar com a “Madrasky”!
ㅤㅤㅤ— Quem?
ㅤㅤㅤ— Sua esposa!
ㅤㅤㅤ— De onde tirou esse nome, garota? Tá cheirando ainda?
ㅤㅤㅤ— No, pop! Mas é sério! Preciso falar com ela sobre uma ideia de negócios…
ㅤㅤㅤ— Hmmm… Vai ter que esperá-la chegar! Ela tá no trabalho.
ㅤㅤㅤ— Porra! Ela ainda tá naquele emprego de merda?
ㅤㅤㅤ— É o que mantém essa casa, garota!
ㅤㅤㅤ— Você é um sem-vergonha mesmo… — ela olhava para Jack, que estava no colo de Terry e começou a falar com aquelas vozezinhas agudas que toda mulher faz quando quer se comunicar com uma criança — E esse pequenininho aí no colo do pai? Hum? Deixe eu pegar esse merdinha aqui!
ㅤㅤㅤO vagabundo passou Jack para Anita, que ficou brincando com aquele bebê safado que não parava de querer apertar aquelas tetonas da irmã. Esta ficava “conversando” com a criança.
ㅤㅤㅤ— Deixe eu ver esse piruzão! Ooh! Se crescer e não tiver piruzão, eu vou aumentar essa porra, hein safado?
ㅤㅤㅤTerry fazia um abano com a mão, balançava negativamente a cabeça e dizia:
ㅤㅤㅤ— Eu vou aproveitar pra fumar um cigarro!
ㅤㅤㅤ(Pausa para mais um cigarro do narrador)
ㅤㅤㅤMais tarde passou a fazer um calor desgraçado, próximo à caída da noite. O Lobo estava sentado no canto do sofá, de bermuda e sem camisa, Anita, de calcinha e sutiã brancos, estava deitada com a cabeça sobre uma perna do pai e o pequeno Jack, apenas de frauda, engatinhando pela barriga da irmã, dando tapas sobre o púbis da loura.
ㅤㅤㅤ— Ela chegou! — disse Terry.
ㅤㅤㅤ— Ela quem? — perguntou Anita.
ㅤㅤㅤ— A Virgem Maria! — retrucou ironicamente o louro.
ㅤㅤㅤ— PUTA QUE PARIU! — Lilith irrompia porta adentro — TÔ COM ÓDIO DAQUELE TRABALHO! ÓDIO DAQUE… QUE PORRA É ESSA, ‘TERRI’?
ㅤㅤㅤ— E lá vamos nós mais uma vez! — suspirou o vagabundo.
ㅤㅤㅤE mais uma vez começou a avalanche de xingamentos de Lilith, com Anita e Terry olhando diretamente pra ela, enquanto o pequeno Jack ficava de joelhos sobre a barriga da irmã e levantava os bracinhos querendo as tetas da mãe. Lilith continuava perguntando “quem era a puta” que estava dentro de casa e toda aquela oração costumeira. Terry virou para Anita e disse.
ㅤㅤㅤ— Eu queria ver se ela fosse mulher do Destroyer! Já imaginou ter que dar esse show com cada ex-mulher ou filha que aparecesse na casa dele? Tava era fodida!
ㅤㅤㅤPLAFT! Lilith deu um tapão na cara do louro que acabou deixando uma marca. Anita se levantou, rindo demais da cena, colocando a mão em côncavo sobre os lábios, dizendo:
ㅤㅤㅤ— Ooooh hohohoho… Eu não deixava!
ㅤㅤㅤ— Quem você pensa que é, garota? Veio pra cá pra dar para o meu marido? Se veste e se manda! — disse a gostosa demônio em fúria.
ㅤㅤㅤ— Calma ‘aaaeee’… Calma ‘ae’, Madrasky!
ㅤㅤㅤ— Você me chamou de quê?
ㅤㅤㅤ— Aaah… Corta essa, Lilith! Eu sou a filha do Terry! Aquela que tentou deixar recado pra tu no museu! Aaaaah HAHAHAH… vai dizer que você achou que eu tava dando pra esse coroa gostoso? Que isso, Madrasky? Esse piru aí só sobe contigo! Olha só! — e ela patolava o caralho do pai enquanto Terry reagia buscando evitar a ousadia. — Viu só?!
ㅤㅤㅤ— O que você quer aqui? — perguntou a ruiva, tentando lembrar o nome da figura — Anita… certo?
ㅤㅤㅤ— Isso, Madrasky! Eu sou Anita Mosh… Ele já deve ter te explicado a situação do meu crescimento “The Flash” — ela balançava a cabeça de um lado para o outro ao falar a expressão. — Mas eu vim aqui tratar de negócios com você!
ㅤㅤㅤ— Que tipo de negócios? Venda de lingerie? — Lilith perguntava, fazendo um aceno com a cabeça ao fato de ela estar vestida de calcinha e sutiã.
ㅤㅤㅤ— Não! Eu sou atriz pornô! Pensei em fazer um filme com vocês dois! Pop te enfiando a rola enquanto você chupa minha xota.
ㅤㅤㅤ— O QUÊ? — retrucava a russa com espanto e indignação.
ㅤㅤㅤ— Tô brincando! HAHAHAHAH… você tinha que ver sua cara agora! HAHAHAHAHAHA… Muito engraçada. — Anita zombava.
ㅤㅤㅤA ruiva não gostou daquilo e franziu as sobrancelhas, dirigindo um olhar fulminante à filha que o marido tinha de outro casamento, se expressando com indiferente arrogância.
ㅤㅤㅤ— Humpf!
ㅤㅤㅤ— Mas falando sério, agora… — voltava Anita — Como diz o coroa: Get serious! Eu queria fazer alguns vídeos de vocês dois transando pra inaugurar minha produtora aqui. Mas fique calma… Não seria nada encenado… Seria como se eu tivesse filmando escondido.
ㅤㅤㅤLilith olhou para a cara do marido. Este deu de ombros e respondeu:
ㅤㅤㅤ— É melhor do que ela ficar por L.A. cheirando cocaína e tomando porrada de produtor. — e se levantou, terminando — Vou deixar vocês conversarem. O que você decidir, tá decidido, Sky! Eu preciso ir ver se tem serviço hoje.
ㅤㅤㅤO Lobo foi para o pavimento superior se aprontar para encontrar seus companheiros de trabalho. O vagabundo pensava o quão seus filhos eram completamente diferentes, tanto Anne, que ele nem lembrava quem era a mãe, quanto Rock – adotivo – ou Anita. Todos tinham um comportamento completamente diferente um do outro devido à infância e adolescência conturbadas. Terry esperava fazer melhor com Jack.
ㅤㅤㅤNa véspera da luta, o Running Wild resolveu refinar sua arte de combate mortal, técnicas e maneiras de combate para sobreviver e derrubar a qualquer um que lhe metesse no caminho. Foi apreendido de seu pai adotivo, Jeff Bogard, homem que foi assassinado por Geese Howard há mais de 35 anos, onde o nosso Eterno Herói conseguiu obter sua vingança apenas uma década após o ocorrido. Era um modo de combate onde Terry mesclava tudo aquilo que aprendeu, mais técnicas e movimentos oportunos de adversários que volta e meia topava em porrada por aí. Daí Bogard ser extremamente observador quando o assunto era lutar. Fora exatamente isso que o fez ser este lutador total, único e completamente diferente de todo e qualquer outro artista marcial visto por aí. Dentro deste modo de combate havia técnicas e conceitos oriundos da lendária arte marcial Hakkyokuseiken, do mestre Tung Fu Rue, o mesmo que pessoalmente passou as técnicas secretas da arte para o Lobo sem-vergonha.
ㅤㅤㅤNaquele dia, Anita havia levado Jack à cidade para deixar o pai um pouco em paz para fazer seus treinos e, quando Lilith chegou em casa e começou a preparar o jantar, lançou aquela maldita armadilha para o marido:
ㅤㅤㅤ— ‘Terri’! — era a maneira como chamava o marido quando não estava cuspindo fogo — Acho que engordei um pouco.
ㅤㅤㅤCom toda a paciência e tranquilidade do mundo, o vagabundo respondeu:
ㅤㅤㅤ— Tenho certeza que não!
ㅤㅤㅤ— Eu tô falando pra você! Acho que engordei um pouco.
ㅤㅤㅤ— Então vamos apostar?
ㅤㅤㅤ— Apostar o quê? — Ela se virou, encarando o marido e parando de mexer uma panela que estava no fogo.
ㅤㅤㅤ— Pegue a fita métrica lá. Se você não estiver com 58 cm de cintura, pode pedir o que quiser…
ㅤㅤㅤ— E se eu tiver?
ㅤㅤㅤ— A gente trepa e eu gozo na sua boca!
ㅤㅤㅤEla fez uma careta desagradável, mas sabia que Terry tinha a estranha habilidade de acertar as medidas de uma mulher só batendo o olho. Entretanto resolveu arriscar. Horas depois de ter terminado a janta, estava a russa mamando o marido.
ㅤㅤㅤ— Eu falei pra você que não erro! — disse o louro dando uma piscadela.
ㅤㅤㅤFoi o momento que Anita irrompeu pela porta da sala com Jack no colo e algumas bolsas na mão, acabando por ver a “Madrasky” com o pau do seu pai na boca. A filha do vagabundo não perdeu tempo em dizer.
ㅤㅤㅤ— Que é isso, hein Madrasky? Profissional!
ㅤㅤㅤA russa terminou de engolir e foi logo dizendo:
ㅤㅤㅤ— Jack deve estar morrendo de fome. Dá ele aqui!
ㅤㅤㅤ— Porra, Madrasky! Tu tá toda melada aí! O garoto já mamou! — retrucou a feiticeira.
ㅤㅤㅤ— Mamou onde? — a demônio perguntou.
ㅤㅤㅤ— Arrumei um peito de uma mãe lá no parque! Esse garoto definitivamente adora uma teta. Não importa de qual mulher seja!
ㅤㅤㅤ— HAHAHAHAH… — foi a vez de Bogard deixar a sua gargalhada.
ㅤㅤㅤNo final daquele dia, Terry não foi trabalhar, resolvendo passar o resto da noite escutando música, alternando entre Rock N’ Roll e Country. Após colocar Jack pra dormir, a russa foi dividir uma garrafa de Vodka com a filha do louro. O Lobo estava pensativo. Mais um torneio, provavelmente mais motivos escusos. Já estava se tornando mais cliché do que seus “Okays”. No entanto, ele gostava de sair na porrada, sobretudo num torneio onde havia nomes realmente relevantes. Nomes de lutadores que faziam daquele torneio ser mais grandioso ainda.
ㅤㅤㅤNo dia seguinte, o Running Wild fez a sua costumeira visita ao túmulo do seu pai em South Town antes de um King Of Fighters começar, um ritual que havia iniciado quando ele entrou naquele torneio para vingar a morte do falecido. Com as luvas dadas por Jeff vestidas nos punhos, o filho fazia a oração ali, passando aquele tempo precioso numa conversa íntima, relembrando todos os perrengues que havia passado nas ruas dos EUA depois da morte do pai. Se não fosse tudo aquilo que Jeff havia lhe passado nos momentos felizes da infância, talvez ele não teria passado vivo por toda aquela turbulência. Terminadas as reflexões, uma voz familiar chegou aos seus ouvidos:
ㅤㅤㅤ— Já faz tempo, né?
ㅤㅤㅤTerry sorriu, coçou a sobrancelha com o dedo indicador e disse:
ㅤㅤㅤ— Pois é Andy! Já faz tempo. O que anda fazendo por aqui?
ㅤㅤㅤAndy Bogard, irmão mais novo de Terry que participou do mesmo torneio há tantos anos para vingar a morte do pai. O Lobo caçula havia vindo em South Town para passar um tempo com Mai Shiranui, sua mulher, mas acabou sabendo desse King Of Fighters e resolveu ver as coisas de perto. Na verdade, ficou até decepcionado por não ver o seu ex-discípulo e hoje apenas rival em potencial, Hokutomaru, inscrito nele.
ㅤㅤㅤTerry não tardou em fazer mais questionamentos.
ㅤㅤㅤ— E Joe? Tem visto?
ㅤㅤㅤ— Olha, nii-san! O Joe agora está focado em fazer o nome da sua aluna.
ㅤㅤㅤ— Eu andei vendo algumas coisas! Acho maneiro isso.
ㅤㅤㅤ— Pois é! Mas e aqui? Ainda não vi Mary por aí!
ㅤㅤㅤ— A Mary anda meio sumida mesmo! Tem tempo que não aparece lá em casa pra perturbar.
ㅤㅤㅤ— E essa vida de casado e pai de família? Como você está lidando com o lance de morar num lugar só?
ㅤㅤㅤ— Hehehe… Esse é o lance, bro! Não estou lidando. Não acho seguro, principalmente porque muita gente pode me encontrar com facilidade e acabar fazendo maldade com o moleque, mas vou levando pra ver até onde vai.
ㅤㅤㅤ— Hmmmm… — o mais novo, com sua longa cabeleira ainda loura e seus vidrados olhos azuis, mudava de assunto com seu timbre mais agudo que do seu irmão — Vamos comer alguma coisa. Eu pago.
ㅤㅤㅤ— Agora falou minha língua.
ㅤㅤㅤPararam numa lanchonete. Terry preferiu um daqueles sanduíches feito com pão bisnaga que mais parece um trem ou um porrete, cheio de tudo quanto era porcaria dentro. Andy ria, balançando a cabeça em negação. Quando o mais velho terminou, tratou logo de catar o maço de cigarros e acender um. O mais novo franziu a sobrancelha com uma expressão reprovadora e disse:
ㅤㅤㅤ— Você ainda não largou essa merda, nii-san?!
ㅤㅤㅤ— Não consigo, bro! Tento, mas não consigo!
ㅤㅤㅤ— Você tem filho pequeno! Deveria ter parado com isso! Isso vai te matar!
ㅤㅤㅤ— Pois é! Tô tentando parar! Tô tentando.
ㅤㅤㅤOs dois não demoraram muito por ali. Andy disse que havia marcado de buscar Mai no shopping dali em meia hora. Terry agradeceu ao irmão e disse que sua luta seria mais tarde lá no Oldline, famosa casa de shows da cidade vizinha. O mais novo retrucou dizendo que faria de tudo para aparecer por lá, mas que não dava certeza, pois Mai ainda queria fazer um monte de coisas pela cidade. No entanto, talvez a ideia de assistir uma luta do velho Lobo solitário a dobrasse.
ㅤㅤㅤ— Okay, bro! See ya! — disse Terry.
ㅤㅤㅤ— See ya, nii-san!
ㅤㅤㅤDurante as indas e vindas entre 2nd South e South Town, o velho vagabundo acabava ficando bem informado sobre mutias coisas que estava rolando por aí. Terry não queria se meter em nada daquilo, desde que não tivesse ferindo ninguém próximo seu. A cidade de South Town parecia ter perdido o brilho em detrimento de 2nd South, mas aquele torneio, que começara como mais um torneio qualquer – apesar de já ter a marca dos Heinlein – começava a ganhar um cheiro de merda pastosa. O Lobo sabia que teria de ficar de olho para que toda aquela merda não voltasse contra si.
ㅤㅤㅤPoucas horas antes de partir para 2nd South disputar sua primeira luta do torneio contra a brasileira Laura Matsuda, o vagabundo estava praticando arremessos com uma bola contra uma tabela de basquete que ficava ao lado da casa. Anita, que estava com Jack no colo, mandava o papo para o pai:
ㅤㅤㅤ— Velho! Você tem uma luta logo mais! Tá fazendo arremessos a essa hora?
ㅤㅤㅤ— Isso é só pra relaxar!
ㅤㅤㅤ— Era melhor pescar!
ㅤㅤㅤ— Isso eu faço amanhã! A pesca é boa pra refletir sobre a luta que teve, não sobre a luta que terá!
ㅤㅤㅤ— Hmmm… — a loura fez um bico e continuou embalando Jack no colo, chamando a atenção do pai — Aí!
ㅤㅤㅤ— Diga! — ele retrucou após fazer outro arremesso certeiro.
ㅤㅤㅤ— Comprei umas calças jeans denim novas pra você! As suas estão velhas, só servem como pano de chão!
ㅤㅤㅤ— Porra! Sério? — ele largou imediatamente a bola de basquete — Onde estão?
ㅤㅤㅤ— Na sala! Depois você vai lá medir pra ver se acertei.
ㅤㅤㅤ— Eu vou agora.
ㅤㅤㅤ— Eu sabia que você ia gostar! Hehehe…
ㅤㅤㅤAntes da noite cair, Terry já estava arrumando sua mochila para partir à 2nd South. Vendo aquilo, Anita disse:
ㅤㅤㅤ— Ué?! Você não vai com a Madrasky?
ㅤㅤㅤ— Não! Eu preciso fazer isso sozinho… Se vocês quiserem ir… Basta irem de carro. Teu carro tá aí mesmo.
ㅤㅤㅤA filha viu uma determinação, uma chama diferente nos olhos do pai. Ela desenhou um sorriso nos lábios e fez uma afirmação com a cabeça. Antes de Terry partir, ela fez questão de abraçar o pai e dar um selinho carinhoso de família, dizendo:
ㅤㅤㅤ— Muito obrigada por me deixar fazer parte dessa sua nova família aqui, por mais que tenha sido por um curto tempo.
ㅤㅤㅤ— Take it easy, little bitch! Sempre podemos ser mais fazendo pouco.
ㅤㅤㅤE ela viu o pai partir, com aquela já habitual indumentária: uma jaqueta marrom, de couro, com gola de pelúcia branca, trazendo um símbolo no dorso semelhante ao do grupo de aviadores Umbriago. Na do louro, uma estrela branca aparecia sobre uma esfera azul, onde abaixo havia a citação “Running Wild” em letras brancas. Na manga da jaqueta, acima do antebraço, o padrão de uma estrela dourada aparecia dentro de um círculo azul, acima da citação “Airborne” em amarelo. Uma etiqueta branca traçada em azul continha também a palavra “Airborne” sobre o peito destro. Havia também duas fivelas nas extremidades da gola para abrilhantar ainda mais aquela indumentária. O velho Lobo ainda vestia uma camisa branca sem estampas por dentro da calça jeans azul, que trazia um cinto onde uma fivela de aço exibia uma estrela em alto-relevo. Terminava o traje com Desert boots marrons nos pés e as velhas luvas meio dedo dadas por seu pai Jeff Bogard nas mãos. Foi exatamente assim que ele pegou carona num trem que passava pelas imediações do National Park – local onde ficava sua casa – e partia através de saltos e novas caronas até o quintal de manobras próximo a casa de shows Oldline em 2nd South.
ㅤㅤㅤTerry não quis saber de se meter dentro da casa de shows, preferiu a solidão de seus pensamentos em meio a bebericadas na sua garrafa de bolso que continha uísque. Tombou sua mochila naquele famoso estacionamento onde a porrada sempre acontecia e esperou por sua adversária para começar sua primeira luta no torneio King Of Fighters Maximum Mayhem.

(Foi fumado mais cigarros pelo narrador do que os mencionados no texto para que o mesmo fosse terminado).
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Re: [KOF - MM] TERRY BOGARD VS LAURA MATSUDA

Mensagem  Łauraணatsuda❝єlєтяicGiяl❞ em Sex Ago 10, 2018 1:20 pm



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ㅤㅤㅤㅤㅤPrólogo



ㅤㅤㅤㅤㅤRio de Janeiro, fim de ano, 2017.

ㅤㅤㅤㅤㅤ- LAURA! – o coro de vozes podia ser ouvido do outro lado da porta.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Se vocês não chisparem daí e deixar Laura em paz eu vou coloca-los para fora! – era a voz de Brenda, mãe da brasileira lutadora de jiu-jitsu.
ㅤㅤㅤㅤㅤOs primos e irmão mais novo da morena estavam aglutinados na porta do quarto que a mesma dormia com o namorado. Enzo, Manuela e Sean foram se afastando e indo para o quintal da casa conversando e dando risada. Enquanto no quarto a brasileira erguia os olhos para espiar Duck.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Você acordou. – ela murmurou. – Vou dar uma surra neles. - ela falou abraçando-se a ele.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Que nada morena! Relaxa! Estamos de férias. – Ele falou fazendo movimento de mão na nuca dela.
ㅤㅤㅤㅤㅤOs dois estavam grogues de sono, haviam chegado ao Rio tinha uma semana e na noite anterior os dois ficaram até quase amanhecer curtindo pela cidade. A viagem dos dois começará logo após o natal daquele ano, saíram de Southtown em direção a São Paulo. Laura e Duck ficaram duas semanas na residência do avô da brasileira. Depois os dois foram para a casa dos pais dela no Rio de Janeiro para comemorarem o ano novo.
ㅤㅤㅤㅤㅤKinjiro Matsuda, criador do estilo de luta que a brasileira tinha se tornado faixa preta, o jiu-jitsu dos Matsuda era seu avô. Não foi em vão sua ida a casa dele naquelas férias. Um dia que Duck ainda dormia ela levantou para fazer mais um treinamento com seu avô.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Eu estou perdendo todas as minhas lutas, vô. – ela falava no intervalo.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Você está deixando de lado a arte, Laura. Ela não vai estar com você se não estiver com ela. – ele falou com a voz séria mais com um tom carinhoso.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Eu amo lutar. Não deixo de treinar. Não entendo por que isso está acontecendo. – ela o encarava com o olhar fixo.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Eu sinto seu amor pela arte, mas você está duvidando de si mesma. E quando você dúvida da sua capacidade, você fica com medo e ao ficar com medo você passa a pensar que não é capaz de usar suas habilidades. Foi ele quem fez isso? – ele pergunta olhando por cima do ombro da brasileira.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Quem? Duck? – ela perguntou voltando o olhar para trás. – Não. Ele acredita mais em mim do que eu mesma. Talvez todas essas derrotas pudesse ter me abalado e fizeram surgir dúvidas. – ela falou e deu de ombros.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- O ringue de luta é carregado. Você sabe o quão pode abalar seu adversário e ele pode fazer o mesmo com você. Assim como pode vir vibrações de fora, seja da torcida, patrocinador, empresário, fãs e várias outras coisas. Se você não colocar sua cabeça na luta e viver só aquele momento, acreditar na sua capacidade e no seu aprendizado. Você sempre vai perder. Mas nem sempre um resultado negativo é ruim, eu lembro bem de ter ensinado isso a você. Nem tudo se resume em ganhar a luta, Laura. – o velho falava sentado com as pernas cruzadas em frente à neta, os dois estavam no tatame do dojo da família.
ㅤㅤㅤㅤㅤEla concordou com a cabeça e mudou sua posição, fazendo reverencia sinalizando que poderiam começar mais um treino. O ano realmente seria novo para aquela brasileira.

ㅤㅤㅤㅤㅤSouthtown, Sound Beach, atualmente.

ㅤㅤㅤㅤㅤLaura adorava escutar samba e alguns dos funks da sua terra. Ela pegou seu celular e selecionou a pasta de músicas que ela curtia ouvir nos treinos. Naquele dia ela foi correr na praia, ajudaria na resistência física correr na areia fofa.
ㅤㅤㅤㅤㅤCom um short colado na bunda, um topper e o tênis a morena desceu pelo elevador do prédio em direção a praia que fronteava o imóvel. Fixando nas orelhas os fones de ouvido, a brasileira ligou a música e fixou o aparelho em um suporte preso em seu braço. Fez um grande rabo de cavalo com seus cabelos e saiu do térreo do prédio já iniciando sua corrida.
ㅤㅤㅤㅤㅤO sol estava começando a nascer quando a lutadora deu seu primeiro passo sobre a areia e seu percurso de ida e volta completando uma hora e meia. Nesse intervalo de tempo ela parou duas vezes para comparar uma garrafinha de água mineral. O corpo da brasileira estava brilhando, o suor escorria por sua pele e o sol parecia ter intensificado mais o bronzeado que ela já possuía. Ela parou a corrida no mesmo ponto que havia começado, no lobby do prédio em que morava com Duck King.
ㅤㅤㅤㅤㅤO natural de Southtown, era bastante conhecido na região, um famoso dançarino de rua que se tornou conhecido no mundo da música com suas batidas em suas mixagens e comandos de festas como Dj. O par perfeito para Laura Matsuda, os dois pareciam ter nascido para viverem juntos. Caso isso não seja o que você pensa, o problema é seu.
ㅤㅤㅤㅤㅤA brasileira irrompeu pela porta do apartamento ao mesmo tempo em que o namorado que estava saindo do mesmo. Ambos esbarraram-se um no outro.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Já acordou nego! – ela fala surpresa por ver o namorado já de saída.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Sim! Sim! Morena. Tenho uns bagulhos para resolver agora cedo, marquei esse horário para não perder sua luta hoje à noite! – ele fala abraçando ela dando um giro e levando os lábios aos dela. – Volto para o almoço! – ele já ia entrando no elevador quando gritou para ela de lá. – Faz muita comida, vem um pessoal comigo!
ㅤㅤㅤㅤㅤA morena ficou entre o vão da porta, com um pé dentro do apartamento e outro fora sem entender bem aquilo tudo. Frustrada por pensar que iria poder transar com o namorado naquela manhã após o treino, Laura entrou trancando a porta atrás de si e seguindo para o banheiro com a intensão de tomar uma ducha gelada.
ㅤㅤㅤㅤㅤDuck King havia entrado em contato com a família da namorada, após a visita que o casal fizera para as festas de final de ano, o americano pode sentir a mudança do espirito da lutadora quando estava no meio dos seus e isso o fez atinar o quanto ajudaria Laura ter o apoio de todos durante o torneio que ela novamente resolvera participar na cidade, mesmo sendo desclassificada nas primeiras lutas nos dois anteriores.
ㅤㅤㅤㅤㅤFoi assim que Laura quase teve um treco de tanta felicidade, quando no almoço, como havia dito. Seu namorado entrou no apartamento sendo seguido por toda sua família. A brasileira ficou aturdida e feliz, abraçando todo mundo e os arrastando para a mesa com a comida. Até seu avô havia comparecido!
ㅤㅤㅤㅤㅤ- VOCÊ É INCRÍVEL, NEGO! – ela pulou para o colo do negro americano dando beijos no mesmo.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Que nada, morena! Você vence esse torneio dessa vez! – ele fala retribuindo os beijos dela.
ㅤㅤㅤㅤㅤO casal passou uma tarde bastante agradável, reunidos com a família Matsuda com uma longa conversa durante e após o almoço. Depois disso todos foram descansar para poderem estar inteiros para o evento da noite. A luta de abertura da brasileira no torneio. O apartamento do Dj era enorme, o que não foi problema acomodar toda a família da namorada. Todos se ajeitaram e dormiram logo assim que deitaram. Duck e Laura foram para cama também.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Agora podemos foder e descansar. – ela fala empurrando o namorado para a cama e retirando a roupa que usava. Ela estava com um short saia de helanca e um topper de cotton, ambos foram parar no chão do quarto.
ㅤㅤㅤㅤㅤDuck não perdeu tempo, arranco suas peças de roupa numa velocidade incrível e pelo que parecia não era somente a brasileira que estava com tesão desde a manhã daquele dia. O americano estava com o pau duro, isso chamou atenção da morena que mesmo sentindo sua boceta molhada, preferiu abaixar-se em frente ao namorado e enfiar todo o cacete dele na boca.
ㅤㅤㅤㅤㅤO que poderia ser visto como uma transa rápida, acabou se alongando por uma hora e meia. Os dois sabiam como provocar um ao outro e isso só prolongava o prazer dos dois na cama. Os barulhos não foram contidos, mesmo que os beijos entre eles abafavam os gemidos mais altos de Laura. No fim da foda os dois estavam suados e ofegantes.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Você me deixou mal acostumada, nego. – ela fala levantando após dez minutos que haviam gozado. – Venha, vamos tomar uma chuveirada. – ela falava puxando ele pela mão.
ㅤㅤㅤㅤㅤO casal adormeceu logo que voltaram para a cama, seria um dia comum, já que os dois trabalhavam a noite. Mas a diferença era que nessa noite, Laura iria brilhar. Ela acordou já tinha anoitecido. Enquanto acordava Duck, ela espreguiçou-se na cama e levantou-se para pegar sua roupa.
ㅤㅤㅤㅤㅤA brasileira iria lutar com sua indumentária tradicional. Calça, topper, sutiã preto, faixa e suas tornozeleiras. A casa de DK já estava uma algazarra, já que todos estavam acordados e se arrumando para saírem.  E quando ela abriu a porta do quarto foi abraçada pelas vozes de todos que estavam já prontos na sala.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- LAURA! LAURA! LAURA! – gritavam seus primos e irmãos.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Os vizinhos vão nos xingar, gente! HAHAHAHAHAHA.. – ela falava rindo e indo de encontro com o pessoa.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- HAHAHAHAHA. – todos riram com ela.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Vamos embora! – falou Duck saindo da cozinha com uma long neck na mão.
ㅤㅤㅤㅤㅤEle já havia chamado um carro de aluguel, não dos taxis normais, mas numa empresa que ofereciam motoristas. Com isso ele pediu para vir uma van, que levaria a todos até o Old Line em 2nd South.
ㅤㅤㅤㅤㅤA morena já sabia que seu adversário seria Terry Bogard e passou o caminho inteiro pensando numa aposta para fazer com o lobo antes de começarem aquela revanche. Sim, para a brasileira aquilo se tratava de revanche, ela tinha perdido para o americano e sido desclassificada no torneio anterior.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Dessa vez eu vou cobrar um mês inteiro de bebida paga para ele! – ela falava com o pessoal dentro da van.
ㅤㅤㅤㅤㅤTodos estavam rindo e se divertindo e quando chegaram ao Old Line parecia que um ônibus lotado havia chegado ao local. Todos gritavam em coro o nome da brasileira e batiam palma.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Fala aê, Terry! – gritou Duck ao sair da van. – Preparado para apanhar ou vai macetar com o rising tackle? – ele deu continuação a sua fala e riu.
ㅤㅤㅤㅤㅤFoi assim que a lutadora pode ver o adversário e amigo já em pé lhe esperando no estacionamento da casa de shows.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Nossa aposta dessa vez é um mês inteiro de gelada, aqui ou no Pao Pao, você decide! – a lutadora emendou indo se postar de frente para o louro americano.

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Re: [KOF - MM] TERRY BOGARD VS LAURA MATSUDA

Mensagem  Ɽµηηιηɡ☆Ⱳιɭδ☆Steel☆Wölf em Seg Ago 13, 2018 9:52 am

Round 1 ✪ Move 1

ㅤㅤㅤOldline, momento da luta.

ㅤㅤㅤO velho Lobo acenou para o seu amigo Duck King e sorriu. Caminhou para manter à distância de dois passos de sua adversária, querendo logo começar aquele combate. Terry esperava uma Laura muito mais madura, ainda que ele já sabia que era uma das lutadoras mais sagazes que já havia enfrentado em 2nd South. Logo, se Laura tivesse se embebido de reflexões ante suas lutas passadas, o velho vagabundo dos ringues saberia que a brasileira seria uma forte candidata ao título daquele torneio. Assim ele respondeu à brasileira antes de fazer suas apresentações no campo de batalha:
ㅤㅤㅤ— Isso não é aposta para uma luta, Laura! Isso é aposta para um torneio. Então vamos fazer o seguinte: Se você ganhar o torneio, eu pago. Se eu ganhar o torneio, você paga! Se perdermos, o Duck paga! Hehehe… — e ele apontou para onde Duck King estava — Alright?
ㅤㅤㅤE foi o Lobo de Aço dar três curtos pulos sobre a perna direita, a perna traseira no caso, enquanto a oposta ficava semiflexionada e os braços estendidos ao lado do corpo. Terminado aqueles pulos, levou a mão canhota sobre os cabelos, jogando-os para trás quase que inutilmente devido a alguns fios que teimaram em lhe voltar a fronte, fios necessários para que o oponente não tivesse a mira de seus olhos limpa. Logo, estendeu a mão destra à adversária, fazendo um abano provocativo com a mão, chamando-a para porrada.
ㅤㅤㅤ— C’mon! Get Serious!
ㅤㅤㅤEra o sinal para o início do combate. O louro sem-vergonha conhecia sua adversária. Era uma grappler, uma lutadora que sabia muito bem fazer o trabalho de ground n’ pound e, contra esses adversários, o maior conhecedor de artes marciais do mundo sabia que deveria manter a distância através de chutes. Qualquer golpe dos punhos colocados deveria ser feito em meio a fintas e combos iniciados por chutes, principalmente os baixos que deveriam fazer com que o adversário grappler tivesse mais dificuldade na retaliação. Terry era um exímio conhecedor de artes marciais, talvez o cara que já tinha se batido contra uma gama de lutadores muito vasta, porém, diferente da maioria, ele lutava estudando o adversário, tanto para aprender técnicas novas, quanto para saber quebrá-las. Isso era o que diferenciava Terry Bogard de qualquer outro lutador na face da Terra.
ㅤㅤㅤVWWWOOOSH!… Foi assim que ele decidiu fazer um “Step” – um dash, aquele dois pra frente dos jogos – e balançar seu corpo para seu lado direito, fora da guarda da Matsuda, antes de entregar o seu primeiro ataque naquele combate. Porque ao tirar o seu corpo da linha de guarda de um Jiujiteiro, acaba possibilitando o retardo por parte da retaliação deste. E assim ele entregou um chute que mais lhe parecia um Stomp Kick do que um Front Kick. Com o apoio do pé destro no solo, seu pé canhoto – o dianteiro – buscava “solar” a linha dos quadris da oponente, pretendendo arriá-la, para que o segundo movimento pudesse ter êxito na empreitada. PAAAF!…
ㅤㅤㅤ— HEAAH!…
ㅤㅤㅤLogo com o retorno do pé canhoto, o destro se mostraria, mais a parte baixa da canela do que o pé propriamente dito. Um Mid Roundhouse Kick estaria indo de encontro à cabeça da oponente – no caso de ela ter recebido o primeiro impacto, que deveria arriá-la – buscando inclinar seu tronco devido ao impacto do golpe, um chute que girava lateralmente contra o flanco da oponente. KAPOW!…
ㅤㅤㅤ— WHOAAA!…
ㅤㅤㅤO velho Bogard finalizaria tão logo aquela combinação de ataques oriundos das artes de brigas mortais apreendidas de seu pai, Jeff Bogard, e aperfeiçoada ao longo de sua vida nos ringues. Terry, sabendo que haveria um tempo de resposta tanto em caso de bloqueio, quanto em caso de recebimento do golpe, levaria seu mesmo pé destro para varrer num High Front Kick. Se Laura estivesse no torpor pelo recebimento dos golpes anteriores, receberia aquele pontapé direto contra o queixo, sendo arremessada contra o Corvette amarelo 1960 que estava estacionado ali perto do local do combate. BOOOM!…
ㅤㅤㅤ— HAAAH!…
ㅤㅤㅤMais uma vez, reiteradamente explicando para que não incorresse numa má interpretação daqueles que encaram estas linhas de narrativa, os ataques feitos pelo Steel Wölf são combinações de ataques e não golpes isolados, combos conectados num espaço de tempo curto o suficiente para que não fossem recebidos os primeiros e retaliados os últimos. Não havia tempo para isso.
ㅤㅤㅤFindo o primeiro intento do combate, o louro se firmaria numa postura própria para uma briga de rua, oscilando constantemente o peso do corpo sobre os pés, movimentando a linha dos punhos para que o adversário não tivesse tempo de estudar seus movimentos. Uma postura que não era frontal, tampouco lateral, mas mostrava muito da postura angular do Kickboxing. No entanto, como Terry balançava tanto seu tronco quanto seus punhos a todo momento, o peso do tronco pendia sobre a perna traseira quando seu punho traseiro vinha para o lado do queixo e o dianteiro ficava na linha da coxa – já que as pernas estavam semi flexionadas, lembrando parcamente o mabu, a postura do cavalo – deixando o ombro com a função de fazer escudo ao lado oposto do queixo. Assim apenas a bola do pé dianteiro tocava o solo com uma leve rotação, ao passo que toda a planta do pé destro se acomodava lateralmente. Quando o balanço era pra frente, seus punhos coincidiam na altura do peito, seu tronco ganhava um leve rebaixamento para permitir manobras rápidas dos punhos e evasivas, enquanto seu pé frontal tocava a planta toda no solo e apenas a bola do pé traseiro apoiava-se com uma leve rotação. As pernas se afastavam além da largura dos ombros, permitindo que toda a envergadura do vagabundo fosse utilizada naquele combate. Aquela ligeira e constante movimentação corporal do vagabundo era mantida, caso a combinação de ataques utilizada obtivesse sucesso. Assim, Bogard se dirigiria à Laura:
ㅤㅤㅤ— Dê-me a sua melhor versão, Matsuda!

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Rodada 1 Movimento 2

Mensagem  Łauraணatsuda❝єlєтяicGiяl❞ em Sab Ago 18, 2018 10:09 pm



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ㅤㅤㅤㅤㅤRODADA 1 MOVIMENTO 2


ㅤㅤㅤㅤㅤSound Beach, dias antes da luta.

ㅤㅤㅤㅤㅤA brasileira estava na varanda do apartamento do seu namorado, eram sete horas da manhã quando ela iniciou seu treinamento. O que ela tinha costume de fazer no tatame de seu avô em São Paulo, ela transferiu para aquele pequeno espaço, era a parte que ela gostava de ficar naquele enorme lugar. O vento passava pelo seu corpo, o sol também a esquentava e junto com seus movimentos tudo parecia se conectar.
ㅤㅤㅤㅤㅤO jiu-jitsu aprendido com seu avô era muito bem usado, mas Laura colocava movimentos seus em cada técnica aprendida, só assim ela conseguia conectar perfeitamente os agarrões com sua energia estática com combos que derrubaria qualquer tipo de lutador.
ㅤㅤㅤㅤㅤO barulho do mar entrava na harmonia que tudo aquilo formava, aquele apartamento era perfeito. Depois de toda uma vida cheia de complicações ela parecia ter encontrado um pouco de calmaria, mas até quando tudo iria ficar calmo? Os pensamentos da lutadora vagavam, o suor escorria por sua pele, ela passava da movimentação do seu estilo de luta para abdominais que fazia parte do seu treinamento físico.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Achei você, morena! – a voz de Duck era sempre inconfundível, principalmente para a brasileira.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Bom dia, nego! – ela fala entre uma respiração e outra durante os abdominais que estava fazendo.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Second está um caos, você tem ido trabalhar toda noite, mesmo que poucas horas e ainda arruma energia para todo esse treinamento? – ele fala a puxando do chão quando percebeu que ela havia terminado a sequência.
ㅤㅤㅤㅤㅤLaura sorriu e deu selinhos nos lábios do namorado e falou.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Sabe quem é o primeiro que vou enfrentar nesse torneio? Hum? – ela deu mais beijos nos lábios dele. – Terry Bogard! É não adianta fazer careta, não quero sair de novo no começo desse torneio.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Lobo maceteiro, sempre se safa com o Rising Tackle, detesto aquele movimento dele. – o negro americano reclamou e abraço Laura pela cintura.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Hahaha, bem irritante mesmo tive o desprazer de conhecer. Agora quero continuar meu treino na nossa cama, hum? Que tal? – ela o encarava retirando o óculos que Duck estava usando.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Temos que conversar morena. Mas pode ser depois. – ele falava a puxando pela bunda para mais perto.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Sou toda sua nego. Agora, na cama e depois. – ela sorriu mordendo o lábio inferior dele.
ㅤㅤㅤㅤㅤOs dois passaram da varanda para o quarto rapidamente.

ㅤㅤㅤㅤㅤEstacionamento do Old Line, dia da luta.

ㅤㅤㅤㅤㅤ- Você está certo, lobo! Aposta aceita. – a brasileira fala sorrindo.
ㅤㅤㅤㅤㅤEla observa os movimentos de Terry enquanto ouve sua família conversando na lateral do estacionamento. Ela não conseguiu compreender o que estavam falando mais conhecia a voz deles. Mas as palavras de seu avô ecoou novamente na mente da brasileira. Ela sorriu olhando fixamente para o rosto do seu oponente.
ㅤㅤㅤㅤㅤQuando Terry chutou Laura usou sua finta para trás, ela estava atenta e não iria cair no primeiro movimento dele. E quando veio o segundo chute que a brasileira viu sua oportunidade de virar o jogo na luta. Ela tentaria segurar a perna do lobo em seu segundo chute, aplicar uma potente cotovelada sobre o fêmur do mesmo ao mesmo tempo em que puxaria a perna dele para tirar dele o equilíbrio e a brasileira não parou por aí, ela deu impulso com os braços no momento que puxou a perna dele. E ela girou o quadril, dobrando sua perna esquerda enquanto a direita cairia sobre o corpo de Terry como um machado e com uma probabilidade de lhe atingir o rosto com o calcanhar.
ㅤㅤㅤㅤㅤDeixando claro que esses movimentos não tem muito intervalo na conexão de uma ação para a outra. Ela vai para trás com a finta, quando vem o segundo chute ela já está firmando e puxando a perna dele, enquanto desfere a cotovelada pegando impulso aí para desferir o golpe com o pé.
ㅤㅤㅤㅤㅤA brasileira se ergueria após o movimento, ainda atenta no lobo, jogando seu cabelo que estava preso num rabo de cavalo para trás e falaria.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Espero que fique inteiro para poder curtir a festa depois no Old Line, ainda não apresentei a minha família ao pessoal daqui.

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Torcida

Mensagem  Duck King em Seg Ago 20, 2018 4:45 pm


ㅤㅤㅤㅤ YEEEEEAAAAH… RIGHT! O negão estava lá, cara! Ele estava lá! Na sacada do Oldline, ele estava com a família da morena brasileira, aquela gostosa da Matsuda. Duck não pôde evitar de tentar trazer a brasileirada toda para 2nd South, inclusive o coroão sinistro, Seu Kinjiro! Ele era o tipo de coroa que não dava moleza nem num simples aperto de mão.
ㅤㅤㅤㅤ OOOOOOH… YEAAAAH! Dona Brenda foi a cúmplice de DK em todo o plano. Conseguiu reunir a família e fazer com que todos deixassem suas obrigações de lado para vir torcer frente a frente para Laura, que representava fielmente a arte dos Matsuda. O Rei do Get Down sabia que a morena precisava de todo o apoio possível, sobretudo o apoio da família. Ele percebeu que o fato de ela estar muito tempo longe da família poderia estar atrapalhando seu rendimento. Agora ele tinha certeza que ela daria show.
ㅤㅤㅤㅤ — LET’S GO, ‘MORENA’! — ele gritava da sacada, fazendo questão de falar o “Morena” em português com sotaque.
ㅤㅤㅤㅤ Seu Yuichiro, o pai de Laura, olhava para Duck King com um sorriso no rosto. Apesar da diferença de idade entre o americano e sua filha, Yuichiro via algo de diferente no negão. Via parceria, idolatria. O Rei do Get Down se mostrava como um fã da sua própria namorada quando o assunto era trocar porrada.
ㅤㅤㅤㅤ Duck King riu com a proposta de Terry, mas tinha muita confiança de que não pagaria aquilo, já que tinha certeza que Laura seria a campeã do torneio, ele sentia isso e o velho Lobo teria de dar o jeito dele para pagar. Tão logo o combate começou e o negão esqueceu de tudo o que estava ao redor, mantendo seus olhos vidrados na morena que competia contra seu velho amigo.
ㅤㅤㅤㅤ — LAURA!… LAURA!… LAURA!… — os familiares voltaram a entoar um cântico que foi acompanhado pelos demais presentes, entrando na torcida pela brasileira.
ㅤㅤㅤㅤ — ACABA COM ESSE LOBO DESDENTADO, MORENA!

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Re: [KOF - MM] TERRY BOGARD VS LAURA MATSUDA

Mensagem  Ɽµηηιηɡ☆Ⱳιɭδ☆Steel☆Wölf em Qui Ago 23, 2018 7:54 am

Round 2 ✪ Move 1

ㅤㅤㅤOldline, momento da luta.

ㅤㅤㅤA ação do louro não surtiu qualquer efeito. Tudo fora inútil. A estratégia habitual contra os grappler parecia não funcionar contra Laura, que se mostrou dotada de uma velocidade impressionante ao desviar do primeiro ataque do vagabundo e ainda assim agarrar o segundo, algo que o louro não conseguiu entender.
ㅤㅤㅤEle não conseguiu entender como sua perna estava sendo agarrada porque sua combinação de ataques não tinha todo aquele intervalo de tempo que o espaço percorrido na evasiva de Laura mostrava. Este mesmo espaço, além de evitar o primeiro golpe de Terry, deveria evitar o segundo naturalmente, já que a perna do louro não teria como chegar na adversária. No entanto, lá estava Terry com sua perna – não se sabia se na parte baixa ou alta da canela, joelho e etc – agarrada. Logo veio uma cotovelada em sua coxa e um puxão para que ela pudesse se desenvolver numa técnica que o vagabundo conhecia muito bem. Era o Kaiten Geri, oriundo do Karate.
ㅤㅤㅤSó que, ao analisar a investida da brasileira, nota-se que a cotovelada contra a coxa não teria a eficiência alcançada – sim a eficácia – devido ao fato de ela não ter entrado na guarda do louro para tal. Como Laura havia agarrado um chute que havia ladeado sua guarda, para que seu golpe posterior pudesse ser eficiente, ela deveria ter entrado na guarda do louro de modo que seu corpo ficasse de lado e fatalmente bem próximo ao tronco do vagabundo para que o giro dos seus quadris possibilitasse uma violenta cotovelada. Isso faria com que seu puxão posterior não possibilitasse a continuação pelo Kaiten Geri, já que o corpo dela estaria de lado para a cotovelada, não tendo a rotação de quadril suficiente para que a puxada fosse eficaz. Logo, a eficácia da cotovelada existiu, mas não com a eficiência do intento.
ㅤㅤㅤLevando isso a cabo, Terry sabia de uma coisa que poucos por aí levam em consideração. Numa luta real, aquele movimento – o Kaiten Geri – feito por Laura, não existe defesa para retaliação se aplicado com perfeição, simplesmente porque vem num overhead a curta distância e rápido, onde defesa nenhuma do mundo aguentaria a carga do golpe – a menos, é claro, que você fosse um Geese Howard a ponto de fazer um contra ataque para um golpe aéreo daquele.
ㅤㅤㅤO que o vagabundo fez? O óbvio. Lutadores grappler, ground n’ pound e Wrestlers gostam de manter a luta em linha reta, ganham vantagem assim porque podem esquadrinhar toda linha ofensiva de seu oponente. No entanto, contra um lutador que pode mudar de plano o tempo inteiro, sentem dificuldade em levar o combate e apostam por um estrangulamento para levar a luta. Por que Terry sabia disso? Mais uma vez, porque era o cara que já havia lutado em tudo quanto é canto, contra todo tipo de lutador e não tinha um estilo marcial definido, não era telegrafado. O Running Wild era um cara que detinha um modo de combate múltiplo, onde nunca menosprezou seus adversários, integrando, inclusive, algumas técnicas desses que lhe poderia ser oportuna, através de observações e muito, mas muito treino.
ㅤㅤㅤE não foi pensando nisso tudo que ele resolveu se desviar lateralmente, porque seu corpo tombou obliquamente para fora da linha de ação do ataque devido ao puxão e a “falta de pé da mesa” – pois ele fora puxado pela perna, tendendo a cair para o lado em que a mesma faltava – e, quando seu pé destro, que antes havia sido agarrado, tocou o solo, Laura estaria fazendo o arco com sua perna no ar para alvejar solitariamente o piso do estacionamento, onde o vagabundo bastou tirar seu pé canhoto para firmar a base do ataque que faria então.
ㅤㅤㅤ— HEEAAH!
ㅤㅤㅤO louro gritaria assim que entregasse aquele Low Roundhouse Kick, um chute circular baixo, onde o ponto de impacto seria a parte baixa da sua canela e o peito do pé, com a potência advinda da rotação dos quadris, suficiente para buscar atingir a brasileira entre as costelas e os seios enquanto essa tão logo tocasse o solo com a execução do seu Kaiten Geri. Como Terry estaria em outro plano no campo de batalha, o intento poderia ter sua possibilidade aumentada, erguendo uma oponente desnorteada.
ㅤㅤㅤ— HAAAH!
ㅤㅤㅤO tempo entre o soerguimento da sua adversária e o recuo da perna era determinante para que aquele segundo golpe fosse entregue. O velho Lobo buscaria atingir o corpo de Laura de modo que ela perdesse a noção do espaço ainda no ar através de um Mid Roundhouse Kick com a mesma perna direita, um chute circular que também traria a potência proveniente da torção dos quadris, pretendendo fazer com que sua adversária girasse – sem muito se deslocar – mais rápido naquele curto espaço no ar.
ㅤㅤㅤ— HEAAAH!
ㅤㅤㅤE então o errante faria um giro de 360º ao contrário para finalizar aquela sequência de golpes, entregando um ataque alto o suficiente para buscar Laura na altura necessária, procurando jogá-la sobre os carros que estavam naquele estacionamento com o seu Reverse High Roundhouse Kick, um chute circular ao contrário, com a mesma perna, onde o ponto de impacto era o calcanhar, com uma potência avassaladora, proveniente da rotação de seu corpo, determinada pela bola do pé de apoio. O giro culminaria num retorno que colocasse o louro de volta à sua postura de combate, bem confortável para esperar a retaliação da oponente.

ㅤㅤㅤ— Hey! C’mon, c’mon! — diria o louro fazendo uma provocação ao chamar sua adversária com um abano da mão destra, caso seus intentos fossem bem sucedidos.
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Torcida

Mensagem  Ƨяα.Bogard♔ĿıſıthƧkɣαmıko em Sex Ago 24, 2018 12:15 pm





Mudanças




ㅤㅤㅤㅤTorcedora

ㅤㅤㅤㅤ- Então é o seguinte, não trabalho mais aqui, okay! – a ruiva pegou a bolsa e suas coisas pessoais que estavam sobre a mesa e saiu da sala.
ㅤㅤㅤㅤNinguém falou nada ou fez algo para impedi-la, com certeza o pensamento de todos era que ela voltaria normalmente como sempre fazia no dia seguinte. Mas dessa vez Lilith estava decidida e ela só pisaria ali para receber seus diretos de rescisão e nada mais. Ela já tinha aturado anos demais de piadas sem graça e assédio sem limites de um babaca só para poder ter dinheiro dentro de casa, havia outros lugares e outros meios, ali não era o único lugar do mundo.
ㅤㅤㅤㅤA demônio demorou o mesmo tempo para chegar em casa que sempre gastou ao fazer aquele percurso a pé. Ela tinha se acostumado tanto que a fadiga de fazê-lo havia sumido há meses. Mas ela estava suada ao pisar dentro de casa, ela estava tão preocupada com o que havia feito que sua vontade de transar estava minguada.
ㅤㅤㅤㅤ- Terri? – ela chamou e na sua frente apareceu uma loira com um bebê no colo.
ㅤㅤㅤㅤ- Ele foi para a luta. – Anita falou. – Esse garoto está com fome, não para de apertar meus peitos.
ㅤㅤㅤㅤ- Hahaha. Vou tomar banho e já pego ele. – a ruiva falou subindo as escadas. – Você vai ir vê a luta? - ela perguntou com a voz elevada para ser ouvida no andar de baixo.
ㅤㅤㅤㅤ- Vou, estava te esperando madrasky! – a garota responder de lá de baixo.
ㅤㅤㅤㅤLilith fez uma careta com o apelido que havia ganhado, não pelo que significado, mas por não ter se acostumado a ele e aquela mistura de palavras soava estranho para a russa.
ㅤㅤㅤㅤEm incríveis trinta minutos depois as mulheres e o bebê, grudado no peito da mãe, estavam a caminho do Old Line. A rapidez para que as duas saíram de casa, foi o fato da loira já estava trocada e o garoto também. Lilith vestiu um vestido com decote grande em V nos peitos, o que possibilitaria o filho se alimentar e passou uma leve maquiagem, queria deixar o rosto respirar um pouco após o dia todo com ele cheio de produtos. Ela não se deu ao trabalho de por sutiã e calcinha, só enfiou no pé uma sandália de salto. O veiculo da loira as levavam para a casa de show. Essa ainda conversava com a ruiva sobre o período que o pai estava em Las Vegas e ela o encontrou por lá. Mas a mente de Lilith estava em outro assunto, Sônia também estaria lutando e esperava sua presença. E a demônio teria que estar, praticamente, em dois lugares ao mesmo tempo.
ㅤㅤㅤㅤQuando chegaram à casa de shows os dois lutadores já estavam ali, nesse momento Jack estava nos braços da mãe sentado sobre um deles e puxando o cabelo dela. Mas ao ver a movimentação e o barulho ficou agitado, com os olhos arregalados olhava tudo ao redor, incluindo o pai lutando. Anita, filha de Terry, tinha ido estacionar o carro, já que as vagas por ali não estavam mais disponíveis.
ㅤㅤㅤㅤ- VAI, TERRI! – ela gritou tentando afastar a boca de perto do ouvido do menino no seu colo e dando pulinhos, o que fez seus peitos balançarem.
ㅤㅤㅤㅤJack riu e bateu as mãos emaranhando ainda mais os cabelos ruivos da mãe em seus dedos.
ㅤㅤㅤㅤ- Esse molequinho parece que sabe o que está vendo. – fala Anita chegando.
ㅤㅤㅤㅤ- Terri fica treinando na frente do menino, então ele gosta do que está vendo, só não sabe o que é. – Lilith respondeu e estendeu o filho para a garota. – Vou lá dentro ao banheiro, já volto.
ㅤㅤㅤㅤA intensão da demônio era entrar por ali no estacionamento, onde estava atenção de todos, ir no banheiro e depois sair na entrada principal da casa de shows que dava para outra rua e dali ir para o bairro que Sônia estaria lutando, o Blue Wave.



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Rodada 2 Movimento 2

Mensagem  Łauraணatsuda❝єlєтяicGiяl❞ em Ter Ago 28, 2018 10:46 am



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ㅤㅤㅤㅤㅤRODADA 2 MOVIMENTO 2


ㅤㅤㅤㅤㅤCassino Woo, dias antes da luta.

ㅤㅤㅤㅤㅤ- Laura! – a brasileira não estava ouvindo que seu chefe a chamava insistentemente. – LAURA! – até que este deu um grito para chamar sua atenção.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Sim? – ela se vira levantando e encarando o homem que estava na sua sala.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Qual o resultado das garotas que foram mortas aí do lado? – ele pergunta dando uns passos pela sala e parando próximo a mesa dela.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Não tem resultado. A polícia não conseguiu nada ainda, só encontrar mais garotas mortas em outros lugares.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Isso está dando ruim para os negócios. Tenho que promover algum evento, mas sem prostitutas pela área o pessoal vai fazer vista grossa para vir. Sabe como esses caras gostam de exibir mulheres ao seu lado quando estão numa mesa de jogo. – ele falou indo de um lado para o outro na sala.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Não tenho como fazer nada, a polícia aqui é pior que a do meu país, sinceramente. – a Matsuda fala voltando os olhos novamente para os monitores. – O que posso garantir é a segurança de quem está aqui dentro do estabelecimento, sobre o evento e prostitutas não posso ajudar. Negocie com seus contatos.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Certo. Certo. – o homem já foi saindo quando parou para atender o chamado de Laura.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Eu tenho a solução para a segurança dos banheiros. Não coloquemos câmeras, mas alguém dentro deles. Homens nos masculinos e mulheres nos femininos. Podemos também exigir que eles tenham treino para segurança. É até mais viável que as câmeras. Geraria menos processos. – ela concluiu dando de ombros e voltando para as telas dos computadores.
ㅤㅤㅤㅤㅤA morena estava distraída, visto que seu namorado havia conversado com ela mais cedo naquele dia sobre coisas sérias para o relacionamento dos dois. Se Laura demorou em aceitar um convite para ir morar junto de Duck. Imagina o quanto tudo vai demorar em desenrolar agora?
ㅤㅤㅤㅤㅤEla tinha que focar no torneio e o pedido de relação mais séria do dançarino junto da colocação sobre ele sempre ter de viajar para o outro lado do país e se ela queria acompanhá-lo a estava distraindo muito no trabalho. Eram sempre nesses momentos, mesmo fora de uma luta, que os ensinamentos do avô de Laura lhe vinham à mente.

ㅤㅤㅤㅤㅤEstacionamento Old Line, durante a luta.

ㅤㅤㅤㅤㅤ“Nem tudo vem em forma de vitória.” A voz do avô de Laura em seu pensamento a fez olhar em direção a plateia. Mesmo conseguindo bloquear o chute de Terry o mesmo havia se safado de seu ataque e usando-o como beneficio para contra atacar a brasileira e arremessa-la para longe dele com chutes.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Eu tenho que tirar isso de vencer da cabeça. – a lutadora murmurou consigo mesma e olhou em direção ao seu oponente, saindo de cima do carro agora amassado.
ㅤㅤㅤㅤㅤ- Você sabia que tem energia nos cabelos? – ela perguntou sorrindo e passando as mãos pelos fios e as mantendo atrás da cabeça.
ㅤㅤㅤㅤㅤEra uma pergunta retorica e quem conhecia a morena sabia muito bem o que ela estava preparando com aquela movimentação. Em suas mãos acumula-se energia estática e daí ela gera o seu famoso escudo de energia que viaja em direção ao oponente para eletrocutá-lo.  Mas dessa vez o intuito de Laura era gerar uma distração para sua investida. E foi assim que ela agiu.
ㅤㅤㅤㅤㅤTentando a distração ela correu, encurtando a distância para dois passos de Terry e arremessou seu Thunder Clap com um sonoro bater de palmas. E no mesmo instante que o escudo de energia saiu das mãos da brasileira ela saltou sobre o mesmo com a intensão de atingir com o pé a cabeça de Terry, o que iria proporcionar o encaixe de mais dois golpes da brasileira, caso o chute tenha acontecido com sucesso. Ela investiria com uma potente cotovelada em linha reta em direção ao peito do lobo e depois continuaria com outra que viria de baixo para cima em direção ao rosto do mesmo o arremessando para trás com possível atordoamento.






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Re: [KOF - MM] TERRY BOGARD VS LAURA MATSUDA

Mensagem  Ɽµηηιηɡ☆Ⱳιɭδ☆Steel☆Wölf em Dom Set 02, 2018 9:23 pm

Round 3 ✪ Move 1

ㅤㅤㅤOldline, momento da luta.

ㅤㅤㅤO contra-ataque do louro vagabundo foi eficaz. Sua leitura de tempo e espaço continuava tinindo enquanto saía no braço mundo afora com todo o tipo de oponente que lhe vinha à frente. O Lobo estava na ativa e não seria tão fácil derrubá-lo assim.
ㅤㅤㅤMas a morena brasileira também não era nenhuma palha morta. Laura tinha um potencial absurdo, lutava de igual para igual com qualquer homem e isso fazia com que o seu adversário tivesse a certeza de que aquele era mais um dos combates memoráveis que estava tendo em sua vida.
ㅤㅤㅤA faixa preta de Jiu Jitsu retornou ao combate em grande estilo, buscando seu adversário com um ataque que este logo manjou que tinha treta ali. Aquela onda elétrica se movia lentamente, mas Terry evitou uma evasiva ofensiva, pensando no fato de Laura ter armado justamente para isso. Então o vagabundo deu um curto salto para trás. Foi quando viu que era melhor ter escolhido a primeira opção.
ㅤㅤㅤ— Shit!
ㅤㅤㅤIsso porque Laura não havia armado aquele Thunder Clap esperando uma evasiva ofensiva do louro. Ela utilizou daquela artimanha justamente para buscar uma forma de entrar em contato físico com o seu adversário.
ㅤㅤㅤO que se deve ressaltar é que a investida da brasileira obteve sucesso porque Terry não tinha como enxergá-la direito. Lembre que com o sucesso do combo aplicado pelo Lobo, instantes antes, o combate havia mudado de plano, onde a morena partia dos carros contra o velho lutador. Com isso, quando Laura aplicou aquele salto sobre seu ataque elétrico – e também luminoso – ela acabou se tornando uma silhueta e movimento, porque pouco atrás de seu corpo havia um foco de luz proveniente de um poste de iluminação. E nem se Terry fosse um filho da puta dos extremos, teria como focar uma defesa precisa que lhe permitisse uma retaliação. Era muito foco de luz pra embaçar o foco visual.
ㅤㅤㅤAquele pé pesado da brasileira colidiu contra os antebraços do louro que se juntaram mais na afobação do que na técnica, fazendo com que ele dobrasse as pernas, arriando. Daí em diante, ele só se deu conta que estava no solo e sua adversária ali. Os dois golpes recebidos só tiveram a percepção da dor, porque ver mesmo, ele não viu porra nenhuma.
ㅤㅤㅤ— Puta que pariu!
ㅤㅤㅤEle limpou o sangue que escorria dos lábios com o dorso da luva e quando voltou a investir contra a brasileira, foi sem qualquer aviso. A distância entre os dois permitia uma resolução rápida, entretanto, ele não podia se dar ao luxo de levantar para fazer qualquer coisa contra a brasileira, logo uma grappler. Então o sem-vergonha de South Town procurou desestabilizar a postura de Matsuda com um Side Kick rasteiro, um ataque em que o ponto de impacto é a lateral – ou faca – do pé, buscando fazê-la perder parcialmente o equilíbrio com este chute veloz da perna canhota. VWIISH!…
ㅤㅤㅤ— HUGH!
ㅤㅤㅤSeria neste curto espaço de tempo que ele já estaria de pé, pretendendo assolar a morena elétrica com um Mid Roundhouse Kick da perna destra, o já citado chute que circula a guarda do oponente e busca o flanco, geralmente na altura do baço, contando com o sucesso do ataque anterior que deveria fazer sua oponente perder parcialmente o “chão”, fazendo com que sua defesa se debilitasse. WHAM!…
ㅤㅤㅤ— HEAAH!
ㅤㅤㅤAproveitando o giro proporcionado pelo ataque anterior, Terry já voltaria no impulso para aplicar um Backfist aéreo com o punho canhoto. Pois o giro após o Mid Roundhouse Kick lhe incentivaria a aplicar aquele curto salto no final do movimento para empregar potência e velocidade ao ataque feito com as costas do punho. Tamanha a potência do golpe faria com que o corpo da adversária fosse deslocado. BAM!…
ㅤㅤㅤ— Hugh!
ㅤㅤㅤMas ele procuraria trazê-la de volta com as costas do cotovelo destro, fazendo um giro ao contrário, rodopiando sobre a bola do pé canhoto enquanto a ponta do pé oposto formava base para que o giro dos quadris entregasse potência ao ataque. O alvo seria o rosto da Matsuda, que já poderia voltar ao plano de combate sem norte algum. KRAAAK!…
ㅤㅤㅤ— Hah!
ㅤㅤㅤMas a coisa toda não acabava por ali porque um ataque de comando encerraria aquele combo que era até bonito de se ver. O Bashing Sway consistia de uma cotovelada com o membro traseiro, seguido por um Reverse Mid Roundhouse Kick da perna de lado oposto que, durante a execução da cotovelada estaria adquirindo o título de perna traseira. O giro de Terry buscaria ser dado para que seu cotovelo pudesse afrontar o outro lado do rosto de Laura, no retorno desta e, com isso, mais um desnorteamento por parte da brasileira poderia acontecer, ficando a mercê da conclusão do ataque, aquele chute veloz, rodado, onde justamente a impulsão para fazer aquele giro sem apoio no solo entregaria a potência e velocidade adequada ao calcanhar, buscando uma conclusão coerente. POW!… KAPOW!…
ㅤㅤㅤ— BASHIN’ SWAY!

ㅤㅤㅤTerry estacaria em sua postura de batalha, procurando observar a reação da sua adversária, em caso de sua investida ter sucesso. Os fios do seu cabelo fronteavam seu rosto, onde alguns colavam-lhe à fronte devido ao suor.
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Re: [KOF - MM] TERRY BOGARD VS LAURA MATSUDA

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