2nd South
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☆ MARKS OF DESTINY ☆ - STORY MODE

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Re: ☆ MARKS OF DESTINY ☆ - STORY MODE

Mensagem  Ƨяα.Bogard♔ĿıſıthƧkɣαmıko em Dom Maio 20, 2018 10:28 am



ㅤㅤㅤㅤQuem eu sou? Por que eu existo? Essas questões invadiram minha mente no momento que passei a existir. E como ainda nem havia aberto meus olhos, mais uma pergunta surgiu. Onde estou?
ㅤㅤㅤㅤ- Lilith.
ㅤㅤㅤㅤOuço uma voz grave e desconhecida. Quem será que ela chama?
ㅤㅤㅤㅤ- Lilith, acorde.
ㅤㅤㅤㅤA voz repete o chamado e faz um pedido. Para quem? Sinto algo me tocar, meu corpo sacode.
ㅤㅤㅤㅤ- Lilith.
ㅤㅤㅤㅤA voz repete o chamado e meu corpo balança, meus olhos se abrem. Vejo um homem. Ele tem longos cabelos vermelhos, uma face desenhada belamente e os olhos com vermelhos.
ㅤㅤㅤㅤ- Bem – vinda, irmã. – ele fala e sorri.
ㅤㅤㅤㅤEra nesse momento que eu estava ‘nascendo’, aquele que me chamava era meu irmão gêmeo, Hades. Tudo ficou claro em minha mente assim que abri meus olhos. Um conhecimento absurdo invadiu minha cabeça. Eu diria que me senti assustada, caso soubesse na época o que era ser assustada.
ㅤㅤㅤㅤEu era a luxúria, assim como meu irmão também era. Nós éramos os donos do Reino Hades, no Inferno. Sim, eu sou uma demônio luxuriosa, uma denominação mais simples e entendível. Mas o senhor da Escuridão, meu pai, foi bem claro quando nos disse.
ㅤㅤㅤㅤ- Se a existência de vocês for apagada, a luxúria também se apagará. E mais uma vez o mundo estará entregue a uma situação de caos. Não comum, mas de Wyrm, uma entidade cósmica da destruição. Um ser que jamais irão querer encontrar, pelo menos não antes de enfraquecê-lo.
ㅤㅤㅤㅤMas esses conhecimentos são os quais aprendi no meu passado. Atualmente eu aprendo de novo. Passaram-se eras desde que ‘nasci’. Passei por coisas que preferia não ter mais na memória e coisas esplêndidas que não quero nunca que se apague de minha mente. Mas nada disso eu posso comparar com a minha vida hoje. E nem dizer que eu sabia que estaria vivendo desse modo.
ㅤㅤㅤㅤSou casada com Terry Bogard, moro numa casa isolada no National Park localizado em uma cidade de nome Southtown, num canto da Flórida, EUA. E não, aqui não é o Inferno. Estou na Terra e vivendo entre os humanos, como uma humana.  Por quê? Bom, eu só precisei querer. Esse é o caminho para fazer as coisas. Querer fazê-las. Mas tem uma história bem mais profunda em tudo isso, principalmente envolta da minha união com um ser humano.
ㅤㅤㅤㅤEu acabara de aprisionar meu irmão e chegar à Terra quando o conheci. Algumas das palavras dele foram bem surpreendentes, até mesmo para mim que já havia ouvido de tudo. O conceito de vida, talvez, tenha sido o motivo de encanto. Mas eu sei que tem bem mais que isso envolvido. Eu sou fadada a trazer negatividade por qualquer caminho que escolha passar, essa é minha sina afinal. E de qualquer ser demoníaco. Nossa natureza é negativa.
ㅤㅤㅤㅤE essa negatividade não demorou a me acompanhar nessa minha nova vida, após meu casamento meus irmãos resolveram se rebelarem, queriam o Reino Hades para eles, queriam me humilhar, queria mostrar o poder que possuíam exibir-se e claro, queriam almas humanas e mais poder. Isso foi a causa de uma grande tragédia para as cidades que agora mantinha uma vida e para seus habitantes, incluindo meu marido e eu.
ㅤㅤㅤㅤNa tentativa de ajudar e evitar maiores estragos eu fui responsável por mais bagunça e caos. Como um demônio pode escolher fazer o bem se tudo que ele faz tem uma carga de negatividade? Isso me atormentou por um tempo, mas descobrir um meio. O demônio tem que ser mais humano que o ser das trevas. Isso é possível, mas nenhum ser infernal escolhe tal opção, isso é sinônimo de fraqueza. Ser humano é fraco no conceito que se tem dentro da nossa mentalidade demoníaca.
ㅤㅤㅤㅤComo isso foi definido? Eu não sei. Mas é uma definição questionável. O que eu passei, venho passado e irei passar como humana. Não mostra em nenhum momento que eu sou fraca, pelo contrário. Sem força de vontade, determinação e uma série de outras coisas não conseguiria viver como humana, desistiria no primeiro obstáculo. Seres que não sentem nada é que são fracos, pois eles têm que ser anestesiados para não suportarem o peso da existência.
ㅤㅤㅤㅤEu tenho um filho com Terry. A onda absurda de sentimentos e sensações que senti no dia que esse menino nasceu. Medo, dor, frustração, alegria, amor, surpresa e angustia. São algumas das coisas que passei. É absurdo apontar qualquer mãe como sendo uma fraca. Assim como qualquer outro ser humano, cada um tem sua carga de sentimentos e sensações durante sua existência para suportar e viver com isso.
ㅤㅤㅤㅤTerry havia saído naquele dia, ele avisou que não iria demorar muito. Ele sabia que eu poderia dar a luz a qualquer momento, mas também não queria que o menino não tivesse nem um colchão para deitar depois de nascer. Ele saiu de moto e eu fiquei sozinha, não foram nem quarenta minutos de ausência. Mas foi o momento que Jack escolheu nascer.
ㅤㅤㅤㅤ- O que está acontecendo? – Terry entra assustado no quarto.
ㅤㅤㅤㅤEu estou aos gritos deitada na cama e o meu corpo todo suado. Não consegui responder. E ele notou a situação assim que passou o susto do momento. Havíamos conversado sobre o parto, não podíamos pagar um hospital, não existe saúde publica nos Estados Unidos. Pagar particular, nem se eu juntasse um ano de salário eu conseguiria. Então eu fiz pesquisas e pedi para ele estar em casa e expliquei o que ele devia fazer. A grande apreensão nossa era fazer tudo isso sem que meu poder demoníaco estragasse tudo. Foram meus treinos marcial e espiritual que tenho com Terry que me ajudou nisso.
ㅤㅤㅤㅤAmbos caímos na cama, exaustos, quando o menino saiu de dentro de mim. Jack estava nos braços de Terry que o enrolou numa toalha.
ㅤㅤㅤㅤ- Como chora! – ele falou e colocou a criança entre a gente na cama.
ㅤㅤㅤㅤ- Precisamos dar banho nele. – falei me virando para olha-lo.
ㅤㅤㅤㅤ- Vou esquentar uma caneca de água. – ele fala saindo da cama para ir ao andar de baixo.
ㅤㅤㅤㅤEu continuo deitada, meu dedo indicador preso pela pequena mão do meu filho. Fico olhando para ele. Eu havia conseguido, não havia nenhum traço demoníaco na criança. Era um lindo bebê humano, mais tarde naquele dia eu fiquei sabendo a medida dele, cinquenta e seis centímetros. Terry ficou fixo na ideia de saber fazer uma balança para pesa-lo e estava atrás de coisas para montar ela. E deu certo, afinal tinha pesos para treinamento em casa. A criança tinha três quilos e seiscentos gramas.
ㅤㅤㅤㅤSão oito meses que passam e ele resmunga exatamente cinco minutos depois de eu acordar para me ajeitar para o trabalho. Eu sempre termino o banho antes de ir pega-lo no berço. Ele acorda e resmunga, não faz escândalo com choro, por tanto tenho tempo para fazer minha higiene pessoal.
ㅤㅤㅤㅤQuando meu marido chega do serviço eu já estou quase saindo para o trabalho, como mantenho meu treinamento, vou para o serviço correndo. Foi um dos fatores decisivos para meu corpo não ficar flácido depois de dar a luz ao Jack. E o fato da violência na cidade estar cada vez mais incontrolável, tinha um bom número de babacas que achavam que tinham direito sobre qualquer mulher que caminhava sozinha pelas ruas da cidade, então não deixei de lado meus treinos e fiz com que meu tempo fosse suficiente para poder treinar todo dia, pelo menos uma hora no mínimo.
ㅤㅤㅤㅤTerry entra coçando a cabeça e deixando o calçado do lado de dentro da porta. Estou saindo da cozinha com a bolsa de lado para poder ir ao trabalho.
ㅤㅤㅤㅤ- Bom dia, Lyubov’. Conversou com os rapazes sobre sua participação no torneio e resolveu as coisas em relação ao serviço? – pergunto dando um selinho nos lábios dele.
ㅤㅤㅤㅤ- David falou que está tranquilo. Podemos fazer o trabalho sem levar a madrugada toda. Vou poder dormir e treinar sem problemas, Sky. – ele responde indo para a cozinha pegar café.
ㅤㅤㅤㅤ- Certo. Eu vou indo então. Jack está dormindo, ele mamou e dormiu, ele parece querer começar a falar alguma coisa. Até pensei ter ouvido alguma coisa dos seus movimentos de luta, mas era só um daqueles gritos empolgados dele. Não treine com ele perto. – ele estava bebendo o café e mexendo a cabeça concordando, mas deu a impressão de não estar colocando sentido nenhum no que eu falava, contudo eu continuei. – Tem comida para você almoçar aí. A comida do Jack está na geladeira, não precisa esquentar só tirar da geladeira meia hora antes para não dar nada muito gelado para ele. Tem mamadeira com leite meu também.  São duas, uma quando ele acordar daqui a pouco. E a outra para dar depois que ele acordar depois do almoço. Na hora do almoço você dá a comida que fiz pra ele, são legumes batido e carne esfiada e troca as fraudas...
ㅤㅤㅤㅤ- Eu já sei tudo isso, Sky. Vai chegar atrasada no serviço, pode ir. – ele me interrompe e pisca pra mim.
ㅤㅤㅤㅤFaço uma careta e beijo ele novamente antes de sair. Ele tem se comportado diferente, aquilo era um incomodo para mim, mania de me culpar por tudo que acontece. Principalmente quando começou a sair sem as luvas dele. Espero realmente que esse torneio o ajude a recuperar o espirito que ele tinha quando o conheci. As pessoas têm uma mania idiota de deixar de serem elas mesmas quando estão se relacionando sério com alguém. As pessoas passam a gostar de alguém pela forma que ela é no momento que as conhece, não precisa mudar todo seu modo para as coisas dar certo. E isso vale para mim também, não só para ele.
ㅤㅤㅤㅤEu tinha algumas informações do submundo de Second. Isso por que eu tinha iniciado um contato de forma indireta com o mercado negro russo. E as informações de várias transações chegavam até mim. Aqueles magnatas sempre querem estar por cima, mas a vida não é um mar de rosas. Aumento de violência, drogas e prostituição não significava muita grana para todos. E isso agitava sempre as reuniões dos chefões.
ㅤㅤㅤㅤO mais ridículo dos acontecimentos foi uma manifestação que teve pelas ruas de 2nd. Aquele tumulto desnecessário e palavras ridículas contra as meninas que estavam na rua trabalhando como prostitutas. Essas pessoas pensam como se fosse algo que elas escolheram fazer por conta própria. “Vou ir dar para qualquer cara que me pagar melhor na rua.” Patético aquele bando de mulheres metidas a santinhas e com a alma negra gritando no meio da rua.
ㅤㅤㅤㅤPróximo ao museu, meu local de trabalho. Tive que aguentar toda aquela ladainha. Minhas assistentes pareciam discutir a questão entre elas, meu chefe apoiava a multidão e ao lado dele estava a Dona Mônica também.
ㅤㅤㅤㅤ- Tem que acabar mesmo com essa pouca vergonha... – ela murmurava fazendo cara de nojo.
ㅤㅤㅤㅤEu para evitar discussões saí da porta de entrada e voltei para minha sala. As pessoas que eram autoridades e que estavam envolvidas em ‘solucionar e ajudar’ as cidades a sair desse mar de problemas, não tinham a informação que eu possuía e talvez ninguém vá querer saber o que eu sei. Só tinha uma pessoa que talvez aparecesse na minha porta para fazer exigências. Mas tem momentos e momentos para se exigir de alguém. Espero que ela seja esperta o bastante para saber disso.



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Re: ☆ MARKS OF DESTINY ☆ - STORY MODE

Mensagem  ♥ ßƚʉҽ ❽ ɱαᴦγ ♫ em Seg Jun 04, 2018 12:12 pm

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Re: ☆ MARKS OF DESTINY ☆ - STORY MODE

Mensagem  ♥ ßƚʉҽ ❽ ɱαᴦγ ♫ em Seg Jun 04, 2018 6:52 pm

Cassy - Você percebe que um dos competidores é o seu alvo. Sua supervisora envia uma mensagem (ou liga) para chamar sua atenção ao fato de o torneio ter o mesmo número de competidores de sexo distinto.

Gaster - Você não conseguiu acompanhar a autópsia. Homens que se diziam graduados retiraram tanto você quanto o necrólogo da sala. Membros graduados da sua organização entram em contato contigo proibindo que continue a investigar o caso das garotas.

Rock - Você acaba por lembrar que a propaganda do torneio trazia o brasão da família Heinlein. Nas andanças pelas ruas, acaba escutando que as garotas assassinadas eram prostitutas.

Dean - Jason tenta entrar em contato com você, longe dos olhos de todos, inclusive da sua família. Na conversa, pede pra você se desfazer do relógio e diz que uma grande organização estaria te investigando há bastante tempo.

Agentes Jogadores. Todas as postagens de vocês devem ser levadas como uma tentativa da ação e não com a ações concluídas.

Para os Agentes e Observadores: Vocês terão cinco turnos de postagem a cada rodada do torneio. O primeiro turno começa após a primeira postagem de prólogo e termina após a postagem do último prólogo da rodada do torneio, o segundo turno termina após o último "Round 1 Move 2" da rodada e assim sucessivamente até chegar no quinto turno que terminará após o fim do último "Round de Resposta" da rodada.
Após cada final de turno, eu estarei fazendo as atualizações. A partir de agora, Agentes e Observadores não têm ordem de postagem, podendo postar na ordem que quiser.
Para efeito de enredo, tudo o que vocês estiverem contando nesses cinco turnos estará acontecendo nos cinco dias que precedem as lutas do torneio, ou seja, as lutas só acontecerão de fato após o quinto turno da quest. Os Competidores devem se atentar a isso ao fazer seus prólogos.
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Re: ☆ MARKS OF DESTINY ☆ - STORY MODE

Mensagem  ♥ ßƚʉҽ ❽ ɱαᴦγ ♫ em Seg Jul 02, 2018 8:02 am

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Re: ☆ MARKS OF DESTINY ☆ - STORY MODE

Mensagem  Thε Mαdnεss Ω Λlιсє em Ter Ago 07, 2018 7:10 pm





ㅤㅤAntes do torneio começar...

ㅤㅤAlguns dias se passaram depois que o papai se inscreveu no torneio Maximum Mayhem. Ufa. Ele não suspeita de nada sobre minha escapada na última vez. Quando estou no meu quarto, Cheshire aparece para conversar sobre as mensagens que encontrei no banheiro do cassino, onde as primeiras vítimas foram encontradas. E quanto mais trocávamos ideias sobre este assunto, mais curiosa eu ficava sobre essa história. Não consigo deixar de pensar na Hotaru. Faz tempo que não vejo ela e me lembro dos nossos últimos momentos juntas. Ela é uma boa pessoa, bem atenciosa e carinhosa, alguém que eu posso confiar em ter como amiga sem a preocupação de tomar uma facada nas costas. Lembrar do quão arrasada ela ficou quando apareceram as primeiras vítimas, todas as meninas do orfanato encontradas mortas, foi doloroso para mim.

ㅤㅤPapai não parece gostar de ajudar os outros. Acho que isso é um mal de todo Yagami homem. Lembro que meu irmão Setsuna era do mesmo jeito. Muito individualista. Não sei se ele mudou esse comportamento depois que foi embora, mas era algo que ele tinha bastante em comum com o nosso pai. Gostaria eu de poder contar com algumas das minhas irmãs, mas sinto que não terei ajuda alguma enquanto estou olhando as coisas que os outros não podem ver.

ㅤㅤEra de manhãzinha quando me levantei para tomar um copo de água. Talvez por volta das 7:30/7:50. Meu pai ainda não havia levantado e fiz questão de deixa-lo descansar mais. Por ele estar inscrito no torneio, é melhor que ele tenha mais tempo de descanso do que preocupação alguma comigo. Enquanto teclo algumas mensagens para minha irmã Carol, que esteva há algum tempo na casa da mãe dela, houve um corte na programação normal para um anúncio de telejornal local de 2nd South. Presto mais atenção no que era noticiado, mas olhando de lado para verificar se não havia algum movimento do meu pai. Peguei o controle e baixei o som, mas ativei os closed captions para garantia de que nenhuma informação fosse perdida por estar com o som baixo.

ㅤㅤEncontrado há poucos minutos o corpo de mais uma vítima do misterioso assassino de jovens, nos arredores de Free Field.

ㅤㅤO noticiário mostra um aglomerado de pessoas em volta de uma lata de lixo, autoridades locais tentando conter a comoção e curiosidade do povo. O repórter que estava ali passava a informação de que a vítima foi encontrada por um dos comerciantes da região.

ㅤㅤ── Mais uma vítima, Cheshire! ── Olhei para o lado. Ele não estava ali. Mas posso sentir ele.

ㅤㅤUm par de dentes pontudos e olhos esbugalhados surgiram em algum canto da sala. Aos poucos, saindo de sua camuflagem, o gato sorridente deu o ar de sua graça.

ㅤㅤ── Seria outra peça desse misterioso quebra-cabeça? Outra mensagem que possa revelar as intenções deste ‘fascinante’ espécime de ser humano? ── A maneira como ele falava retratava o desdém dele pelos humanos. Acho que sou a única que tem uma certa relevância para ele.

ㅤㅤOlhei para uma tv e nada disse. Fiquei presa em meus pensamentos por um instante, pensando em como fazer para chegar em Free Field agora, imaginando o caos que deveria estar a cidade lá embaixo. Outra coisa é meu pai, que pode procurar por mim à qualquer momento. Preciso bolar um plano, uma desculpa perfeita para me encobrir enquanto estou fora.

ㅤㅤ── Um momento!

ㅤㅤPeguei um papel e uma caneta e escrevi uma mensagem, mas não uma mensagem qualquer. Fiz o desenho de quatro borboletas em cada extremidade da folha e deixei ela pregada na geladeira.

ㅤㅤ“Vou dar uma volta na cidade! Comprar alguns docinhos para comer mais tarde! Volto logo!”

ㅤㅤFeito isso, eu me arrumei rapidamente e saí as pressas. Slam “Free” Field não era muito longe daqui. Enquanto me dirijo para o local, indo a pé, tento fazer ligação com os assassinatos das outras no cassino com essa que foi encontrada ali, na região mais perigosa da cidade. Será que havia um padrão? Talvez eu esteja delirando.

ㅤㅤPassou-se alguns minutos desde que saí do hotel e lá estou olhando para aquele monte de gente. Parece que já haviam colocado o corpo em um saco preto para defuntos.

ㅤㅤMe escondi atrás da parede de esquina, olhando de longe e tentando ver como eu faria para chegar perto da lata de lixo que o corpo foi encontrado.

ㅤㅤ── Acho que eu vou ter que usar os meus poderes. Alguma sugestão, Cheshire?

ㅤㅤO gato não apareceu dessa vez. Mas pude ouvir sua voz muito próxima da minha posição.

ㅤㅤ── O espelho, Alice. Olhe através do espelho!

ㅤㅤMeu espelho de mão. Um acessório mágico que me deixa invisível ao olho nu. Eu precisava fazer isso escondida das pessoas que passavam por perto, haviam muitos curiosos ali. Eu corri para o outro lado e dobrei a rua. Havia um beco sem saída. Foi ali que materializei o espelho como se fosse um passe de mágica. Ele apareceu na minha mão com o cintilar de um brilho branco. Segurei sua base e olhei para ele. Não era muito agradável fazer isso. Ele mostrava um lado ruim meu. Ele refletia a verdadeira face da pessoa. E só assim ele permitia que a mágica acontecesse.

ㅤㅤ── Pronto! ── Passos rápidos. Não posso correr enquanto estou assim ou perderá o efeito.

ㅤㅤDe volta onde o corpo estava, passo co cuidado pelas pessoas que ali circulavam e fico de frente para onde a menina foi deixada.

ㅤㅤ“Puta! Patricinha! Caloteira!” – Dizia a mensagem colada na caçamba.

ㅤㅤ── Que crueldade...

ㅤㅤUsei o Shrink Sense. Essa habilidade não só me revelava o passado das coisas, mas também, mensagens ocultas que pessoas comuns não poderiam ver. Diferente de quando estive no Cassino, usei o Shrink Sense em sua totalidade. Além de me dar uma visão além do alcance, meu corpo diminuiu-se ao ponto de ficar pequenininho igual o de uma formiguinha.

ㅤㅤ── Cheshire. Fique por perto. ── Falei para o garo, mas só ouço uma risadinha abafada dele.

ㅤㅤEu sei onde o corpo estava e como ele foi encontrado. As marcas de sangue ficaram mais visíveis. Parece que o que quer que usaram para matar ela, fez o sangue respingar. Não há indícios de que ela foi arrastada. Olho para onde ela foi despejada. A palavra rica acabou mudando no papel que foi colado ali. De rico para rainha. Então, eu pude simular o que aconteceu com aquela jovem.

ㅤㅤ── O que você está vendo, Alice? ── O Gato começou.

ㅤㅤE eu também.

ㅤㅤ── A terceira “Alice” era uma pequena Às de Paus. Era muito amada e querida no país das maravilhas. ── Andei de um lado para o outro. ── Ela enfeitiçou a todos com cada gesto e frase.

ㅤㅤEnquanto eu olho para o passado do corpo, vejo sombras em volta dela. Uma sombra irreconhecível. Alguém que não posso identificar. A sombra sumia de repente e várias mãos negras pareciam envolve-la.

ㅤㅤ── Ela criou um estranho país verde.

ㅤㅤVárias outras inscrições apareciam pelo local. Há muita informação não interessante ou que não seja relacionada ao o que desejo ver.

ㅤㅤ── Essa nova “Alice” tornou-se a rainha de seu país. Eu acho que a paz dela foi levada embora por algum sonho distorcido. Vendo-a assim, posso afirmar com toda certeza do mundo que ela tinha medo de perder para a morte... Para sempre ela queria mandar no seu mundinho...

ㅤㅤSerá que era isso que significava aqueles dizeres ruins pregados na caçamba? Será que a minha interpretação sobre o passado dela, mostrado pelo Shrink Sense, estava correta? Eu olhei meus arredores. Será que deixei algo passar despercebido aqui? Antes havia uma mensagem sobre um sonho que não queria deixar de ser sonhado e que faria outros se lembrarem dele. Onde está essa mensagem?

ㅤㅤ── Seu tempo vai acabar, Alice. ── O gato me alertou.

ㅤㅤEu me afastei perícia.

ㅤㅤ── Vamos. Acho que não tem mais nada para fazer aqui. ── Ouvi um dos homens que colocava o corpo numa maca, prestes a leva-lo para o carro de ambulância estacionado do outro lado.

ㅤㅤ── Não há mais nada para ver aqui! Circulando! Circulando! ── Um policial esbravejava do outro lado, afastando toda aquela multidão.

ㅤㅤConsegui sair de perto o bastante. Mas não é suficiente. De volta à normalidade, me afastei o quanto antes de Free Field e procurei uma rua mais movimentada e mais segura.

ㅤㅤ── Ainda não estou satisfeita com o que vi lá, Cheshire... eu preciso encontrar alguma padaria aqui por perto para comprar docinhos, ou o papai não vai acreditar na desculpa que deixei lá!

ㅤㅤEu fiquei parada por mais algum tempo naquela região. Só queria me certificar de algo.

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Substituindo Rock Howard que se deletou.

Mensagem  Sarah em Ter Ago 07, 2018 9:51 pm

Eu: “Por que demorou tanto? Não deveria ter tanto tempo do Aeroporto de South Town até aqui!”
Amy: “Encontrei um garoto interessante no caminho… Conversamos bastante…”
Eu: “Que garoto?”
Amy: “O filho de Terry Bogard! Rock Howard!”

A cidade de Second Southtown estava conturbada ultimamente. Muitas confusões mais políticas do que sociais fervilhavam na cidade e os Ikari estavam de olho. Tudo aquilo parecia muito nublado, parecia que estavam querendo tapar o sol com a peneira. Pra piorar, o segundo homem que eu mais confiava dentro do exército estava de férias forçadas. Eu pessoalmente fui questionar o “pai” sobre isso, mas ele foi contundente.
Heidern: “O Tenente Still está precisando… A pressão vai acabar fazendo que ele perca totalmente o controle.”
Eu: “O senhor não está vendo que a vida dele é isso… Isso não é justo!”
Heidern: “Já terminou, soldado? Então pode se retirar!”
Eu: “…”
Mas não adiantava. Fui proibida de me encontrar com o Tenente Still e passar qualquer informação para ele. O Coronel Jones ficaria de olho e tinha fortes aliados nisso, Setsuna e Leona. Preferi abstrair e curtir a chegada da minha filha Amy à cidade. Só não contava com esse encontro entre ela e o filho de Bogard.
Amy: “Ele me disse que não está entendendo o que vem acontecendo na cidade. Tudo foi sempre tão permissivo por aqui e de repente parece que as pessoas acordaram.”
Eu: “Huummm…”
Sentada na cadeira diante de meu notebook, eu pegava minha caneca de café. Amy já estava mais à vontade comigo há algum tempo e foi tirando se preparando para tomar um banho quando eu a observei de rabo de olho.
Eu: “E o seu namorado? Anda te apertando demais?”
Amy: “Que isso, mãe? Que absurdo!”
Eu: “Que ele continue assim para a própria segurança… Mas eu já vou avisando… É um frouxo!”
Amy era minha filha com Iori Yagami. Uma história muito chata que aconteceu no passado onde tive que me ver longe da minha filha por conta da minha própria existência. Já estou resignada em não ter uma vida normal como qualquer outra mulher e ter pelo menos a menina por perto de vez em quando já é alguma coisa.
Depois do banho, Amy se vestiu e me contou que Rock estaria investigando o porque daquelas coisas na cidade. Eu encarei de forma diferente, cismei que ele queria arrancar alguma coisa da minha garota e fui atrás dele. Naquela noite, procurei me vestir com uma jaqueta preta, calça, botas e fui pra rua encontrar o filho de Terry Bogard.
Não podia ser em outro lugar. Fui ao Old Line e o vi conversando com alguns músicos Assim que ele deu uma brecha, fui atrás dele, mas obtive pouca coisa.
Rock: “Os brasões dos Heinlein estão no torneio novamente. As garotas eram prostitutas.”
Eu: “Como ficou sabendo das garotas?”
Rock: “Sou filho do Lobo das ruas, esqueceu?”
Eu: “Hummm… Garoto! É melhor você ficar fora disso tudo!”
Rock: “E por quê?”
Eu: “Porque você vai acabar se enrolando!”
Rock: “Eu sei me cuidar sozinho.”
Eu: “Eu sei! E a propósito… Minha filha é comprometida!”
O garoto ficou ruborizado, eu ri e me despedi dele. Esperava que ele não mais metesse o bedelho em algo que não é do feitio dele, ou então eu teria que dar uma prensa muito maior.
Eu tinha o suficiente. Aquilo certamente não seria investigado pelos Ikari. A morte de prostitutas era irrelevante para a cidade, para qualquer um.
Cheguei em casa e Amy não estava lá. Senti um cheiro de perfume. Essa garota estava muito saidinha. Quando ela chegou, a recebi apenas de calcinha e um sutiã como era de costume.
Eu: “Tava fazendo o que a essa hora em nesta cidade?”
Amy: “Que susto! Você não dorme?”
Eu: “Só quando preciso! Então! Tava fazendo o que por aí?”
Amy: “Fui ver alguns parentes!”
Eu: “Então já sabe que seu pai tá por aí também, certo?”
Amy: “Sei…”
Kyo e Iori num torneio. Isso não tinha cara de mais uma briguinha de dois birrentos. Terry Bogard e torneios era quase uma redundância. Havia mais filhos do Yagami. O Tenente estava de mãos atadas e eu precisava ajudá-lo de alguma forma, mas o assassinato das garotas ainda não tinha um formato, não havia um padrão que apontasse para um norte.
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Re: ☆ MARKS OF DESTINY ☆ - STORY MODE

Mensagem  ༒ ℭassy em Ter Ago 07, 2018 10:17 pm

Cassyana vagava por aquela cidade às vezes sem um rumo para quem tentasse prestar atenção nela. Ela caminhava por uma rua, às vezes olhando para o aparelho de celular outras para as vitrines da loja, mas logo já perdia o interesse e caminhava para o outro lado da rua. De manhã ela tomava café numa lanchonete da quinta avenida, almoçava no mercado coreano, tomava café no cais próximo de blue wave e a noite estava sentada no balcão do Old Line.

Enquanto bebia os olhos da agente bateu sobre um papel pregado ao lado de um dos refrigerados que havia atrás do balcão.

“PRECISA-SE DE ATENDENTE.”

Ela terminou a bebida e fez o sinal para que trouxessem outra, foi ao receber o refil para sua dose que perguntou sobre a vaga. A garota que estava lá confirmou que ainda tinha vaga. Cassy agradeceu e perguntou com quem poderia falar sobre o emprego.

- A ela está lá dentro, só entrar naquela porta ali. – ela apontou e foi atender mais pessoas que estavam aguardando.

- Obrigada! – a croata deu uma piscada para a atendente e se levantou levando o drink junto.

Após a rápida reunião, Cassyana conseguiu o emprego. Era algo que ajudaria a manter as aparências já que não tinha data definida para terminar o serviço que havia recebido. Depois de dançar um pouco e beijar na boca de várias garotas no show, a morena foi para o apartamento que estava vivendo.

Como havia combinado na noite anterior seu primeiro dia de serviço seria na quinta-feira. Então ela tirou o dia para fazer algumas fotografias e atender ao pedido da sua superiora que estava lhe mandando diversos recados, que a pesar da tentativa de ignora-los a mulher também sabia ser insistente.

Ela fez a pesquisa dentro da internet e enviou a agencia as fotos que havia tirado da base Ikari, em anexo com o mapa da cidade e todos os pontos de relevância que existiam ali. Ela tinha finalizado seus envios quando recebeu uma nova mensagem.

O titulo era sugestivo, “informações sobre o torneio e seus participantes”, ela parou por um momento e leu o que havia recebido. Quando chegou a metade do arquivo a campainha soou, era a entrega de comida. Ela foi atender sem se ligar na sua vestimenta, ela usava somente uma calcinha fio dental azul.

- Obrigada, pode ficar com o troco. – ela respondeu para o cara que não sabia para onde olhar e fechou a porta em seguida.

Ela colocou a pizza sobre a mesa, abrindo a caixa e já puxando um pedaço.  Após a primeira mordida ela voltou à sua leitura. Sendo revelado que o loiro que ela se encantou na festa de natal estava participando do torneio.

- Interessante. – a agente continua a leitura deixando separado o arquivo de Clark.

Procurando pela edição digital dos jornais da cidade, Cassy foi fazendo ligação com aquele torneio e todo o furdunço na cidade. Algo estava bem relacionado, essas mulheres mortas, toda essa exibição e também o número de mulheres que iria lutar, era o mesmo de homens.

- Por que insistiu para sair das suas férias para se enfiar no torneio, Clark? – ela murmurava terminando o primeiro pedaço de pizza.
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Re: ☆ MARKS OF DESTINY ☆ - STORY MODE

Mensagem  (☯)ℒendáriaℛainhaǤlutona. em Qua Ago 08, 2018 8:23 am



Hyuuga Hinata
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Quando eu estou terminando de fazer o enfeite do bolo e fixar as velas, a porta se abre e as crianças entram. A expressão deles era triste e Boruto tinha um ar sombrio.
- O que foi? – questiono saindo da cozinha e indo encontrar com eles.
Himawari veio correndo para os meus braços choramingando. E eu pude ouvir a voz do meu outro filho explicando.
- Era um Kage Bushin, era outro maldito Bushin! – ele grita correndo para o quarto.
Fico triste. “Naruto-kun” penso e me abaixo para abraçar minha filha mais apertada pegando-a no colo para tomar banho. Quando chego ao andar de cima da casa eu paro com as falas que escuto. Boruto está falando irritado e quando entro no quarto vejo um Naruto sonolento com ar de arrependimento.
Quando vê o pai Himawari saí do meu colo e vai correndo para abraça-lo. Ele quase tomba de volta para a cama e ela começa a dar gargalhadas. Eu sorrio e vejo que Boruto está desarmado com o seu sermão, ver a irmã sorrindo de novo o deixou sem jeito. Aproximo-me deles e anuncio.
- Vão todos tomar banho, temos um aniversário para comemorar.
Eu tinha certeza que era Naruto naquele avião com a gente, conferi com meu Byakugan, mas ele estava ficando cada vez mais forte de um modo que não dava para acompanhar e também ele fazia uso diário dos Kage Bushin na vila, às vezes era impossível distinguir o real de um deles. Um pequeno detalhe no chakra que denunciava quem era quem. Suspiro e vou colocar a mesa. O primeiro a aparecer na cozinha é meu marido.
- Desculpa, falei que não usaria bushin nas férias datebayo. – ele se desculpa me ajudando os detalhes finais.
- Você dormiu pouco por todos esses anos, compreendo seu cansaço. Vamos preparar tarefas para fazermos juntos em casa com as crianças. Essa cidade tem uma praia linda, mas lá fora está um caos. Vários protestos acontecendo, os jornais estão com vários anúncios de homicídio. Eu mesma vi uma mulher cair dentro de uma lixeira quando fui comprar o presente da Himawari. Prefiro que as crianças não corram risco.
Naruto ficou com uma expressão vincada e perdida, que sumiu quando as crianças desceram dando risadas e sentando-se a mesa. Fui para a cozinha acender as velas do bolo, enquanto murmurava para ele.
- Não se envolva. Hoje é aniversário da sua filha, de seu presente pra ela. – toco minha mão em seu ombro.
Ele balança a cabeça assentindo e vai para a mesa após pegar os presentes da menina e colocar em frente a ela. As risadas e conversas chegam até mim na cozinha e posso sentir que estamos com paz pelo menos uma vez e ele está presente no aniversário de Himawari.





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Re: ☆ MARKS OF DESTINY ☆ - STORY MODE

Mensagem  Cσяσlιиε Ð. Hαωкιиѕ em Qua Ago 08, 2018 4:53 pm



A massa da pizza teve que ser substituída. Dean pediu para Carol ir ao mercado mais próximo, pedindo esse favor a menina, e depois de preparar tudo novamente, a mesa estava farta com a comida caseira. Coroline sempre foi uma mulher que independente da atenção que tivesse que dar aos seus trabalhos, arranjava um tempo do seu dia para cuidar da sua família e ainda fazia da noite, como sempre, um pedaço do seu dia em que ocupava para cuidar do seu corpo e manter a integridade de seus aprendizados, além do mais, o que mantinha o corpo que tinha, não era magia e nem sua habilidade de manipulação corporal.


Nenhuma boa escalada ou uma direita bem dada, veio com uma ação pensada e já era bem-feita com prontidão, anos os fazendo, anos os treinando, sempre abaixo da lua, com o som do vento, uma hora perfeita para as suas dedicações.


Dean aprendeu desde cedo ouvindo sua mãe adotiva, que a mulher sempre arrumava tempo para equilibrar tudo em sua vida, quando ela nasceu para a coisa, ela dava um jeito, se não, era daquelas que simplesmente reclamava da vida ou dava o fora para viver do jeito que queria. Aquelas que tinham o gosto, enfrentavam as dificuldades do baque do dia a dia até que as coisas se encaixassem, e ela sempre observou a velha Hawkins, passar todas as dificuldades da vida consigo e nunca reclamar o quanto as coisas estavam difíceis. Ao invés disse, ela lhe dava um sorriso, e ensinava, que tudo na vida se equilibrava, seja agora, ou no fim dela.


E de certa forma ela estava certa.  Ali estava ela sentada comendo em família, com seu marido e seus três filhos, Yue e Lilith Yagami que teve com Iori Yagami e a pequena Carol com quem adotou com este, antes deste zarpar de sua vida e nunca mais se falarem. A mulher teve de escolha uma profissão que a envolveu nos maiores mistérios e misticismos no mundo, ordens e organizações que pessoas nem sonhavam que existiam, e a coisa sempre parecia mais suja e complicada a medida que se aprofundava com as histórias do mundo antigo.


Quantas coisas mais haviam ocultas por aí? Só ela tinha alguns tesouros escondidos sabe-se lá aonde. Ainda por cima, era CEO de uma empresa fundada a mais de trinta anos e que se expandira em vários países, com sua alta tecnologia, biomedicina e farmacologia, sempre envolvida em estudos promissores, e há quem diga que ela tinha mais negócios. Pessoas trabalhavam para si com orgulho, alguém que veio por baixo e criou para si um império, que vez ou outra ajudava de forma altruísta os lugares mais necessitados dessa Terra. E ela só o criou, por que não queria mais a velha Hawkins com suas mãos cansadas e exaustar por aí, ou seu olhar preocupado, por que Dean havia sumido mais três meses pelo mundo, por sua profissão que a levava a se chocar com gente de poder, mercenários e mercados obscuros dos cantos mais “vívidos” e escuros desse mundo.


Ah! E por que ela se lembrava de sua vida enquanto comia um pedaço da pizza de calabresa que fez com a ajuda de Carol? Por que todo esse seu esforço para estabelecer uma vida para a sua família humana, dar uma garantia de vida a eles como gratidão por ter dado o que ela procurou por uma quase toda uma vida, a fez apreciar muito mais esses momentos. Por mais dinheiro que tivesse, por mais poder que envolvesse em suas mãos, nada podia se equiparar a isso. E ela sentia que este tic-tac em seu ouvido, só serviria para desequilibrar a estabilidade que havia finalmente conseguido ter em casa.


Era claro que dona de muitas coisas, Dean tinha pessoas de confiança, mas não necessariamente de confiança, como toda pessoa precavida, ela tinha as pessoas certas para reger determinados negócios e setores para si, e outras para sempre manterem olhos encima destas orgulhosas, que tinham seus orgulhos e suas próprias ambições, só que, haviam outros por trás disso tudo , pessoas que não tinham seus nomes nas listagens de empregados, nem andavam com crachás e pertenciam a setores, a esses os nomes eram endereçados a ela, e faziam o que tinham que fazer para manter a integridade de suas coisas, qualquer coisa a seu nome, por quê? Bem, eu não lhes disse? Coroline é um Éther. E se você ainda não aprendeu o que é um Éther até hoje com ela circulando por aí, até o fim dessa história, você vai ter alguma ideia do que é um, mas pode ficar tranquilo com uma coisa. De Éther nesse mundo. Só existe um. Essa aqui.


Ao Repensar a noite nessas pequenas coisas, fez Dean retornar ao tempo em que ela pisou nessa cidade pela primeira vez e o motivo de ter posto os pés ali. Ela queria um canto completamente desconhecido de sua imagem, que não tinha ideia de quem era e que pudesse andar livremente sem ter um doido varrido saído do “quinto dos infernos” causando problemas além do estimado para se tornar um problema mundial. Que ninguém de sua história construída neste mundo fosse lhe pedir ajuda, se afeiçoar a seu conhecimento para uma solução. O hábito de se envolver em problemas que não eram seus, já lhe trouxe mais dor de cabeça, do que sua própria capacidade de sua natureza pioneira.


A Última vez que esteve envolvida em um projeto profundo e arriscado, ficou cara a cara com Old Ones, e as experiências com essas criaturas a obrigou a resguardar-se um pouco do estresse e sua continua e incessante incapacidade de se aquietar em algum lugar.  A fez a reaprender a se quietar, e que coisa difícil para Coroline fazer! Lhe deu uma meta de vida que a principio foi miseravelmente falha, mas que agora, uma segunda vez, estava parecendo caminhar em algum lugar certo.


Coroline ficou como sempre sozinha na sala, pensativa enquanto olhava para o lado de fora, com ambos os gatos da casa sobre seu colo, o tic-tac ainda ressonava odiosamente em seus ouvidos. Dean havia dito alguma coisa não tinha? Se não conseguisse, faria uma liberação para elas, mas... Suspirou enquanto passava as mãos nos pelos negros de Haru, o gatinho preto de olhos amarelinhos sentado sobre sua coxa enquanto estreitava os seus olhos. Odiosa parecia essa noite nada convidativa para uma história.



UM TEMPO DEPOIS.



Dias se passaram depois da primeira manifestação, a mulher continuou a dedilhar os jornais, a procurar informações que fossem de alguma valia para era começar a dar uma de andarilha por aquela cidade com algum compromisso. Era normal vaguear por aí, andar era um hobby seu e quem quisesse achá-la tinha que rezar para ela não ter esquecido o smartphone em casa. Coroline ficou pensativa enquanto dava seus primeiros passos na rua neste dia, que horas eram? Nem sabia. Saiu cedo demais, o sol nem havia nascido quando pôs o pé para fora da cobertura.


Levou a mão direita a boca, bocejando baixinho, cobrindo os lábios rosados e carnudos cuja as linhas se moviam em gesturas tentadoras a feição da bela. As írises douradas brilhavam em uma entonação curiosa, difícil de não adquirir admiração por sua peculiaridade enquanto observava seus arredores. Perdeu o sono como sempre, recuperou-se cedo demais, e estava vagueando com um velho conhecido, em uma hora onde aqueles que trabalhavam se preparavam para o batente e os outros que pouco favoreciam a sociedade se recolhiam de sua vida noturna, bem, nem todos aprontavam de noite. Ela sabia disso, mas algumas coisas sempre ganhavam mais força que outras.


Enquanto vagueava em alguns pensamentos e procrastinava na rua (sim, ela estava procrastinando). Dean decidiu deixar seus pés a levarem a qualquer lugar, mas primeiro, para que isso acontecesse da forma mais natural possível, passou numa banca por ali perto e comprou um jornal. Enquanto folheava as páginas, ela se mantinha mais uma vez atenta aos ocorridos da cidade, seus olhos passaram pela grade de lutadores, no meio delas estava Setsuna e o pai, e ver a face do ruivo mais velho fez com que Dean rasga-se a página, amassando-a e jogando por cima da cabeça ao passar próxima de uma lata de lixo, atirando a bolinha de papel na mesma. Isso fez com que a atenção da Éther caísse exatamente na matéria sobre as mulheres, mas todo esses ocorridos, só deixavam Dean ainda mais desinteressada nesses acasos aglomerados.


O torneio tinha pouco destaque para uma cidade cuja a reputação vinha de sua violência, de suas constantes lutas e acontecimentos surreais. De repente, Second estava se tornando lentamente a visão do caminho a se percorrer para os direitos iniciais de uma visão utópica, e isso era destaque para um lugar que essas coisas não pareciam condizer muito. Em cada esquina era mais previsível achar uma briga, do que um homem tirando sua jaqueta para uma moça passar por cima de poça d’água. Elas lutavam por direitos, mas ganhavam mais destaque do que sempre foi o “berço” das cidades irmãs. Talvez fosse apenas pensamentos aleatórios, talvez fosse nada de mais, ou, fosse algo importante que ela precisava ver de perto.


—— Eu ainda não acredito que colocaram a foto das garotas do jeito que as acharam.


A voz que veio atrás dela, fez seus olhos se arregalaram minimamente. Dean fechou o jornal na sua mão com rapidez, jogando a cabeça para cima e inclinando o corpo para trás. A pessoa tinha um metro e oitenta, olhos que lembravam campos verdejantes e pele negra, cabelos de tons escuros e bagunçados, todo desleixado. Jason Hawkins. Era o nome dele. E o que ele estava fazendo ali?


—— Oi moça, o que faz essa hora andando aqui sozinha na rua?


Jason riu da expressão confusa dela, passou os braços por debaixo do dela e ergueu a mulher. Foi fácil para ele erguer a morena do chão e arrumar sua postura. Ele então deu alguns tapinhas no ombro dela, como se quisesse trazer ela de volta de sua escapulida mental, mas Dean estava encarando-o tão bem, que parecia que ia abrir um buraco no rapaz do tanto que estava fixo o olhar nele.


—— Vem comigo. —— Ele sussurrou, passando o braço direito pelo dela e a arrastando pela rua.


O rapaz a arrastou até um mercadinho vinte e quatro horas que havia por ali, Dean caminhou do lado dele, encarando-o por baixo, olhando-o de canto uma vez a outra, observando a tensão em sua feição. Jason sempre foi um rapaz de característica calma, livre, despreocupada, e Dean o conhecia na palma de sua mão para saber muito bem que quando o semblante dele se curvava, era por que havia algo de errado. O moreno podia ser alguém intimidador à primeira vista, mas era um coração mole para quem o conhecia.


—— Como é que está você e meus irmãozinhos?


—— Estamos todos bem. E você?


—— Eu estou bem a medida do possível.


O rapaz que já tinha seus vinte e seis anos, parou em frente a um estante com alguns produtos simplórios, coisas que serviriam como petiscos para quando voltasse a seu caminho, ele tomou a sua mão a lata de Pringles de creme de cebola, ele a virava de um a enquanto Dean desviava sua atenção para a sua própria preferência. Sair com os filhos significava que ela ia ganhar alguma coisa, e ela sempre tirava uma casquinha disso. Ele riu baixo quando a viu passar o olhar nas batatas, a mãe sempre teve uma compulsão por batata, só não comia ela com casca quando crua.


—— Quando você veio para cá?


—— Eu estou aqui faz uns dois dias, estava vendo umas coisas, eu queria entrar em contato com você, mas é difícil falar com a senhora.


—— Oh, desculpa, eu estou offline esses dias.


—— É, o Harry me disse. Eu não quis incomodar os meninos também.


—— Me diz aí, o que está fazendo por aqui menino?


—— Eu vim falar com você sobre coisas bem importantes.


—— Minha segurança ou a de outros?


—— Outros mãe, como sempre a de outros.


—— De quem estamos falando?


—— Dos meninos.


—— E eles entram nessa história...?


—— Você ainda mantém aquele velho apartamento, não mantém?


—— Sim.


O cenho dele se franziu.


—— Já escolheu o que quer?


—— Oh! Só um minuto. —— Ela pegou o Pringles Original, então andou devagar com ele, o garoto falava baixo, em sussurro, era quase inaudível, mas Dean o ouvia bem, sua audição a mantinha sempre como se o estivesse ouvindo claramente. Os dois passaram pelo caixa, Jason comprou um maço de cigarro Camel e um isqueiro alaranjado, assim que pagou as compras de sua manhã, saiu com ela para a avenida.


—— Eu quero que você se livre daquele relógio que você encontrou nessa cidade.


—— O quê?


—— Mommy, é o seguinte. —— Ele tirou um cilindro, acendeu-o e levou a boca, tragando. —— Eu notei algumas anormalidades enquanto estava olhando com os Caras sobre possíveis problemas daqueles anormais, depois do que você fez em Linhares, Uri achou melhor verificar se a The World não ia ser a única coisa ainda estar com um pé atrás de você. Bem, nós olhamos, teve uma pequena tentativa de busca de arquivos, alguém tentou fazer uma busca pelos seus arquivos.


—— Meus arquivos, alguns arquivos, ou aqueles arquivos? —— Ela pendeu a sobrancelha, batendo na tampa da lata de batata, parada no farol com ele para fazer sua travessia na avenida que lutou uma vez contra uma alquimista.


——  Seus arquivos, alguém está te investigando, estão curiosos sobre você. A atividade antes era menor, mas os Caras, não são fáceis de lidar, e eu falei com o Sean Donasson, aquele seu amigo do FBI que te conhece a alguns anos, se ele reconhecia algumas assinaturas da programação e leitura que consegui desfragmentar da nossa tentativa de invasão.


—— Então?


——  Ele não me disse muito, até por que o I.A foi bem desgraçado na tarefa de continuar a manter a integridade do sistema, rastrear também não foi fácil, mas vou ser bem sincero, eu dei um alerta aos teus, seja lá quem são, estão de olho em você faz anos, creio eu.


—— Acha que tem algo a ver com o relógio?


—— A primeira frequência que eu achei, foi a mesma interferência que teve no seu apartamento no segundo mês depois daquele incidente, você se lembra?


—— O relógio já não funcionava naquele tempo.


—— Ele pode não funcionar, mas algo dentro dele pode ainda estar funcionando. Disse que tinha mantido ele fechado, dentro daquelas caixas onde costuma guardar os seus brinquedos?


Ela riu da forma que ele chamava os seus “armamentos”.


—— Claro.


—— Suma com ele. Se livre dele.


—— Bom, eu posso fazer isso agora.


—— Quer que eu te acompanhe até lá?


—— Nada, está comigo neste momento.



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Re: ☆ MARKS OF DESTINY ☆ - STORY MODE

Mensagem  Ƨяα.Bogard♔ĿıſıthƧkɣαmıko em Qui Ago 09, 2018 8:41 pm



ㅤㅤㅤㅤ- Roberta! – chamei a minha assistente para podermos terminar o expediente de trabalho.
ㅤㅤㅤㅤA cidade estava um pandemônio com protestos e morte. E o trabalho estava tão estafante que a parte prazerosa de trabalhar com arte antiga ia pelo ralo. O ambiente estava se tornando insuportável.
ㅤㅤㅤㅤ- Sim Lilith? – ergo os olhos ao perceber e ouvir a voz da universitária que havia chamado.
ㅤㅤㅤㅤ- Quero sair o mais rápido desse museu hoje. Romolo está fazendo de tudo para deixar tudo ainda mais insuportável. – falei me levantando da minha mesa e caminhando para ficar de frente para ela. –Tenho peças únicas que preciso restaurar e você fará isso, o que vai te ajudar quando fizer seu relatório. – passo por ela para sair da sala. - Eu te ensino pessoalmente, não queria fazer isso aqui, mas não tem como tirar do museu nada disso. – Ela virou-se para ela já na porta. – Vamos, vou mostra-las para você. – sorri e comecei a caminhar para a sala de restauração do museu.
ㅤㅤㅤㅤRoberta começou a me seguir. Ela é uma negra, com cabelos cacheados estilo black power. Usava jeans, regata, com um cachemira por cima e tênis (deixo a parte das medidas para quem tem especialidade). Ela começou a falar comigo no caminho.
ㅤㅤㅤㅤ- Você está sabendo das mulheres que estão encontrando mortas pela cidade? – ela já estava do meu lado nesse momento. – Eu estou começando a ficar com medo de andar nas ruas à noite.
ㅤㅤㅤㅤ- E não deve sair mesmo. – respondi a olhando fixamente. – Essas pessoas não estão de brincadeira. Pela forma que as meninas estão expostas deve ser algum homem que não tem mais ereção e desconta nas mulheres o problema de pau mole.
ㅤㅤㅤㅤParei de falar por que ela estava com os olhos arregalados, talvez por não ter me visto falar dessa forma até aquele momento. Sorrindo eu abri a porta da sala de restauração e entrei a trancando atrás de mim. Único refúgio do museu que eu conseguia ficar em paz sem as perturbações de Romolo. Pois ele sabia que não deveria me incomodar quando estava ali, era um lugar sagrado. Qualquer erro mínimo arruinaria uma peça valiosa.
ㅤㅤㅤㅤ- Liga os aparelhos para mim, já retorno. – falo sentindo o meu celular vibrando no bolso traseiro da minha calça.
ㅤㅤㅤㅤ- Oi. – comecei a falar em russo no telefone. – Como foi a reunião? – coloquei uma mecha de cabelo atrás da orelha e logo meu polegar começava a girar minha aliança. – Então está tudo dando certo, obrigada por atender meu pedido, Vanya. – agradeço indo para o fim da ligação, quando ouço uma pergunta da russa do outro lado da linha. – Eu sei que sempre faço isso, mas dessa vez não posso estar ligada a nada disso, quanto mais na sombra eu ficar, melhor. – despeço em seguida e encerro a ligação voltando para dentro da sala de restauração.
ㅤㅤㅤㅤVanya é uma excelente assistente para meus negócios mais ilegais, não era fácil ser intimidada e era lutadora de systema, uma das melhores no submundo e temida por muitos. Consegui sua confiança quando ela foi pega numa engendrada armadilha de uns figurões japoneses da Yakuza.
ㅤㅤㅤㅤPassei o resto do expediente explicando para Roberta como fazia restauração da peça de madeira que havia chegado. E também ensinei como fazia o teste de carbono para fazer a datação e estimar o valor.
ㅤㅤㅤㅤO dia piorou quando deu a hora de eu ir embora. O cheiro de perfume almiscarado chegou primeiro, torci o nariz e já me preparei para ouvir a voz dele. Respirei fundo e peguei minha bolsa e sai da minha sala. Ele chegou naquele momento.
ㅤㅤㅤㅤ- Já vai embora, sénhorá Bogárd? – sim, ele pronunciava com deboche e entonação aquelas letras.
ㅤㅤㅤㅤMinha intensão era não responder, caminho para a saída, mas logo paro e me viro começando a falar.
ㅤㅤㅤㅤ- Sim, você sabe que já estou indo para casa. Sabe! Um dia eu vou abandonar tudo isso aqui e tudo voltará às moscas! Boa noite!
ㅤㅤㅤㅤViro-me para ir embora. Não via a hora de chegar em casa para transar com Terry. Eu passava o dia com tesão, saia de casa para trabalhar depois de transar e continuava com vontade de fazer sexo pelo dia inteiro aturando as gracinhas do meu chefe, era um dia para se esquecer.



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