2nd South
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Katarina Alves vs Thε Mαdnεss Ω Λlιсє

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Re: Katarina Alves vs Thε Mαdnεss Ω Λlιсє

Mensagem  Ralf "IKARI" Jones em Dom Abr 22, 2018 9:05 pm






Um confronto muito louco

ATENÇÃO:

O texto a seguir pode conter ou não o uso constante de palavrões! A leitura deste tipo de material é de sua total responsabilidade!!

O conteúdo referente a qualquer Non-Player Character (NPC) é de minha total responsabilidade e não, estes não serão removidos do texto sob qualquer alegação ou reclamação por parte dos mesmos ou terceiros.

Não sera alterado nada do texto caso terceiros ou os próprios lutadores não gostem do que está aqui escrito.

Boa leitura.

Universal Arena, Second Southtown, EUA.
15H00 da tarde.

O Coronel Ralf Jones e o Tenente Clark Still saíam do point favorito do moreno colossal após uma pausa para investigar se as bebidas do Old Line ainda estavam na validade necessária para serem consumidas pelo de maior patente. Ralf cambaleava pelas ruas de Second até chegar no local onde eles deixaram o carro enquanto Clark se mantinha inteiro e sóbrio. O Coronel se recusava em receber ajuda do loiro, afirmando estar bem para continuar até chegarem ao jeep verde militar na qual usaram para chegar até o Universal Arena e dali ir a pé até o bar. No meio do caminho, e já próximo ao veículo, Jones esbarrava em uma senhora de idade, fazendo sua dentadura pular para fora da boca. A dentária da mulher parecia ganhar vida própria, começando a pular atrás do Ikari em uma insana tentativa de morder-lhe a bunda. O Coronel corria de forma cômica em torno de Clark e da velhinha que ria sem parar.


Clark, por outro lado, parecia querer dar um tiro na própria cabeça diante daquela cena lamentável. O moreno saltava em meio a corrida e ao tocar no chão o mesmo se virava já preparado para dar um belo GALACTICA PHANTOM na dentadura, contudo, ao se abaixar para carregar o golpe... AAAAAAAAHHHHH ... A arcada dentária da velha o mordia em cheio, fazendo Ralf estremecer o planeta com seu grito. A senhora pegava seus dentes de volta e os colocava na boca, comentando logo em seguida: Huhuhu... Já fazia tempo que eu não sentia algo tão gostoso na boca hihihi... Mas poderia ser outra coisa, hum, bonitão?, e piscava para Ralf em seguida. Os Ikari Warriors ficavam sem ação diante da situação. A mulher se preparava para ir embora quando o Tenente a abordava e lhe perguntava seu nome.

- Goketsuji... Goketsuji Otane!!

Os mercenários arregalavam os olhos, aquela era a primeira vez que ficavam de frente para Otane Goketsuji já tão mencionada por Heidern, assim como sua irmã, Oume. A lenda se ia e Ralf olhava para Clark com cara de quem queria ajuda para chegar até o jeep verde militar que se encontrava a quase 50 metros de distância da dupla, fazendo o loiro rir, mas logo oferecendo seu ombro para o companheiro se apoiar. Ao chegarem no carro, por motivos de segurança o Tenente assumia o volante e Ralf ia deitado no banco de trás, e assim a dupla se preparava para voltar a base que ficava dentro do departamento policial de Second.

5th Ave & 2nd St, Second Southtown, EUA.
15H26 da tarde.

A dupla se deparava com um trânsito na quinta avenida com a segunda rua, algo já esperado pelos mesmos. Clark olhava para ver o que acontecia enquanto Ralf começava a despertar e procurar saber onde estava, sentindo-se perdido no espaço. O moreno colossal saltava do carro e caminhava entre os carros parados, deixando o Tenente ainda dentro do veículo apenas o observando andando como se nada estivesse acontecendo. Clark levava a mão destra a testa enquanto movia o rosto negativamente, repreendendo o ato do outro. O Tenente puxava o freio de mão, desligava o jeep, retirava a chave do carro e saía do veículo, trancando-o para logo em seguida ir atrás do Coronel. Ao que tudo indicava havia acontecido uma batida mais a frente e uma das partes envolvidas era barraqueira, dona de um gênio explosivo igual ao de Jones, fazendo-o se identificar com a mesma, mas a doida estava arrumando confusão com Alice Yagami e isso não seria algo bom.

- E fodeu...

Dizia o militar ao ver Alice responder a mulher. Como a pequena entendeu o que a gostosa falou (em português) Ralf não sabe, mas Alice de algum modo entendeu e respondeu a altura. Briga! Briga! Briga! - gritavam algumas pessoas a volta. Os militares não podiam interferir, não ainda, apenas caso fosse realmente necessário. O Coronel, apesar de "alto", ordenava a Clark que ambos ficassem ali mesmo apenas observando e anotando dados daquela mulher que ambos nunca haviam visto por Second, assim como anotando os dados de Alice, pois poderia vir novas informações sobre as habilidades da pequena. A mulher iniciava seu primeiro ataque para com a jovem insana, onde a dupla agora podia testemunhar a peleja que se iniciava. A sequência de chutes de Katarina levava Ralf a fazer um comentário com duplo sentido, fazendo Clark ficar na dúvida se ria ou se lamentava a piada.

- Ela é boa usando as pernas, heim!? Hehehe


Alice era rápida e tinha bons reflexos, conseguindo escapar e defender-se dos ataques com facilidade, fazendo surgir até um guarda-chuva mágico absolutamente do nada tal qual fora com a faca que outrora havia em sua mão, e por falar no objeto cortante era com ele que Alice reagia e começava seu ataque. Por sorte ou habilidade, Katarina era rápida e igualmente dona de bons reflexões, saindo com apenas alguns arranhões dos golpes da pequena Yagami e sua faca. Ralf ficava impressionado com tudo o que via ali, pois na verdade estava enxergando tudo duplicado, ficando até confuso em alguns momentos. Coronel... - Dizia Clark ao chamar atenção do superior para as autoridades que se aproximavam e começavam a conter as pessoas ali.


Quando a dupla voltava a olhar para a peleja, Katarina estava dando uma sequência de socos contra a filha de Hinata, isto é, uma boa lição da criança demente, que logo se recuperava e reagia, transformando-se em um enxame de borboletas que passavam pela gostosa e formavam a imagem de Alice atrás de Katarina para mais uma vez a atacar de forma suja e com uma arma vinda direto da puta que pariu. Contudo, a gostosa se demonstrava mais rápida e experiente do que a pequena mimada, atacando a menor antes que fosse atacada pela mesma, deixando Ralf impressionado e interessado naquela mulher. Clark, por usa vez, apenas acompanhava os acontecimentos e registrava tudo em sua mente para mais tarde criar um relatório sobre Katarina Alves e atualizar qualquer informação sobre Alice Yagami.

O Tenente ficava impressionado com a força de Katarina, pois talvez aquela tenha sido a primeira vez que o loiro viu alguém fazer Alice lacrimejar após receber um golpe e isso era interessante, pois revelava a força de uma lutadora e a humanidade da outra. A mulher parecia continuar com sua sequência de chutes quando Alice mais uma vez desaparecia, no entanto, agora encolhendo e não se teletransportando. A menina era esperta e tentava esfaquear a adversária por baixo, incapacitando-a de continuar com a peleja, entretanto, Katarina tinha uma velocidade do cão e sabia sempre se livrar dos golpes da adolescente de uma forma cada vez mais "Sonicnista" do que nunca, cada vez mais veloz, velooz, veloooz, velooooozzzz... Ralf ria disso, ele gostava daquilo e o Tenente mais uma vez fazia o papel de avisar ao Coronel sobre as autoridades ao redor. Os policiais apontavam suas armas para as lutadoras, dando-lhes voz de prisão e talvez agora fosse a hora dos mercenários agirem e livrarem a cara daquelas duas, ganhando pontos com o velho Yagami e com a gostosa ali.

- Não zombe dos meus poderes! Você não sabe do que sou capaz! - Ralf caía em uma gargalhada que talvez chamasse a atenção para si. Ele sabia que aquela fedelha tinha problemas mentais e ouvi-la dizer aquilo era algo sensacional, cadê o Setsuna nessas horas? Ele precisava ouvir aquilo para depois não ficar puto com Ralf. Alice falava de si mesma como se fosse a própria reencarnação do mal, elevando seus poderes a níveis que sequer alcança. A pequena então mostrava seu dedo do meio para a adversária em um ato nada educado, fazendo Ralf rir ainda mais alto, fazendo Clark passar vergonha com o Coronel. Enquanto isso, Katarina falava qualquer coisa com um dos policiais e entrava no carro, saindo do cenário sem mais e nem menos, deixando Jones ainda mais instigado em querer reencontrar aquela mulher e saber mais sobre ela. Clark, todavia, anotava a placa do carro e enviava para a base, solicitando mais informações sobre o veículo e a motorista, descobrindo que se tratava de um carro alugado e o nome daquela mulher era Katarina Alves, brasileira, solteira, e demais dados.

P.S.: Torcida para Katarina s2





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Re: Katarina Alves vs Thε Mαdnεss Ω Λlιсє

Mensagem  Cσяσlιиε Ð. Hαωкιиѕ em Qua Maio 02, 2018 10:20 pm




Seguindo as regras da comunidade, esse julgamento será feito através dos critérios presentes no S.A.I (Sistema de Avaliação Interpretativa), levando em conta a regra escolhida pelos combatentes. A gramática não será levada em consideração e NADA do que está aqui será mudado, este julgamento jamais deverá ser visto como uma verdade absoluta, pois todos somos passivos de erros e acertos.


Cada lutadora tem o seu valor, assim como o torcedor da luta. Um julgamento é feito através do acompanhamento da luta, fazendo sua leitura e a constante releitura da mesma. O valor de cada integrante deve ser respeitado, inclusive o tempo que é colocado para fazer com que tudo aconteça da melhor forma possível. Uma vez que nenhum de nós jamais esqueçamos disso, vamos para o que é tão aguardado!



KATARINA.


5th Ave. & 2nd St, sempre foi um lugar caótico, e essa é a primeira vez desde que estive presente nesta cidade em que o lutador faz parte de um acidente, e não do conjunto de telespectadores de um deles. A forma que você usa as postagens para contar a sua história e tentar nos aproximar de sua personagem é muito agradável, podemos não ficar muito próximos de Katarina, mas ela não está tão longe do nosso alcance, como por exemplo, há um propósito para ela estar na cidade, e não é qualquer objetivo. Ele poderia ter sido parte da irritação dela junto ao acidente, o que causaria toda uma explosão a ponto de se engajar em uma batalha por uma má olhada.


São pequenos detalhes como esse, se mais trabalhados, ou terem um pouco mais de atenção, que tornam o enredo da sua luta mais rico. Você não precisa ser a pessoa mais detalhista, mas estes pequenos pontos dão vida aos textos. Um exemplo mais vívido e presente nos seus turnos, é a enfatização do comportamento! As provocações, a sua explicação da falta de postura dela em combate que apresenta uma confiança sobre as habilidades, a arrogância dela. Tudo isso compõe, junto as ações descritas de movimentos da arte marcial dela (que são bem descritos junto a visualização da movelist), em uma boa interpretação.


Estes detalhes, por exemplo, não só podem servir para você futuramente, como também, podem te ajudar a se atentar mais sobre os turnos de seus oponentes.


OS ROUNDS.


É bem gratificante ver como um novo jogador pode ser tão perspicaz e astuto em sua estreia. Você aparenta não ser alguém sem experiência, analisando sua oponente e tendo uma observação interessante. Seu uso de espaço o tempo no Round 1 é proveitoso, e a descrição de seus golpes são claras, a narrativa por si só faz um ótimo trabalho. Apesar de um início brilhante, você não teve resposta com a suposta defesa da sua oponente no Round 1 dela. Vamos lá. Eu vou te mostrar. Quando Alice usa o The Umbrella. Ela tem uma reação no seu quarto chute, onde ela estima dar certo, deixando que a possibilidade do acerto ou erro fique nas suas mãos, entretanto, no seu round 2, logo no início, que é onde se espera a resposta em defesa ao ataque posto de seu oponente feito no Round 1 – Movimento 2 dele, você se quer narrou algo. Não mostrou o que faria para não dar certo o encontro, assim como não narrou o feito que ocorreria se houvesse o confronto. Você passa desse ato e vai direto para Knife Combo da sua oponente. Nunca esqueça que até mesmo uma pequenina ação, faz parte da sua luta. Uma vez que ela vai direto as sequências de Alice, você se encontra bem para desviar da garota, mesmo levando danos superficiais por isso.


Eu gosto do jeito que você luta. Não tem medo, não tem receio, é confiante e seu Timing vai te garantir muitas experiências por aqui, e vemos isso logo de cara no Round 2. O Tempo de execução do Rush Push Combo é bem peculiar, mas a combinação com o Wild Canary é bem elaborada. Neste Round, você foi bem, seguiu as ações de Alice e tentou logo de primeira finalizar com todo uma sequência de ações dela. Você que vem falando de seu background, contanto de sua história, relembrando a nós que não é uma lutadora de primeira viagem, deixa nesta sua “defesa” isso bem claro, ao não se deixar encantar pelos efeitos do teleporte da menina, e indo direito a um desfecho para desfazer as ações da criança. Só que as borboletas do Butterfly Teleport não são ficcionais, se movem como um enxame de abelhas, e por mais que elas não lhe causem nenhum dano, a ação é clara, “Tão rápidas quanto um lance de vista”. Um lance de vista, seria equivalente a um “instante”, ou seja, é quase uma ação “iminente”, e mesmo assim, você pegou a “finta”, como se já tivesse a presenciado, visto algo igual, ou até mesmo idêntico! Deixando-a capacitada de ver tão rapidamente as borboletas de um ato instantâneo voltar a ser a garotinha.

 

Para finalizar a análise dos Rounds, seguindo a sua ação anterior, você foi muito bem em tentar desestabilizar a menina, desde o seu primeiro Round, não há nada a se dizer sobre a sua forma de ataque, suas combinações são elaboradas, mais uma vez você tenta usar o tempo que tem da melhor forma possível, mas dessa vez, a sua defesa se perde. Em seu defensivo, você enxerga o Shrink Sense como uma nova forma de teleporte, mas a única coisa que se pode dizer em que eles são semelhantes é o tempo de execução, isso de acordo com a descrição do seu oponente. Retomando isso, vamos relembrar que Alice recebeu o seu primeiro ataque, o que leva a ação do seu Rage Art.  Entretanto, ela some durante a sua execução, onde seus chutes ainda ocorrem a altura da cabeça do oponente, e não quando você iria começa-lo, e ainda retorna abaixada para lhe dar uma facada, está que mais uma vez, de alguma forma, tal ação foi antecipada com uma velocidade surpreendente.



ALICE.


Sua escrita é boa, bem fluida. Apesar de eu particularmente não ser muito propensa a este estilo de narrativa, para turnos narrados em primeira pessoa, você não se perde em nenhum momento na ordem dos fatores, só precisa dar um pouco mais de atenção a algumas informações. Alice aparenta ser uma personagem que tem bastante feedback, e algumas menções do passado dela precisariam assim como os de sua oponente de algum acabamento para desconhecidos. Eu posso saber o que vocês dizem, mas pode ter pessoas que não. Ah! Uma pergunta! Alice é poliglota?


Gostei do aproveitamento da deixa do prologo de seu adversário, a utilização dos Npc’s durante o embate é muito bem moldada e deixa uma pontada de empolgação a mais na luta. As reações durante a luta, as “inspirações” internas, tirando essas observações presentes em praticamente todos os seus turnos, não há muito o que enfatizar mais, pois as maiores analises, sempre acabam estando presentes nos Rounds.


OS ROUNDS.


Em seu primeiro round, você se vira muito bem a sua maneira, principalmente para alguém que não tem experiencia. Há uma certa tenacidade em sua defesa, não desistiu em nenhum momento, e até mesmo tentou se aproveitar de uma brecha. No entanto, temos uma lutadora com bastante experiencia, e com um corpo treinado para um determinado tipo de combate, só que a partir do momento em que você cobre a sua cabeça, até tentar se desvencilhar para trás, pegar o seu guarda-chuva mágico, e contra-atacar, o Wing Cutter é executado com a perna direita. Katarina não realiza uma troca entre as pernas, e você recebe uma sequência de chutes sem trégua. Se houvesse uma troca, a base exigiria uma parada, nem que fosse mínima, o que seria o suficiente para você sacar a sua arma mágica em tempo para defender com muita destreza o que vem a seguir, mas ela não para a execução do golpe, nem mesmo quando você desvia. Apesar dessa observação, como lutadora, você não fica atrás de sua oponente de cabeça quente. A audácia é uma porta cheia de surpresas, e mesmo não tendo uma resposta em seu contra-ataque em relação ao coice dela, a sua investida é boa e a descrição de seus movimentos é clara.


Das ações seguintes, as reações que você demonstra em cada ataque recebido durante o round 2 são muito contundentes. Em uma luta, por mais forte que sejamos (ou até mesmo resistentes), a dor é inevitável, e a demonstração da mesma, nem que seja através de um desconforto é muito essencial. Juntamente a isto, a criatividade para a elaboração de suas ações com suas habilidades é bem agradável de se ler. Você fez um bom uso da jogatina com o seu teleporte e o tempo que ganharia com ele, caso fosse bem-sucedida, e a forma narrativa que escolheu para contar a sua história continua se apresentando clara, sem se perder durante o desenvolvimento desta postagem e a seguinte.


No seu último ato, assim como no anterior, não há muito um relato a se dizer. Como no round predecessor, você não teve defesa, apenas continuou a mostrar que não tem medo de receber danos, assim como prevalece obstinada em vencer a sua oponente, mas o que torna esse terceiro round interessante é que além de continuar usando de suas habilidades para surpreender o seu oponente, você se quer aparenta ser uma combatente inexperiente. Até mesmo o uso do seu senso (“instinto”, ou use a expressão que melhor lhe convir aqui), mais as táticas para atacar ou contra-atacar Katarina é credível, a ponto de deixar a dúvida se você realmente é a garotinha que precisa de alguma experiencia a mais como você quer nos passar.





Uma boa luta, duas narradoras que se mantém em boa parte de seus textos em ordem. Ambas foram criativas, fizeram boas elaborações de seu arsenal pessoal. Tivemos um bom uso do tempo, para se fazer de uma boa resposta, seja em contra-ataque ou defesa (mesmo que suposição), mas por conta do que eu acredito ser falta de atenção, algumas postagens me parecerem incompletas. Talvez seja a falta de reações ou a “suposta” premeditação de ataques, que me deixou um pouco em dúvida sobre esse julgamento.


Um veredicto não é baseado em quem apanha ou bate mais. A verdade é que desde do início até o fim, o que se é apontado, é justamente o que acho que deve ser importante e muito útil para vocês continuarem melhorando, mas por conta dessas duas características, onde uma está presente mais do que eu desejaria encontrar e a outra se encontra em falta, eu declaro ALICE YAGAMI, vencedora dessa luta.



TORCIDA.


Como você é o único jogador que postou Ralf, então não á comparativos a ser feito. Sua postagem é divertida, cômica e triste ao mesmo tempo por ver que infelizmente, logo você precisará procurar por um AA. Coronel, me atrevo a dizer que é a primeira vez que me diverti com o Clark, e se Alice mostrou alguma humanidade, o Tenente está de parabéns de ter alguma, pelo menos, mostrou reações que eu tenha presenciado como humanas, sem ser o típico comportamento robótico. Entretanto, como sempre, pouca sutileza no escárnio continua sendo a sua arte, mas sua narração, sem dúvida é impecável pelo aproveitamento de cada processo visualizado desta luta. Só que Coronel, você não encorajou, nem incentivou a pessoa a qual veio ver na sua torcida, mais fez uma retrospectiva do seu ponto de vista do que uma torcida.




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Re: Katarina Alves vs Thε Mαdnεss Ω Λlιсє

Mensagem  Katarina Alves em Qui Maio 03, 2018 9:30 am

Eu acho legal os toques apontados aqui no julgo. Assim como viram que eu não dei importancia ou ignorei movimentos, isso eu descorto completamente, primeiro que estamos falando de uma luta. Nenhum lutador em um 'ringue' por mais novato que seja, ficará desligado e abobalhado com efeitos 'cinematograficos' dos movimentos de seu adversário. Se encara uma luta com seriedade, qualquer lutador corpo-a-corpo possui a cima de tudo agilidade de movimento, ou seja, ele é rápido para perceber o que seu adversário está fazendo para defender-se ou atacar de forma mais eficiente. Não vejo que eu fui demasiadamente rápida, só fiz jus a uma luta corpo-a-corpo que você tem que estar preparado para tudo. Em enxame de borboletas não iria desnortear uma lutadora que teve base vivendo nas ruas, que a todo instante vive em constante alerta. E a primeira coisa a se fazer é olhar o seu redor a procura do oponente que 'sumiu do nada' e não continuar um ataque ao vento. E se não estão as borboletas a sua frente, o mais óbvio é que esteja a suas costas, isso é pensamento rápido e perpicaz de qualquer lutador. Se eu vi ela se formando, logo ela não me pegou de surpresa com a marreta, se eu virei de frente para ela, logo ela não me acertou com a marreta o movimento dela com a marreta foi ao vento, visto isso eu fui da esquiva da marreta ao ataque de faca dela, já que ela faz tudo em 'um lance de vista'. Sobre o encolhimento dela, vejo que ignoraram uma posição de chute de uma pessoa também, ela não está com o corpo grudado no oponente para desferir chutes, tem uma certa distância para a execussão do mesmo. Levando isso em consideração, não vejo por que continuar chutando o vento como disse anteriormente, numa luta de ringue onde oponente some você fica retezado e vendo onde possivelmente irá aparecer. E eu não ignorei a movimentação dela, visto que ela própria fez isso, já que quando você encolhe de tamanho suas passadas ficam relativa ao tamanho que você está no momento. Logo se eu retesei minha perna para saltar, ela iria voltar ao tamanho normal fora de onde estava a minha perna. Quantos passo foram preciso para chegar em mim quando encolheu? Visto que eu não iria ficar chutando o vento, lutador experiente está atendo ao seu oponente, você se move como ele se move, se sumiu não tinha por que eu ficar alucinada chutando o vento. Por isso fui enfática com a vida que Katarina teve e sua experiência no ringue.

Obrigada pelos toques e pela luta!
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Re: Katarina Alves vs Thε Mαdnεss Ω Λlιсє

Mensagem  Thε Mαdnεss Ω Λlιсє em Qui Maio 03, 2018 10:42 am

Primeiramente, eu agradeço à Katarina pela luta e pela Dean ao julgamento.
Acho que tenho que esclarecer alguns pontos à respeito das minhas habilidades de combate que são inteiramente baseadas no que é visto dentro dos jogos American McGee Alice e Alice Madness Returns. Sobre o teleporte de borboletas, a desmaterialização e materialização do corpo da Alice é extremamente rápida, visto que a habilidade em jogo serve para a personagem esquivar de ataques que venham de qualquer direção (lembrando que ela é uma personagem de Hack'in Slash, ou seja, ela confronta mais de um oponente ao mesmo tempo, atacando-a de todos os lados). A única possibilidade de dano que ocorre no jogo é quando uma das Ruínas Monstruosas atacam com geiseres de fogo no chão, qualquer outro ataque corpo a corpo não funciona enquanto ela ainda está em animação de borboletas. Ao todo, a técnica funciona em si como um teleporte, move-se rápido o bastante para confundir, desorientar e causar confusão nos inimigos. Não reclamo do seu ponto de vista em não se surpreender e até mesmo ter me atacado enquanto ainda me formo, seu pensamento de olhar para trás foi lógico e compreensível, no entanto, só quero informá-la de que a técnica não é apenas efeitos especiais. Ela tem uma propriedade muito maior do que isso.
Sobre o Shrink Sense, dentro do jogo, sim. A técnica faz com que a personagem tenha o dobro de tempo para cobrir mais campo enquanto está com a forma ativada. No entanto, eu usei a mesma visão de luta que você me passou nos rounds anteriores, uma resposta rápida e em poucos segundos. Eu não movi. Eu apenas encolhi estando ainda no alcance dos seus chutes, agachei e retornei ao tamanho original ainda em tempo de você estar dando seu primeiro golpe do rage art, que estaria acima de minha cabeça por estar agachada. Eu não precisei dar passo algum para executar a estratégia de ataque elaborada no round 3 move 2.
Novamente, só estou esclarecendo como funcionam as minhas habilidades. Entendo que elas possam serem confusas em um certo ponto de vista, até mesmo surreais para se tratar em uma luta séria, no entanto eu não posso descaracterizar a minha personagem e tenho de respeitá-la o máximo possível em combate. A luta foi divertida, me ajudou a trabalhar um pouco mais nas emoções humanas da garota, me fez pensar um pouco mais à respeito da falta de experiência dela numa luta, além de incentivá-la a melhorar cada vez mais. Espero que o resultado do combate não atrapalhe nossas futuras interações Kat. Eu agradeço mesmo pelo tempo e pela paciência.

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Re: Katarina Alves vs Thε Mαdnεss Ω Λlιсє

Mensagem  Đεstroчεr ⌠ 八神 庵 ⌡ em Sex Maio 04, 2018 2:20 am

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Re: Katarina Alves vs Thε Mαdnεss Ω Λlιсє

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