2nd South
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☆ MARKS OF DESTINY ☆ - STORY MODE

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Keeping inner-control

Mensagem  General 3YE W.D. Gaster em Qui Set 13, 2018 7:25 pm

Após todos os testes que tentou fazer, Gaster não conseguira encontrar nada além da marca de luva na carta que ele encontrou. Ele suspirava, apesar de não precisar respirar. Ele estava um pouco desapontado consigo mesmo. O general colocava a carta dentro da pia, dentro de um béquer. Em seguida ele pegava um pouco de permanganato de potássio, colocando sobre o vidro e em seguida colocaria algumas gotas de glicerina. Gaster ficava a olhar a reação dentro do béquer enquanto se apoiava no balcão com ambas as mãos, perdendo a paciência, ele abria a torneira e por causa da reação química, o pouco de água que caiu fez a reação entrar em combustão e desintegrar a carta em uma labareda controlada. Assim que a carta se transformou em cinzas, Gaster apagava  a chama dentro do béquer e em seguida lavava o frasco. Ele recolhia todo o equipamento que usara, guardando onde deveria e saia de seu laboratório, trancando a porta no processo. O alien em si ficava imaginando os quantos de pessoas iriam ficar descontroladas pela raiva e tudo mais com o desaparecimento de um filho. Sophie fora adotada por ele em Philantrophy Belfry há quase 10 anos. Ela era uma adolescente na época em que ele a trouxe para viver dentro da 3YE. Gaster tentava manter a cabeça fria para conseguir pensar.

 Ao andar aleatoriamente dentro da 3YE, o general entrava na cafeteria do lugar, onde havia uma área com uma lanchonete e um restaurante apenas para os funcionários. Gaster se servia de uma caneca de café expresso, tão grosso o quanto podia ficar. Ele se sentava em uma mesa e removia seu caderno de anotações do bolso, desprendendo o nó em corda que o fechava e soltando o pequeno lápis grafite que ele usava para escrever nele. Gaster abria uma página em branco e ficava brincando com o lápis entre os dedos da mão direita enquanto que com a esquerda ele tocava a sua própria testa. O que ele não está vendo o que está na cara? Ele foi distraído por uma conversa paralela, falando sobre a abertura de o torneio ser no dia atual. Ao ver que estavam próximos Gaster os chamava brevemente:

- Desculpe interromper a conversa... mas quem está sendo o anfitrião deste torneio?

- Ah... General Gaster!- Dizia um dos homens, que usava o uniforme azul de mecânico, pela pequena placa em seu nome, dizia ser Wedge.

- General, o anfitrião do torneio é o Kain, aquele cara endinheirado metido a almofadinha.
– Dizia o outro, que estava de uniforme vermelho de oficial com o símbolo do setor mecânico sobre um dos ombros. A pequena placa em seu peito dizia que ele era Biggs.- A abertura será daqui a algumas horas. Eu estava querendo chamar os rapazes, já que o horário vai ser pouco depois do final de nosso horário para irmos, isso é claro, se tivermos permissão, senhor.

- Vocês já vão ter terminado seu expediente. Não é necessário pedir minha permissão. Podem ir e divirtam-se.

-Senhor! – ambos batiam continência e se retiravam da cafeteria.

 Gaster voltava-se para o seu caderno. Nem tinha tomado uma gota do café quando escreveu o nome de Kain no meio da página em branco, fazendo um círculo ao redor. Algo na mente dele deu um estalo ao se lembrar de um torneio que aconteceu antes em Second, quando garotas foram mortas em Philantrophy Belfry. Não fora Kain quem estava organizando o torneio na época também? Gaster põe o ano do torneio atual abaixo do nome de Kain, fazendo um círculo ao redor. Ele então fazia outro círculo, colocando o ano do ultimo torneio dentro. Ele olhava para aquilo e colocava a mão direita sobre o queixo, pensativo. Ele recordava algo sobre na época, os assassinos em questão não tinham sido pegos. Gaster adiciona essa informação em um balão e o liga ao ano do acontecimento. Ele decide por em um balão isolado o que ocorreu com os membros da “diretoria” quando ele se deu conta que se passara dias dentro daquela sala. Ele tentava pensar quando uma mulher se sentara a sua frente. Ele rapidamente a reconhecia: era Reyna, a ex-secretária de Krizalid e clone ruiva da lutadora Leona. Ela segurava uma bandeja com sua refeição:

- Ah...senhorita Reyna. Faz tempo que não a via.

- Sim...Eu costumava andar cima a abaixo com o Krizalid. – ela falava um pouco triste – Naquele ano...eu deveria ter ido com ele. E ele desapareceu... Eu me sinto um pouco culpada.

- Todos nós lamentamos o desaparecimento dele. Eu tinha Krizalid como um irmão após ele me tirar daquele laboratório subterrâneo 15 anos atrás...

- Está fazendo anotações,general?

- Sim...eu estava tentando resolver um caso que estou sendo impedido de investigar e isso está me dando nos nervos.

 Reyna dava uma olhadinha no que Gaster havia escrito e começava a comer, parando para olhar para os lados e começava a falar:

- Bem... Já ouviu falar dos outros oficiais das divisões da 3YE? – Ela começava o assunto tão aleatório que pegou Gaster de surpresa. – Ouvi falar que a divisão europeia na Bulgária, comandada por Olav encontrou um fóssil que eles querem examinar na base submarina daqui e devem chegar depois de amanhã...

 Gaster a olhara por um momento e passava a escrever algumas coisas na página ao lado da que ele tinha feito os balões. O olho direito dele se abria conforme o esquerdo se fechava, como se ele tivesse levantando uma sobrancelha inexistente enquanto Reyna falava.

- ... soube que Taneda, da divisão asiática vai mandar aqui o protótipo do Astaroth pra ser testado em nosso ambiente controlado na floresta mês que vem junto da secretária, a Nadeshiko....

 Reyna terminava a sua refeição, de despedindo do general enquanto se afastava. Ele olhava para o que escreveu e percebia uma coisa. Aquilo o fez fechar o seu caderno e guardá-lo. Ele ia para o setor de equipamentos e pegava uma capa de chuva com capuz camuflado, uma máscara de esqui e um par de binóculos de operação, tudo isso de uma maneira natural, registrando a retirada dos itens com o oficial e tudo mais. Dando o motivo de que ele iria “ver os pássaros” na floresta. Ele saía da 3YE, embarcando no trem para a estação. Dentro do pequeno trem, Gaster colocava a máscara de esqui e a capa de chuva, cobrindo sua cabeça com o capuz. Ele cobria apenas a metade inferior do rosto com a máscara e colocava um par de óculos escuros. Seu destino? Assistir a abertura do torneio...
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Re: ☆ MARKS OF DESTINY ☆ - STORY MODE

Mensagem  ༒ ℭassy em Sex Set 14, 2018 10:24 am

A espiã croata estava atolada de coisas para fazer naquela vigilância. Reunir o material necessário para começar agir demorava muito e agir sem nada era o mesmo que atirar sem ver nada.

- Ruby, preciso de recursos para continuar isso aqui. Eu espalhei todo meu equipamento de vigilância. Se algum for descoberto ou der defeito não tem com repor.  – a voz da morena murmurava pela sala, já era madrugada e todos os sons pareciam mais altos com o silêncio das ruas. – E nem esse é o grande problema, que porra de cidade vocês me mandaram!

A morena estava um tanto agitada com tudo que vira e ouvira com os grampos que havia feito, juntando o que havia passado com os outros que não conseguira nada.

- O que são essas pessoas? São realmente pessoas? É por isso que estou aqui? Não tem como eu ligar com isso sozinha, eu sei defesa pessoal! DEFESA PESSOAL! Ser furtiva, uma assassina competente. Mas não tem como fazer nada contra ninguém aqui, essas pessoas têm PODERES! – ela elevava e diminuía a voz conforme ia e vinha pela sala.

- Eu vou enviar mais recursos para você. Está com suas armas? – a voz do outro lado ecoava no ouvido de Cassy.

- Sim! Mas não tenho chance nenhuma em bater de frente com ninguém nesse lugar, vou ficar o mais fora de foco que eu puder.

Enquanto ela falava no telefone as câmeras registravam as movimentações dos lutadores que a agente conseguiu grampear. O horário garantia uma presença de todos em suas residências.

Setsuna estava dormindo, Kyo também parecia estar dormindo apesar de uma luz acesa, Katarina havia chegado a pouco e apagado em seguida. Os outros três que ainda não parecia ter dado as caras em casa, mas pelas informações na documentação Clark, poderia estar bebendo em algum lugar e Laura trabalhava no período noturno no cassino da cidade. Iori era o mais suspeito para Cassy, a garota que ela via no monitor vez o outro o chama de pai, mas nada ali levava a um relacionamento pai e filha, pelo menos dentro do ideário da agente. O fato de o cara ser japonês fez a croata entender alguns pontos daquele rabugice toda com uma criança.

Foi movimento na casa de Laura que fez a mulher encerrar sua ligação e ir prestar atenção, colocando um fone de ouvido e habilitando o quadro de imagens do lugar. Mas o monitor ainda mostrava as câmeras próximas aos outros que ela não conseguiu invadir e os invadidos. E foi nesse momento que deu um estalo de ideia na mulher.

- É isso! Eles estão ligando o suspeito aos lutadores inscritos no torneio, mas não existem só eles na cidade! Essa cidade é repleta deles! E um bando de gente esquisita cheia de si por poder tirar mágica da bunda! É ISSO! – ela tinha que conseguir acesso ao vídeo de vigilância do local das mortes.

E começou a ir atrás através de seu computador, tentar entrar no sistema da policia e torcer para que este fosse atualizado com frequência para já poder ter os dados sobre o caso e os arquivos que ela precisava ver.

E enquanto fazia essa busca, outro programa rodava congelando a imagem de cada tela das câmeras, minuto a minuto e salvando em um armazenamento externo. Fazer comparações dos vídeos ajudaria a mulher achar seu suspeito. Nem precisaria de um reconhecimento facial, se a mesma silhueta estiver na rota que leva a algum lugar ali daquelas doze pessoas ela iria descobrir.

Cassy passou a noite em claro e após beber a última gota de café resolveu sair dali e ir em direção à delegacia da cidade. Se o seu programa de invasão desse certo seria mais rápido, mas tinha que reunir algo mais sólido que provas digitais para ir atrás do culpado. Não que ela iria agir dentro da lei, o levando preso para ser julgado, um assassino de mulheres não merece tal cortesia. Foi vivendo pelas ruas que ela aprendeu um pouco da lei dura de saber sobreviver.
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Re: ☆ MARKS OF DESTINY ☆ - STORY MODE

Mensagem  (☯)ℒendáriaℛainhaǤlutona. em Dom Set 16, 2018 3:09 pm



Hyuuga Hinata
Lendária Rainha Glutona



Assistindo a TV após anoitecer consegui ver num relance da filmagem de uma das lutas a mesma pessoa que havia descartado a mulher no lixo. Dando certeza que a policia ainda não havia achado e nem ligado para minha descrição e testemunho.
Fiquei vendo até o fim da luta, aquilo parecia estranho, uma transmissão que alternava de uma luta a outra, durante todo dia foi a única coisa que permeou os programas, Boruto tinha se incomodado e saído com o pai. Himaware está sentada em minha frente fazendo mais um de seus desenhos.
- Amanhã vamos passear de novo, Himaware, hora de dormir. – falo com carinho pegando minha filha nos braços para leva-la para cama.
O ambiente estava deixando as férias difíceis, o incomodo de ficar como expectador de algo que só piorava e estava prejudicando pessoas inocentes, era um fardo pesado para se suportar. Meus treinos era o meio que arrumava para relaxar, o fiz naquela noite depois de ver minha filha adormecer.
- Conseguiram se divertir? – falo ao sentir Naruto me abraçando.
- Acho que consegui fazer as pazes com ele e com medo de não ser um bom pai. – ele responde passando as mãos pelos meus braços.
- Temos que organizar um novo lugar para irmos, aqui está ficando perigoso demais. – me viro para ele ao falar deixando um terno beijo em seus lábios e caminhando para dentro da casa.
Ele acena com a cabeça, pensativo com o olhar no céu.  Ele sabia daquilo mais do que eu, por isso estava tentando ficar o máximo fazendo atividades junto de Boruto, ele era craque em se meter em encrencas se resolver simpatizar com alguém e ajudar.





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Re: ☆ MARKS OF DESTINY ☆ - STORY MODE

Mensagem  Thε Mαdnεss Ω Λlιсє em Dom Set 16, 2018 9:09 pm





ㅤㅤFiquei alguns minutos em êxtase com a notícia. “As lutas do Maximum Mayhem terão início hoje”. Finalmente as peças deste imenso tabuleiro de xadrez começariam a se moverem, o que era um alívio para mim. Mas não totalmente. Tudo estava misturado na minha cabeça e em minha alma: ansiedade, dúvidas, receio. Honestamente, eu estava determinada a desistir de tudo o que vim fazendo nesses últimos dias, não queria mais dar trabalho à ninguém, tampouco queria mais frustrações. Só que já era tarde demais! O gato me lembrava disso o tempo todo: “O País das Maravilhas está se transformando! As histórias tristes das vítimas estão preocupando as criaturas que aqui vivem!” Eu estava condenada! E minha mente estava prestes a entrar em colapso mais uma vez.

ㅤㅤHoje marca o quinto dia na “Cidade dos Pecados” e o papai ainda não acordou nesta manhã. Fiquei sentada na sala assistindo tv enquanto aguardava a chegada da minha irmã Amy. Foi quando os ponteiros do relógio marcaram oito da manhã que ouvi as batidas na porta, ao abrir, deparei-me com a minha irmã ruiva e alguns anos mais velha.

ㅤㅤ── Olá! Bom dia!

ㅤㅤAmy estava linda! Me recordo dela sempre ter este visual sombrio, desde o dia que nos conhecemos. De todas as minhas irmãs, Amy era a única que conversava mais comigo, sobre qualquer coisa. Nunca entendi a facilidade dela de falar comigo e não mais com as outras. É como se de alguma forma houvesse uma ligação poderosa entre nós duas, coisa que não consigo explicar e tão pouco compreender. Convidei-a para entrar e sentar-se comigo no sofá, de frente para a televisão. Fui perguntada sobre meu estado de saúde, se não houve mais crises. Pude assegurá-la de que estava bem, embora ainda tenha sentido fortes pontadas de dores na cabeça.

ㅤㅤNossa conversa tomou o rumo que eu já esperava. Falamos sobre os ocorridos na cidade. Ela me contou sobre suas suspeitas, demonstrando o quão estranhos estavam os habitantes da cidade dos lutadores. Amy não era obrigada a saber sobre meus fantasmas, não agora. Só a deixei ciente que foi por minha causa que o papai havia resolvido ingressar na competição. Também mencionei minha suspeita desse assassino ser o mesmo que causou as mortes das meninas de Philantrophy Belfry. Amy perguntou-me sobre Hotaru Futaba e se havia alguma possibilidade dela ter conhecido algumas das meninas que foram encontradas mortas. Disse que não. E também demonstrei não ficar confortável falando pelas costas de Hotaru, independente de quais sejam as reais intenções de Amy.

ㅤㅤOlhando para o lado, sinto a respiração de Cheshire, além de ouvir seu sussurro: “não revele tudo o que sabe!” O gato sorridente parecia estar me protegendo de alguma coisa, algo que não tive sequer tempo para pensar a respeito.

ㅤㅤPapai levantou por causa das nossas conversas e nossas risadas. Não sei se é necessário repetir tudo o que aconteceu naquele momento, mas papai deixou claro que Amy e Candy não precisariam se envolver em nada e que ficassem de fora. Amy se foi, papai ficou ali me olhando com uma cara de poucos amigos. Ele ficou mais algum tempo no hotel e depois saiu, voltando apenas horas depois para se arrumar e preparar-se para o primeiro combate. Na saída dele, fiquei com dinheiro para pedir alguma coisa para comer. E essa noite, preferi acatar as ordens dele e não sair daqui de dentro de jeito nenhum! Dois motivos: Ainda não estou no meu 100%. E algo não parecia certo aqui dentro.

ㅤㅤ── E a quarta vítima, Alice?

ㅤㅤA voz veio de cima da mesa.

ㅤㅤ── Nada! Não encontraram ninguém ainda.

ㅤㅤA voz mudou de posição. Parecia mais próxima, mas eu não sabia apontar uma direção exata.

ㅤㅤ── Tem certeza que a porta amarela está ligada à vida de alguém?

ㅤㅤA pergunta dele me lançou de volta para aquelas memórias confusas e vividas do dia anterior. Tento afastar as memórias ruins, não desejo mais reviver aquelas possíveis representações de como as meninas foram assassinadas. É aterrorizante lembrar desses detalhes, principalmente quando você vive em um mundo onde tudo é distorcido, onde tudo dá errado e todos sofrem. Esta noite eu estou incomodada. Massageei as têmporas para evitar mais dores de cabeça e, quando me toquei, eu havia deixado o gato sorridente sem uma resposta para sua pergunta.

ㅤㅤ── Aquela porta só tinha um significado. Igual todas as outras que surgiram depois...

ㅤㅤNo mesmo instante, meu estômago roncou. Enquanto aguardo pelo retorno do papai, resolvi pedir alguma coisa para comer.

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Re: ☆ MARKS OF DESTINY ☆ - STORY MODE

Mensagem  Keith Wayne em Ter Set 18, 2018 11:36 pm



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ㅤㅤㅤEnquanto aquele combate rolava, eu tava trocando uma ideia com Brandon, o negão, meu parceiro desde moleque… Ah! Você viu meu relato de torcida lá na luta Iori x Yuriko? Não? Então dê uma passadinha lá, senão eu vou ter que dizer um monte de coisa de novo aqui.
ㅤㅤㅤEnfim… Eu estava trocando uma ideia com ele sobre a vinda de sua irmã para 2nd South. Eu sinceramente não sabia se Vicky se adaptaria fácil a este lugar e, depois da dura que eu havia tomado no dia anterior, o escaldo só aumentava.
ㅤㅤㅤMas então. Eu estava conversando com o parceiro quando vi aquela maldita coroa gostosa. Minha sogra. A mulher que eu suspeitava… Suspeitava não, tinha certeza que fora quem havia me metido naquela roubada da véspera.
ㅤㅤㅤBrandon reparou que eu perdi a atenção na conversa e olhou o ponto em que eu focava.
ㅤㅤㅤ— O que foi, Keith? Tá de olho na coroa?
ㅤㅤㅤ— Aquela filha da puta me fodeu ontem, cara! Por sorte saí de uma furada. Dá uma licença que eu vou resolver essa parada.
ㅤㅤㅤA quenga sabia que eu estava olhando pra ela e começou a fazer aquelas curimbas telepáticas. Second Southtown havia se tornado o antro dos Super Amigos, Liga da Justiça, Vingadores e os caralho. Aquilo ali era um porre, na moral. Só que pra invadir a mente de um filho da puta e avacalhar tudo, esse mesmo filho da puta precisa temer algo. E naquele momento a única coisa que eu temia era de não enfiar meu punho fechado no queixo daquela vaca. Essa historinha de que você pode fazer o que bem entender com qualquer um é bagulho de nerd seguidor de DC e Marvel.
ㅤㅤㅤE POOOW… Que porrada, maluco! Acertei o queixo daquela vadia velha de maneira que ela foi parar há alguns metros. Com o sangue quente, nem me liguei no que rolava por ali: uma parte da maldita manifestação. Pra piorar ainda lancei:
ㅤㅤㅤ— Sua vaca, filha da puta! Se meta comigo novamente e eu te mando pra vala!
ㅤㅤㅤAí o resto vocês já podem imaginar. As mulheres que agitavam um furdunço pequeno ainda ali naquela região viram aquilo ali. Olhei pra Brandon e disse:
ㅤㅤㅤ— Fodeu, maluco! Te vejo por aí, bro!
ㅤㅤㅤMeti o pé dali, metendo as cabeças em tudo quanto era canto para despistar daquela galera. Ainda percebi que algumas das “feminazis” foram em socorro daquela vaca velha. Jamais escutariam a minha versão da história. Eu larguei a luta da Pequena que acontecia pra lá e me mandei.


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Re: ☆ MARKS OF DESTINY ☆ - STORY MODE

Mensagem  Cσяσlιиε Ð. Hαωкιиѕ em Qui Set 20, 2018 2:35 pm



A Éther seguiu com o rapaz para fora daquele lugar, Dean tinha a sensação de que nada iria mudar tão cedo, motivo? Às coisas que deixaram aquilo, não sairiam do seu pé. Imaginava que quando voltasse para a casa, iria se dar conta com a presença daquelas pessoas, mas isso era o menor problema. Teria que começar a fazer algumas coisinhas, e já não lhe era novidade que devolver o relógio disfuncional ao dono não daria em nada, mas por que tinha a certeza que essa história não tinha acabado? Franzindo o cenho, a mulher bebia seu suco de abacaxi enquanto Jason bebia o que ele havia ordenado na lanchonete em que os dois pararam. Mãe e filho pareciam colocar o papo em dia com assuntos triviais, mas a mente de cada um estava preso em seus próprios assuntos sérios.


Coroline soube que no momento que voltasse para casa, teria que colocar a mão na massa, isso significava que ela precisaria retomar alguns contatos iniciais que teve em Second, estes que lhe serviram como ponte para encontrar as coisas que queria em seus anos iniciais na cidade. Gente boa? Nem um pouco, mas que ficariam contente em saber que um cliente compromissado com sua palavra estava de volta. Não era o tipo de gente que Dean gostava, mas ela como uma violadora de tumbas, já aprendeu a lidar com tudo quanto era tipo de pessoas e a  fazer negócios, logo, ficar de frescura não era uma de suas opções, não ela que geralmente era paga para ir atrás daquilo que tanto almejavam e não tinham coragem alguma de ir atrás. Isso, quando a mesma não tinha seus próprios interesses.


Chegar em casa naquele dia, não era uma das coisas que Coroline mais gostou de fazer. Ela amava o clima da Penthouse, dois andares, deck formidável, área de exercícios, uma verde apenas para a sua menina se divertir nos seus atos de jardinagem, fizera do lugar naquela cobertura uma casa, esta que aos poucos, mesmo estando morando na cidade já fazendo mais de meses, ainda se acostumava a chamar de um lar. A vida ali não era tão ruim, morar no centro não era o fim do mundo, estava longe de uma área verde, mas não morreria por isso, pelo menos, podia trabalhar em casa como sempre fazia. Ao adentrar de novo no seu lar, olhou de um lado ao outro, havia deixado Jason em um hotel que por ventura, não era tão longe assim. Ela franziu o cenho, sentia o cheiro de todos, incluindo os seus animais da casa, os dois cães e a dupla mais antiga, os felinos que insistiam em fazer do sofá a cama deles e somente deles e de mais ninguém.


Mas algo estava errado ao voltar para casa, e ela já sabia o que era. O primeiro passo ao adentrar ali e Dean já pode ver, mesmo que o leve semblante daquelas figuras passarem e se dissiparem rapidamente, elas não iriam embora, esperava resolver isso logo e se não conseguisse encontrá-lo, pensaria em outra forma de uma passagem, mesmo que isso tivesse que fazê-la reassumir uma posição nem um pouco desejada. Isso chamaria atenção de velhos amigos e inimigos para si, mas se essa história não acabasse com um assassino revelado, então, não haveria muita opção para a criatura que ativava o alarme da casa, assim que a trancou com a chave. Deu uma olhada para o relógio de parede, se quer era tarde. Setsuna estava longe de chegar, e pela hora não havia ninguém do lado de fora, deveriam estar no deck, isso dava tempo para a Éther ter uma pequena ação.


“Vamos começar esses pequenos trabalhos” . Pensou a mulher enquanto ela pegava o telefone sem fio branco encima da mesinha de madeira e o tirava da base, discando o número daquele que tinha o seu interesse nesse momento. Nenhum dos dois se falavam há um bom tempo, ele não residia em Second, mas conhecia cada esquina por ter uma gama de contatos espelhados pelos quatro cantos do globo que seriam necessários a ela. Seu nome? Dean também não o sabia, nenhum dos dois se apresentavam devidamente com os seus nomes, uma hora ele era apenas um codinome formado por quatro números sortidos de um sistema binário, um apelido qualquer, e nesse momento, era ninguém, apenas uma gama de riso contente por ouvi-la do outro lado e eis que ela resumia a história a ele. Coroline não era uma criatura que falava muito, ela dizia o que era necessário e isso ás vezes causava desconforto em quem ouvia, seu silencio era ainda mais desconfortante, podendo ser irritante e até brutal, mas a alcunha que carregava, em cima de seu jeito quieto que ocorria por quase um dia inteiro, não foi um nome escolhido por conta e sim dado, e neste dia ela estava falando por até demais para o seu próprio gosto. Muitas coisas estavam acontecendo por fora de seu gosto.


—— E o que a minha dama quer desse servo fiel?


—— Tudo o que conseguir, só dizer o preço, o resto eu faço daqui.


—— Será meu prazer!


Ele desligou, o silêncio se veio mais uma vez. Trocar palavras com o codinome era andar nas trevas, mas o que ela havia peço? Informações. Era isso o que ele fazia de melhor, em qualquer canto. E  este humano era o tipo de pessoa que Dean gostava, não lhe fazia muitas perguntas, não era estúpido, entendia direitinho o que ela necessitava sem que a mulher precisasse entregar a ele uma lista. Se este foi capaz de conseguir a ela informações de um artefato a longa esquecido dos antigos Deuses, o que ele não conseguia? Aliás, o que uma pessoa não fazia por um punhado de dinheiro? Ela já viu cada coisa. Mas o que pediu não foi muito difícil, encima da história que contou ele foi sábio na retomada, mencionou: passado, presente e algumas pessoas que podiam ter um certo interesse, e por que isso? Parecia que ele teve um cliente interessando no mesmo projeto, ela apenas iria ter o mesmo feedback.


—— Vamos ver o que acontece daqui em diante... —— Então ela se juntou a família no deck.


Os Dias Seguintes.  


Nada pareceu mais estranha para Dean naquela cidade do que os dias subsequentes, sem dúvida, era uma semana estranha para a Éther. A media que as horas passavam, Dean sentia que deveria agir, mas não tinha uma vontade de fazê-lo de imediato, algo lhe dizia para esperar a hora certa e isso não envolvia as informações, mas sim o torneio que se encontrava ainda para se iniciar naquela cidade. Setsuna se empenhava consigo todos os dias durante a noite para se preparar as suas pelejas, e Dean o assistia naquilo que o rapaz precisava, apesar dela achar que deveria arrancar o couro dele no processo, ensiná-lo a pressão de uma luta real, que ia além de um ringue bonitinho, cheio de regrinhas fofinhas que garantia o seu rabinho e toda a sua segurança, isso era um comportamento proeminente do reflexo de sua vida, ela não era uma lutadora propriamente dita, seu arsenal não era moldado para isso, se fosse buscar uma palavra para defini-la em um ato de combatente, esta estava longe de encarná-la.


Mas apesar dos prós e contras, Dean não podia sair largando suas coisas de pernas para o ar. Ainda havia um trabalho para terminar em seu escritório pessoal e enquanto fazia isso, ela continuava a prestar atenção no noticiário e uma hora ou outra, passava a conversar com o jovem Hikari sobre o que poderia estar acontecendo na cidade, Setsuna era discreto em seu trabalho e Dean o respeitava com isso, mas não deixava de comentar e nem dizer sua preocupação em relação a sua filha ruiva e nem o seu filho que havia finalmente retornado em consciência plena para ela, e em todo esse tempo em casa, o menino a preocupava, mais ele a preocupava no que fazia, do que o mundo lá fora poderia fazer para ele. Coroline não podia manter um olho vinte e quatro horas por dia nele, no entanto, já estava ficando estranho o modo que o filho mais novo que teve com Iori estava se portando, não era feito de Yue tomar chá de sumiço, isso era comportamento surreal do menino. Estava começando a pensar se ele não estivesse tendo algum outro ataque, ou algum resquício de sua antiga divisão existencial tenha ficado nele, antes de trazer a consciência da criança de volta. Se fosse assim, ela teria que tomar providências e rápidas.


Só que, apesar desse distúrbio, uma situação hilariante havia acontecido em sua casa. Dean não era o tipo de pessoa que passava o dia inteiro fora de casa, apenas quando achava necessário, ela e Setsuna moravam juntos, tanto que atuavam como marido e mulher de tão bem que viviam ali naquele lugar, mas, por algum motivo que ela não pode entender muito bem como, alguém entrou na sua casa, desinibiu a segurança, não quis nenhuma dos pertences que ali estavam, mas deixou algo para ela ver por ali dentro, numa casa com cinco residentes que ali viviam presentes. Como Coroline soube? O cheiro. Dean é instintiva, fora e dentro de um campo de batalha, ela tinha mais olhos do que os dois que normalmente ela deveria ter. E o cheiro de outra mulher dentro da casa... A...


O cheiro de uma outra mulher dentro de sua casa não só ouriçou a Éther, como quase, por um triz, fez com que ela pensasse em agarrar Setsuna pelo pescoço quando o visse de volta dentro da Penthouse, mas o garoto a conhecia tão bem, que ela duvidava que tivesse uma segunda surpresa na vida desse calibre, sentia-se até mesmo mal de pensar de maneira tão pobre sobre ele, mas isso era um pensamento repentino que não pode deixar de passar em sua cabeça. Mas que ela ficaria na curiosidade desse feito e de como ele foi feito, a ela ficaria. Só que isso irritou a criatura, que sentiu o cheiro de perfume que não era os da casa, uma essência desconhecida das figuras que atravessaram sua vida daquela cidade, nem era o bendito cheiro do entregador de pizza, ela atazanou a vida da mais nova para ajudá-la a caçar o que tinha ali dentro.


Ela podia colocar como o quinto acontecimento mais estranho que já lhe aconteceu nessa cidade.


O Quinto Dia.

 

O dia das lutas se iniciou, um tempo antes Coroline havia dado para retomar as atividades com Setsuna, só que dessa vez ela não queria saber de algo mais tranquilo, na primeira brecha dos dois lados, a morena deu um belo de um avanço por cima dele, o que a fez lembrar-se que durante aqueles dias ele não fez uso da katana que havia se afeiçoado a ele. Bendito era o dia em que Dean resolveu levar o garoto consigo para ver o caso dessa infestação, ela tinha que parar de fazer alguns favores mundo á fora, coisas que podiam lhe calhar muito bem no futuro, mas o fizera por outros motivos, alguns mais próprios do que realmente altruístas. A Hawkins achava que ele tinha que ter mais uso daquele objeto, não para ter força, mais por que Setsuna precisava aprender a dominá-lo, antes que um dia isso resultasse em um efeito contrário, e esse tipo de coisa não acontecia por admiração a distância. Dean já havia expressado seu desconforto sobre ela, “as duas” não se batiam bem.

 

Ela se despediu de Setsuna e o desejou boa sorte, o lembrou de ficar com a cabeça firme, mente clara e não se deixar levar por nada que possa acontecer dentro do campo de batalha. Enquanto ele ia, ela tinha um encontro próprio naquele dia. Quase três horas da manhã e a mulher recebia uma ligação nem um pouco convidativa, apesar de não estar dormindo pelas suas poucas horas de sono diária, o que lhe era comum, Coroline detestava ter seu silêncio interrompido e pelo menos ficou satisfeita de saber que seu pedido tinha algum resultado. Não perguntou como pode ser assim tão rápido, presava eficiência, mas não tinha muito interesse nos métodos.

 

“Cada um com seus pecados” , assim já se dizia o logrado.

   

Infelizmente ela não poderia dar uma passada para ver como seu companheiro se desempenharia depois de tanto tempo fora desse mundo de pancadaria, sabia o que acontecia quando se mantinha afastado e depois retomava, o ritmo era outro, você se acostumava aos poucos, mas incentivo era bom, no entanto, trato era trato, e ela queria aquilo que estava combinado. Não sabia quem era os outros “olheiros”, mas era interessante saber que tinha mais gente interessado nessa história. O lugar combinado era nada mais e nada menos do que o mesmo local em que ela havia encontrado os corpos de anos atrás, e parecia ser a nova cena de crime de alguns dias atrás. Uma menina aparentemente boa havia sido morta e jogada na sarjeta ou algo assim. Se merecia ou não, isso ainda estava por vir.

 

Lá o que a encontrava, era uma figura baixa, um gorducho animado em vê-la, por baixo de óculos escuros e um chapéu surrado, tinha olhos vazios e cerrados. Esse ser Dean não conhecia, mas estavam no ponto de encontro, deveria ser um dos inúmeros mensageiros, os Angels do seu “amigo”. Ele abriu um sorriso para ela, dentões grandes e amarelados por baixo de seu nariz de batata, arrumou suas roupas velhas e ajeitou bem uma pasta grossa e amarela por baixo do braço, estendeu a Éther a mão direita, enquanto a cumprimentava e Dean fizera o mesmo, tendo um olhar fixo nele.

 

—— Oh! Eu não imaginava que eu ia encontrar esse tipo de mulher aqui. Perdoe a minha fala. Não é geralmente esse tipo de clientela que temos.

 

—— Eu imagino. Vocês foram rápidos.

 

—— Gostamos de deixas as pessoas satisfeitas no que fazemos. Os arquivos de alguns anos que você pediu, e tem outros aqui e o chefe mandou dizer que tem uns por conta da casa, um bônus da ultima negociação. —— Ele passou a pasta para ela, a qual Dean abriu com calma e passou a olhar as páginas, dando uma passada rápida pelo conteúdo.

 

—— Última negociação? Hu? Ah tá, eu lembro o que é. Eu vou retornar a ele logo, para fazer a transação. Mesmo jeito de sempre.

 

—— Como queira! Eu tenho mais negócios por aqui! Outros muito interessados em similaridades existentes aí!

 

—— Eu acredito. —— Disse Dean, desviando um pouco da atenção da pasta para olhar para o baixinho. —— Eu não sou a única que gosta do termo, fazer as coisas pelas sombras. —— Mas o que ela buscava não era um relatório completo, nem uma história complexa, era uma coisinha pequenininha, mínima, simples e que poderia escapulir pelos seus olhos por ser algo que ela não poderia sair se arrastando por aí sempre para ficar olhando. Isso apenas ajudaria um pouquinho. Seria um início.

 

—— Sorte para ti!

 

—— Bom resto de dia.

 

E ela partiu. Lendo, como sempre.

 

Por sempre se perder naquilo que a instigava, Dean continuava concentrada, mas seus pés não paravam de caminhar, e dessa vez tomou um transporte público para retornar a Penthouse enquanto folheava aquelas folhas. O que tinha em mãos eram notícias antigas, relatórios, análises, coisas que podiam lhe ajudar a traçar um padrão. Talvez não por gosto de vítimas, mas que a ajudasse a visualizar uma pessoa ou um grupo por trás dos acontecimentos. A cidade tinha um Serial Killer, no entanto, pelas datas, e pelo que tinha de conhecimento de psicopatas, a morena apenas continuava a traçar o que lhe foi entregue. No meio dos arquivos, ela viu algumas coisas interessantes, como as áreas de prostituições, possíveis clientes e... Algo que lhe chamou muito a atenção.

 

Dean saiu do ônibus pensativa, a mente dando algumas voltas no que ela havia acabado de ler. Estava próxima de seu prédio, iria voltar para casa para ter um ambiente melhor, se bem que qualquer lugar servia, só que ela queria ver onde estava o garoto, antes de sair, cada parte do lugar estava bem ajeitado, como se as tarefas tivessem sido bem empregadas, de novo, um comportamento esquisito. A Hawkins fechou a pasta que vinha lendo e a segurou com firmeza quase adentrando o lugar quando viu Jason se aproximando, já estava se acostumando em vê-lo por ali.

 

No dia em que ela devolveu para a tal mulher o relógio, Jason disse que ficaria por ali perto, que talvez ele fosse necessário para a mãe, mais para os “ânimos” dela.

 

—— Notícias?

 

—— Meio que sim.

 

—— Quais são as novidades?

 

—— Acho que você não vai gostar muito não.

 

—— Nos últimos dias, eu venho gostando de nada do que anda acontecendo.

 

—— Isso é verdade, mas dessa vez é algo que vai te deixar bem irritada.

 

—— Tem algo a ver com?

 

—— Precisamos conversar.

 

A Éther torceu a ponta do nariz, trouxe a pasta para mais próximo de si. Ela então deu uma olhada para a calçada, e ergueu as orbes douradas para o rapaz, pendendo a sobrancelha esquerda. Jason ficou ali por ela, mas não só por ela, quando se separaram ele havia falado que aproveitaria para ficar um tempo com os meninos, era assim, os mais velhos tentavam aproveitar o tempo que podiam com os mais novos, pelo menos até onde conseguiam, só que o rapaz a sua frente possuía um semblante sério em sua feição e ela já imagina o porquê. Na pasta em que carregava, o que lhe chamou tanto a atenção enquanto voltava para a casa, foi a imagem de uma pessoa que já esteve uma ou duas vezes na sua casa, não como um de seus contatos, mas um dos integrantes do grupo de amigos que seu filho andava. Uma figura feminina que deveria ter a mesma idade que os mais novos aparentava ter, e que chamava Yue de “um bom amigo”. Na marcação dela, a mesma estava ligada a uma cadeia de caos famigerado.

 

—— Sim, precisamos e nós vamos.

     


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Cσяσlιиε Ð. Hαωкιиѕ
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