2nd South
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*Memory Circus Tournament* Laura Matsuda vs Pedro Maia

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*Memory Circus Tournament* Laura Matsuda vs Pedro Maia

Mensagem  General 3YE W.D. Gaster em Qua Dez 27, 2017 9:47 am

2ª luta - 2ª fase ( eliminatórias)



Laura Matsuda X Pedro Maia


Local da batalha: Castle Dungeon ( Masmorra do Castelo)



Descrição do local:
As masmorras do castelo, localizadas no subsolo central do mesmo. A Área do combate fica na parte mais funda. Há uma enorme arca de material dourado de aparência antiga, assim como caixões e gárgulas próximos a um grande poço largo e uma fonte próxima a escadaria. Um aroma "férreo" pode ser sentido em todo o local. A área foi isolada do tour do castelo para a luta. Qualquer efeito colateral é esperado. Horário da luta: 19:00. Câmeras nas paredes e colunas prontas para transmissão.

Regra para o Combate: Real Bout Rules ( 3 rounds + defensivo)

Ordem de iniciativa: Laura começa a luta


Última edição por Sra.Bogard,LilithSkyamiko em Dom Fev 18, 2018 12:54 am, editado 2 vez(es) (Razão : Para fazer inclusão dos links de perfis dos lutadores)
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Prólogo

Mensagem  Łauraணatsuda❝єlєтяicGiяl❞ em Qui Jan 04, 2018 8:33 pm



єlєтяic
Łaura ணatsuda
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ㅤㅤㅤ O FIM DA LUTA
ㅤㅤㅤ Tinha acabado, finalmente o ‘gongo’ soou e Laura foi liberada daquela luta, resultado não era algo que ela estava interessada em saber no momento, depois sim, ela iria atrás de saber como foi seu desempenho.
ㅤㅤㅤ Duck King veio em auxilio da brasileira, ela sangrava pelo nariz de modo preocupante.
ㅤㅤㅤ - Você está bem, morena?! Que luta!!! – ele a auxiliou com um abraço.
ㅤㅤㅤ Dando apoio a mulher, caminhou ao lado dela até algum ponto que poderia ser usado como atendimento médico. Assim Laura poderia colocar o nariz no lugar e estancar o sangramento.
ㅤㅤㅤ - Você viu o que ele tentou fazer, nego? – ela perguntou olhando para o namorado.
ㅤㅤㅤ - Não, o quê? – ele perguntou jogando para trás seus cabelos úmidos.
ㅤㅤㅤ Ele tinha somente um moicano, mas bem abundante de fios, o que sempre caia sobre seu rosto.
ㅤㅤㅤ - Ele tentou congelar meu braço. – ela falou olhando de forma curiosa e confusa para uma das paredes do castelo.
ㅤㅤㅤ - Hmmmm... – Duck murmurou coçando o queixo.

ㅤㅤㅤ E A NOITE CHEGA...

ㅤㅤㅤ O casal estava muito bem alimentado, haviam conseguido um jantar delicioso, Laura ainda usava o curativo no nariz quando se aproximou do negro.
ㅤㅤㅤ - Você pode? – ela pergunta estendendo um pote de creme para ele.
ㅤㅤㅤ Ele pegou o cosmético com uma expressão interrogativa.
ㅤㅤㅤ - Passar em mim, ajuda amenizar os hematomas. – ela falou sorrindo.
ㅤㅤㅤ - Claro, claro... – ele falou se levantando.
ㅤㅤㅤ Laura se livrou do roupão que vestiu após o banho e deitou de bruços na cama para Duck passar o creme pelo seu corpo. Ela estava relaxada aproveitando para aproveitar o calor das mãos dele passando por seu corpo e a leve massagem que ganhava.
ㅤㅤㅤ Os minutos foram passando enquanto os dois aproveitavam o espaço que Laura havia ganhado para ficar enquanto competia no torneio.
ㅤㅤㅤ - SEGURA MORENA, UFFF! – a voz de Duck reverbera pelo quarto.
ㅤㅤㅤ Os dois estranharam no inicio não ter um pouco de música para aproveitar, mas a brasileira utilizou o aparelho de celular para servir de aparelho de som.
ㅤㅤㅤ Laura sempre protestava quando Duck se afastava dela. Mas ele sempre voltava com ainda mais vontade, os gemidos dos dois pareciam seguir a música, não se estendeu em muitas horas aquilo, os corpos dos dois estavam molhados de suor e o americano sabia fazer a brasileira chegar em seu limite e se entregar ao orgasmo.
ㅤㅤㅤ - OOOOOOOOOOHHHH, NEGO!

ㅤㅤㅤ DIA DA LUTA

ㅤㅤㅤ Laura tinha passado boa parte do seu tempo com o americano no quarto, ela não se interessava muito pelos atrativos do castelo. Agradecia todos os dias pelo negro tê-la acompanhado. Após quatro dias, os dois resolveram jantar e caminhar pelo castelo, uma exploração. Com segundas intenções por parte do casal, claro.
ㅤㅤㅤ Não sabiam para onde estavam indo, entrando em corredores e portas, tentando evitar abordagens por parte das pessoas que habitavam ou visitavam. Em uma tentativa de fuga dessas, os dois foram parar num lugar mal iluminado, tinha um ar de porão sombrio com tumbas, teias de aranha antigas e estatuas.
ㅤㅤㅤ O que chamou atenção da brasileira foi um tipo de fonte de água, mas com um conteúdo totalmente vermelho em frente as escadas, não tinha como falar que era o liquido que estava ali, mas ela não estava com tanta curiosidade assim.
ㅤㅤㅤ - WOOOWW! Que lugar é esse? – foi Duck falando, sempre com seu jeito exagerado.
ㅤㅤㅤ Laura sorriu e aproveitou que o namorado ainda segurava sua mão e puxou ele para junto de si.
ㅤㅤㅤ - É aonde você vai, me foder. – após essa breve frase ela o beija.
ㅤㅤㅤ Os lábios dos dois se juntam com fome. Parecia que o casal não se esgotava, não enjoavam um do outro. Quanto mais fodiam, mais queriam continuar fodendo.
ㅤㅤㅤ Laura não fazia ideia que ali se daria sua próxima luta, só queria sentir o pau do namorado novamente dentro dela.

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Re: *Memory Circus Tournament* Laura Matsuda vs Pedro Maia

Mensagem  ★|☆ ~ Pedro Maia ~ ☆|★ em Sex Jan 05, 2018 12:46 am




Prólogo - Enfim começa a fase 2 do torneio

O despertar do herói, Pedro retoma a seu objetivo!


Golpe certeiro. Danos. Dor. Caio. Desmaio. Não sei o que acontece depois. Acordo em meu quarto. Visto um pijama. Não o coloquei. Colocaram. Branco. Azul. Listras verticais. Bolsos nas laterais. Meu cabelo amarelo. Minha pele alva. Aquela roupa. Sinto-me uma Banana de Pijama. Dou risada. Sinto um pouco de dor. Costelas? Talvez. Não sei. Tudo dói. Já é de dia. Tento me levantar. Levanto-me. Espreguiço-me. Vou a janela. Uma menina pula para fora de seu quarto. Louca. É perigoso. Assusto-me. Ela tem um"helicóptero" nas costas. Quem será? Som de ronco. É a minha barriga. Ela pede comida. Estou fedendo. Bafo horrível. O que fazer primeiro. Comer ou higiene pessoal? Melhor estar apresentável. Vou ao banheiro. Tiro minhas roupas. Humm... Não, melhor passar no vaso antes. Talvez não seja somente fome. Levanto a tampa. Ah que alívio... Não, não era só fome. O odor se espalha rápido. Argh!!! É nojento!!! Mas também aliviador, realmente. Levanto. Limpo-me. Jogo o papel fora na lixeira. Dou descarga. Lavo as mãos. Entro no box. Tomo banho. Sinto um pouco de dor. Estranhamente meu corpo não está tão prejudicado como pensei. Sorrio. Saio do banho. Seco-me. Escovo os dentes e a língua. Volto pelado para o quarto. Abro o armário que lá existia. Não sei quem é, mas sempre alguém põe roupas novas para mim. Pego algumas peças. Cueca preta. Calça jeans de joelhos rasgados. Meias brancas. Tênis de corrida verde escuro com detalhes roxos. Camisa branca, sem estampa. Casado do Incrível Hulk. É, eu achei bonito, resolvi pôr por cima.



Pego meus documentos e afins. Saio do quarto. Vou para o banquete. Devoro tudo em poucos instantes. Os visitantes, moradores e funcionários se assustam comigo. Sou muito magro para comer daquele jeito. Peço menos de 50 kg. Como igual um ogro de 200 kg. Saio dali. Ando pelo parque. É tão lindo. Acho que nada aqui precisa muda. É tão lindo, podiam deixar assim como está. Eu estou adorando. É tão lindo. Ando calmamente. Olho as crianças correndo. Os doces. As vendinhas. Os brinquedos. As cores vibrantes. O parque me encanta. Eu pareço estar só no melhor lugar do planeta. Não me seguro. Saio correndo por ai. Estou feliz. Estou rindo. Nossa há quanto tempo não me sinto assim? Vou a vários brinquedos, alguns até onde eu nem deveria ir por já estar velho demais. Não ligo. Eu vou nos carrinhos de bate-bate. Ando na montanha russa. Acerto na boca do palhaço. Pego um urso de pelúcia de um metro. Ando com ele pelo parque. Estou muito animado. Que lugar legal. Podia ficar para sempre em Second Southtown. As horas vão avançando e eu nem percebo. Não ligo, não tenho nenhum compromisso. Não tenho nada com o que me preocupar mesmo. Estou bem aqui. Não sei nem como vim parar nesse castelo. Só sei que não quero sair dele. Sorrio. Corro. Pulo. Grito. Faço amigos. Tiro fotos com algumas pessoas que dizem torcer por mim no tornei. Isso me deixa tão feliz.



~ Hei!!



Alguém me chama. Olho para trás.



~ Aaah!!



Levo um soco na cara. Caio no chão. O local arde. Incha. Levo a mão direita até minha bochecha oposta - local do murro. Espanto-me ao ver quem me bateu. João!! Meu melhor amigo, João!! Ele se aproxima. Ele me puxa pelo colarinho. Ele me joga contra a parede mais próxima. Estou assustado. Não entendo o porquê de João agir assim comigo. Não fiz nada para ele. Não me lembro de fazer nada a ninguém. João me bate de novo na parede e grita comigo. Não consigo responder tamanho o medo. As pessoas ao redor se assustam. Comentam. Não fazem nada. Observam a cena.



~ Você está maluco!? O que deu em você, Pedro??



João briga comigo. Ele sabia que eu vinha para o torneio. Ele sabia o motivo de eu ter aceitado entrar no torneio. Mas e eu? Eu não me lembrava mais. Era como se o parque e sua beleza tivessem me limpado a mente. Talvez aquele último golpe do militar tenha uma parcela de culpa também, não sei. Minha mãe. Minha doce e adorada mamãe. Ela está doente. Ela tem ELA. Esclerose Lateral Amiotrófica. O estágio já era avançado. Minha mãe estava na cama. Mal se compreendia sua fala. Não havia mais movimentos motoros. Não regularmente ou dentro da normalidade. A situação em casa estava cada vez pior. Olhar minha amada mamãe ficar atrofiada me dava agonia. Eu fugia todas as noites. Eu não queria acordar no dia seguinte e encontrá-la morta. Não... Mas eu já desejei isso. Já desejei com todas as minhas forças que a minha mãe morresse. Essa situação é difícil demais. Ela sofre. Eu sofro. Minha família inteira sofre. É preciso acabar com essa dor. Por isso eu fugia. Não queria essa responsabilidade para mim. Sou novo. Não tenho nem 20 anos. Estou longe disso. Não quero cuidar de uma invalida. Deus me perdoe por falar assim, principalmente por ser a minha mãe. Minha pobre mãezinha que tanto sofreu para me criar. Batia e muito em mim. Sofri em suas mãos. Eu apanhava por qualquer motivo. Não era minha culpa. Era uma forma de descontar tudo o que ela também sofria. Tudo o que ela também apanhava de papai. Eu sei que ele a amava e tudo aquilo era apenas para o bem de mamãe. Ela deveria ser mais obediente e menos falante. Perguntar menos, questionar menos, aceitar mais. Ficar calada. Isso a ajudaria. Papai estaria em casa até hoje se não fosse culpa de mamãe.



Não!! Eu vim aqui para mudar isso!! João me lembrava do meu real motivo. Não sei exatamente o porquê Nessiah me escolheu naquele dia, mas não posso disperdiçar a chance de pegar o livro e mudar a história da minha família. Com o livro mamãe voltará a ter saúde. Papai voltará para casa. Seremos uma família feliz. Não verá brigas. Escreverei isso no livro. Eles se amaram para sempre. Papai não chegará mais em casa depois da 00:00 ou além. Papai não beberá nunca mais, assim não aparecerá bêbado. Aquele odor horrível, lembro até hoje. Papai verá em mamãe a mulher mais bonita, não procurará nas ruas o que não tem em casa. Eu poderei estudar e ficar no meu vídeo game sem preocupação de desligar tudo antes que minha mãe apareça com o chinelo na porta. Seremos felizes. É, eu preciso encontrar com Nessiah de novo. Eu preciso me lembrar do porquê ele me escolheu. Preciso dessa motivação novamente dentro de mim. Obrigado, João, você é o meu melhor amigo. Obrigado por me fazer lembrar do porquê estou aqui. Obrigado é o caralho, filho da puta!! O quê? João?? Mas como você...? A sua mãe piorou e muito desde que você sumiu, Pedro!! Você teve sorte do seu tio estar tão louco atrás de você que ele sequer olhou para a TV nos últimos dias!! Você precisa escolher entre continuar no torneio ou voltar para casa, talvez assim a sua mãe fique melhor e saía do quarto do hospital!! O QUÊ? DIAS? Minha mãe foi parar em um quarto de hospital?? O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI??



João me explica que eu já devo estar no castelo a pelo menos três ou quatro dias e desde a minha luta contra o Tenente Clark Still já se passaram quase dois dias, ou seja, eu com certeza dormi por mais de 30h seguidas. Eu não senti que fiquei em coma. Foi estranho. Talvez por isso eu não esteja tão ferido quanto deveria. Meu corpo se curou dos danos mais graves. Talvez alguém me ajudou nesse processo. Talvez não. Eu não sei. Tem gente que coloca roupas para mim. Por que não pode ter alguém me ajudando também? Preciso correr... Não importam essas questões... Minha mãe precisa da minha ajuda. Eu não posso mais desejar a sua morte. Eu devo desejar a sua vida. A vida perfeita de nossa família. Tomo minha decisão. Continuarei no torneio. João se revolta. Digo que assim que o livro de Hermaeus estiver sobre minhas mãos eu mudarei a história e nada disso até aqui terá realmente acontecido. João me alerta sobre os perigos, as consequências de mudar o passado. Conversamos. Andamos pelo parque. Ninguém entende nada. Vejo um túnel do terror mais a frente. Convido João para irmos até lá. Quero lhe apresentar o Nessiah. João entenderá tudo. Vamos. Chegamos. A atração é diferenciada. Subimos em um barco guiado por trilhos cobertos por uma espécie de água roxa. O local possui aspecto completamente sombrio. Não há funcionários lá dentro. Todo o susto é garantido por equipamentos que saem das paredes e do chão conforme o barco passa por sensores. Morcegos, aranhas, animais peçonhentos, tudo existia ali.



~ Este lugar parece perfeito... Acho que conseguirei chamar pelo Nessiah e ninguém desconfiará de nada, afinal aqui dentro as pessoas costumam gritar mesmo rsrs



Chamo por meu "guardião". Grito várias vezes. Nessiah não dá as caras. João me olha me condenando. Sou dito como louco. Dito como mentiroso. Nessiah me deixou na mão. Fico triste. Saímos do outro lado após alguns bons sustos. João diz que me ajudará a vencer quem quer que seja meus próximos oponentes. Sorrio. Preciso de ajuda mais do que nunca. Vamos para o meu quarto. João se encanta com o tamanho. Ele pula na cama. Damos risada. João fala do meu péssimo desempenho na luta contra Clark Still. Parece que eu nunca lutei. Nunca treinei com João. Nunca sai todas as noites para apanhar e bater por meses. Eu passei vergonha. Estava me acostumando ao modo de combate do torneio. Agora sinto que estou com minhas energias renovadas. Preciso treinar mais. João sorri. Ele se levanta da cama. Assume postura de combate. Olho para ele. Avanço. Começamos a lutar. A troca de socos e chutes fica mais intensa a cada minuto. Nossas esquivas e tempo de reação parecem aumentar a cada novo movimento. Objetos são facilmente quebrados dentro do quarto. João avança com um soco. Seguro seu braço de ataque. Ponho minha mão livre em seu abdômen. Rodo com João no ar. Ele cai de bunda. Fim. O treinamento intenso e sem pausas durava quase uma hora. Estamos mortos. Exaustos. João ri quase sem forças. Eu dou uma leve gargalhada. Estou novamente feliz. Aquilo me ajudou muito.



Ajudo João a se levantar. Ele quase tromba comigo quando se levanta. Estamos suados. João diz ter que ir. Eu pergunto se ele não quer tomar pelo menos um banho antes de partir. Ele topa. Entrego uma toalha e roupas limpas (que nem são minhas). Ele pega. Ele tira a camisa e vai para o banheiro. Eu olho pela janela do quarto. Já é de noite. O parque parece ainda mais movimentado. Luzes para todos os lados. Observo lá embaixo o ruivo de chamas púrpuras, Iori Yagami junto da sacerdotisa, Chizuru Yata. Uau!!! Minha vontade era sair correndo. Pegar um autógrafo dos dois. Tirar uma foto. Sei lá!! João sai do banheiro pouco tempo depois. Conversamos sobre quem poderiam ser meus possíveis adversários. Não conheço todos. No dia em que fui recepcionado no castelo avistei apenas outros quatro participantes. Estávamos lá eu, o meu antigo oponente Clark Still, os filhos de Iori Yagami (Yue e Lilith) e Laura Matsuda. Até então eu nunca estive com nenhum deles pessoalmente, o que dirá em campo de batalha. Porém eu decorei seus nomes e seus rostos. Não esbarrei com nenhum até agora. João olha para a janela. Já é tarde.



~ Não se esqueça do seu objetivo, Pedro! Eu preciso ir, já é tarde... Hoje eu vim sozinho, mas amanhã talvez  minha irmã Maria venha comigo...



~ Ah, tudo bem, amigo... Obrigado pelo treino Smile



~ Não foi nada... Você já sabe quando será a sua próxima luta, não é?



~ Bem, na verdade eu não sei não -.-'



~ Hum... Tudo bem, eles também não divulgaram na TV, então vamos aguardar... Agora eu preciso pôr as minhas roupas e partir ^^'



~ Claro, claro... Vai lá, parceiro... Até amanhã ^^




João sai. Eu tiro minhas roupas. Vou para o banho. Seco-me ao sair. Volto nu para o quarto. Abro novamente o armário de roupas. Eu ponho apenas uma cueca branca e uma camisa amarela. Deito na cama. Durmo em poucos instantes. Estou cansado depois daquele treinamento. Em meus sonhos me vejo chamando Nessiah novamente. Preciso tanto falar com ele. Parece que perdemos a ligação. Desisto. Sonho com outras coisas. Meu sonho é interrompido. Volto a me ver no primeiro sonho, mas agora com Nessiah bem na minha frente. Levo um susto. Sorrio. Confesso que me perdi em meu objetivo central. Preciso voltar para ele. Preciso que Nessiah me lembre do porquê me escolheu. Começo a lhe perguntar diversas coisas sobre o castelo, o torneio, tudo. Nessiah me responde na medida que é possível, deixando algumas respostas um pouco confusas.



~ Nessiah, eu me perdi do meu objetivo central, o parque, o castelo, não sei, parece que fui hipnotizado e esqueci o porquê vim... Estou confuso, poderia me lembrar do porquê você precisa da minha ajuda?



~ Eu preciso de sua ajuda para recuperar o artefato mágico, O Livro de Hermaeus.



~ Nessiah, você sabe onde o livro está?



~ Sei que ele está no castelo, mas não sei exatamente onde.



~ Eu consigo o pegar antes do torneio acabar?



~ Não sei dizer.



~ Existem outros lutadores que querem o livro?



~ Eu consegui ler a mente de alguns. E sei que há sim, outros que querem o livro.



~ Você pediu ajuda a outros participantes?



~ Pedi a ajuda para mais dois participantes. Carol Yagami (Painwheel) e Yue.



~ Posso confiar neles?



~ Pelo o que vi em suas mentes, pode sim.



~ O que eles sabem que eu nunca fui informado?



~ Eu distribui a mesma quantidade de informações a todos os três.



~ Hum... Tá bem... Mas o castelo, ele sabe tudo o que fazemos? As vezes tenho a impressão de ser vigiado/observado e não é pelas câmeras...



~ O livro observa tudo em um raio de trezentos metros. Independente de paredes, rochas ou qualquer outra coisa que impeça sua visão.



~ O castelo tem vida?



~ Eu sinto que este castelo é uma criatura do caos. Mas é do tipo mais como objeto, que um monstro propriamente dito. Mas ele não tem consciência, logo é realente mais como um artefato mágico gigantesco. Mas pelo o que notei, não é o verdadeiro, é apenas uma "memória" que foi registrada pelo livro. O castelo verdadeiro foi selado em um eclipse solar ocorrida em 1999.



~ Os organizadores nunca mais deram as caras... Como eles sabem o que está acontecendo?



~ Eles apareceram várias vezes pelo o que vi. Mas sem o Livro de Hermaeus, não posso capturá-los.



~ O castelo consegue absorver a nossa energia ou, de algum modo, entrar na nossa mente? Eu sinto que perdi a noção do tempo... Parece que me esqueci da minha própria mãe...



~ Ele absorve energia decorida de ferimentos. Entrar na mente é do feitio das criaturas que o povoam. Ele parece estar muito dormente, com o mínimo de seus poderes. Pois as criaturas mais poderosas do castelo me parecem ter sido seladas.



~ Quando eu conseguir o livro, eu entrego a você?



~ Creio que, se conseguir fazer isso, você terá que sair da barreira invisível que cobre o castelo. Esta não me deixa entrar com o meu corpo físico ou usar minha magia.



~ Onde nós nos encontramos? Qual horário? Preciso dos detalhes...



~ Eu estou aqui para lhe responder como uma pequena miniatura minha, feita em magia oriental. Um "clone de papel", assim como os ninjas usam as sombras para criarem cópias de si mesmos, nós magos usamos bonecos de papel para isso.



~ Uau!! Bom saber disso, mas, bem, é que... Você não respondeu a minha pergunta exatamente... Mas... Com o livro eu posso mudar o passado, certo? Eu sei, eu lembro que você disse que isso poderia trazer danos graves no futuro, até mesmo criar uma nova linha na história... Mas de qualquer modo, eu consigo mudar a história usando o livro?



~ É possível sim. Mas como você ja está ciente, um uso negligente e não-controlado desse poder pode acarretar em danos catastróficos.



~ Onde você se encontra?



~ Atualmente estou escondido em um armazém nos limites da cidade, longe do castelo.



~ Por que não está aqui no castelo?



~ Porque os criadores do torneio ergueram uma barreira ao redor do castelo que impede a passagem de imortais usando o poder dos guardiões do mesmo. Como um desses seres fora derrotado, eu pûde materializar e atravessar a barreira com esse pequeno clone de papel.




A conversa com Nessiah me ajudou muito apesar de confusa. Não posso culpá-lo. É um sonho. Sonhos são naturalmente confusos. Acordo. Minha conversa é interrompida pela luz solar que bate forte em meu rosto. Esfrego os olhos. As dores pelo corpo parecem menores. Sorrio. Espreguiço-me. Levanto. Faço o mesmo processo do dia anterior. João e Maria aparecem no parque. Abraço meus amigos. Maria me dá uma senhora bronca, mas entende a situação. Eu e meus amigos curtimos o parque por algum tempo. Vamos para o meu quarto onde eu e João voltamos a treinar intensamente. O dia se vai. Os irmãos também. Volto a dormir e acordar. É o dia da minha luta. Sou comunicado por um funcionário assim que me direciono para tomar café. Agradeço. Já sei o local e o horário do combate. Volto para o quarto. Hoje é dia de relaxar. Medito. Concentro minha energia por todo o corpo, ou pelo menos o que sei sobre ela. Não possuo controle total das minhas habilidades. Tudo ainda é muito novo para mim. Isso talvez pode ser percebido no final da minha luta contra o miliar. As horas passam. Tomo um novo banho. Ponho uma cueca vermelha. Meias brancas. Calça jeans escura. Uma blusa branca com LJ na altura do peito direito. Símbolo da Liga da Justiça. Coloco outro casaco, desta vez é do Flash. Belo casaco vermelho com detalhes amarelos. Saio do quarto de cabelos revirados. Vou em direção ao local de combate. Vejo minha oponente fodendo com um homem. Repudio a cena e passo pelos dois após descer as escadas e passar pelo local com líquido vermelho. Seria o sangue de alguém? pale



~ Vocês podiam se dar um pouco mais de respeito pelo menos... Existem menores de idade por aqui sabiam? Sem contar esses drones ou câmeras escondidas ai que toda hora filmam vocês trepando... Esse torneio não é para fazer um filminho pornô barato e amador igual vocês andam fazendo... Depois não reclamem se forem parar no X-Vídeos...



Observo o cenário. Ele me dá bastante medo, mas não demonstro. O cheiro forte de ferro incomoda, mas tento me acostumar. Tudo o que eu digo é para provocar minha oponente. Eu realmente não sabia que eu acabaria lutando contra Laura Matsuda, mas me animei, afinal eu a estava vendo nua e ao vivo. O cara do lado eu nunca ouvi falar, sei nem quem é o figurão, mas eu sabia que não seria meu oponente dentro do torneio. Ou talvez fosse, afinal eu só vi quatro dos seis participantes do torneio naquele dia da recepção. O quinto e último participante ainda era um mistério para mim. Talvez fosse a tal Painwheel que Nessiah falou. Não sei quem é. Não importa. É uma suposta aliada. Laura, não.



~ E então, vai continuar fodendo ai e me dar a vitória dessa batalha ou vamos nos divertir? Digo isso e assumo postura de combate.




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Re: *Memory Circus Tournament* Laura Matsuda vs Pedro Maia

Mensagem  Łauraணatsuda❝єlєтяicGiяl❞ em Sex Jan 05, 2018 9:57 pm



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ㅤㅤㅤ ROUND 1 MOVE 1

ㅤㅤㅤ Duck sentia o suor escorrer pelo seu corpo, sentia suas mãos deslizando pelo corpo de Laura.
ㅤㅤㅤ - AAAAHHH MOORRENNNA! Você é muito gostosa! – ele arfava e continuava fodendo a brasileira com força.
ㅤㅤㅤ Eles estão próximos à tumba que havia ali, Laura estar reclinada sobre ela e a bunda toda empinada para seu namorado. Seus seios roçava aquele ornamento que fizeram na tampa da sepultura.
ㅤㅤㅤ Uma voz fez com que os dois tremessem, o negro ameaçou parar, mas a morena rebolou, os dois estavam quase gozando. Ele sabia que se parece ela iria ficar brava com ele. O dançarino reclinou o corpo sobre o dela, aproximando sua boca da orelha de Laura e murmurando.
ㅤㅤㅤ - Tem uma criança aqui, pelo visto. – a respiração dele estava pesada e quente.
ㅤㅤㅤ - Não para, fode com força, vamos gozar. – ela respondeu no mesmo tom de voz, com alguns gemidos altos.
ㅤㅤㅤ Duck levou as mãos para a cintura da brasileira, a mão direita escorregou e foi de encontro ao clitóris dela, enquanto a esquerda à mantinha firme e ele continuou com as estocadas, fortes, rápidas e firmes.
ㅤㅤㅤ - OOOOOOHHH ISSOOO! – ela não demorou em chegar ao orgasmo, a voz da pessoa que estava ali não foi ouvida por nenhum dos dois.
ㅤㅤㅤ Mas Laura conseguiu pegar o final da frase proferida pelo garoto, no momento que ela pegava sua roupa e vestia ela ficou de frente para ele, para respondê-lo.
ㅤㅤㅤ - Ótima tentativa garoto, mas não colou. Como viu, estou me fodendo para opinião de terceiros.
ㅤㅤㅤ Ao terminar de falar ela sorriu e terminou de vestir a blusa.
ㅤㅤㅤ - Agora vamos lutar! Veio aqui para isso, não?
ㅤㅤㅤ Ela falou já tomando sua posição e avançando contra o garoto loiro. Ela sabia que Duck iria se vestir e ficar em um lugar para assistir a luta sem atrapalhar a namorada. A descarga da adrenalina poderia ser ótima, mas depois de um orgasmo daquele não tinha como lutar sem precaução, sorte que aquelas regras não exigiam muito esforço dos lutadores, já que seus movimentos são limitados.
ㅤㅤㅤ Laura simulou um soco, mas abaixou-se com a tentativa de acertar uma rasteira em Pedro e leva-lo ao chão. Queria somente provoca-lo, então dando certo ou não sua investida ela iria manter seu balanço, continuando sempre em movimento enquanto falava.
ㅤㅤㅤ - E aí, o que você sabe fazer?

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Re: *Memory Circus Tournament* Laura Matsuda vs Pedro Maia

Mensagem  ★|☆ ~ Pedro Maia ~ ☆|★ em Sab Jan 06, 2018 4:13 pm




Round 1 Movimento 2

O combate mais foda da vida de Pedro!




Move List: Link.



Sexo. Penetração. Orgasmo. Gemido. Pega roupa. Veste roupa. Negação. Reprovação. Comentário. Resposta. Postura de combate. Um avanço. A morena inicia a peleja. Braço. Mão. Punho. Soco. Era uma simulação. Laura está armando um truque para mim. Provavelmente quer testar as minhas habilidades. Gostei disso. Um frio bateu na minha barriga. Passou pelo meu corpo. O soco não veio. Achei que sentiria o peso da mão da brasileira em meu rosto. Não rolou. Ainda bem. Pelo menos por enquanto. Uma rasteira, sim. Isso rolou. Não estava preparado para aquilo. Preciso melhorar os meus reflexos. Tenho que vencer essa batalha. Por minha mãe. Pela minha família. O livro será meu. Caído no chão. Ouço a adversária me perguntar algo. Sorrio. Impulsiono-me. Levanto. Concentro minha energia chi por todo o corpo. Não tenho controle pleno sobre a mesma. É parcial. Melhorei muito desde então. Preciso de mais treino. Mais tempo. Respondo Laura. Mas apenas após estar de pé. Cerca de cinco segundos após cair. Talvez menos. Encaro-a. Um sorriso machista se faz em meu rosto. Sorriso sacana. Sorriso malandro. Talvez eu tenha falado aquilo da boca para fora. Talvez não. O certo é: falei em uma tentativa de provocá-la de volta. Avanço. Ataco.



~ E ai, o que você sabe fazer?



~ Eu sei pôr mulheres como você em seus devidos lugares...




Corro em direção a Laura. Ataco. Tento acertar meu combo marcial na mesma. Soco de direita no rosto. Em seguida, soco de esquerda no outro lado. Chute com o peito do pé direito na lateral do joelho canhoto da adversária. Objetivo: desequilibrá-la. Se desse certo, DRAGONFLY! Se levasse os golpes, talvez Laura se lembrasse do ataque SHORYUKEN de Ryu Hoshi e Ken Masters. A movimentação era idêntica. O golpe também. Um gancho de baixo para cima contra o queixo da oponente, fazendo-a voar para longe. Caso bem sucedido, sorrio para minha adversária caída. Assumo posição de combate. Meus punhos ficam próximos ao rosto. Meus pés se movimentam para os lados. Pareço um lutador de boxe. pesar de este não ser o meu estilo de combate.



~ Vamos, Laura... Eu já vi que você aguenta ser mais socada do que isso (trocadilho). Levante-se e lute!!! - Direi para provocá-la caso meus golpes dessem certo.



Enquanto isso, no hospital. Mamãe está desacordada. Meu tio entra no quarto. Sua esposa o abraça. Estão aflitos. Meu sumiço mexeu com toda a família. Minha tia volta a colocar a culpa em mim. Meu tio pede silêncio. Ele a puxa para fora do quarto. Diz não ter me achado em canto algum de Southtown. Eles não sabem que estou em Second. Não sabem que estou em um torneio. Meu tio questiona sua esposa sobre o estado de mamãe. Parece que o médico a deu apenas mais duas semanas, no máximo. Meu tio leva as mãos a cabeça. Ele não acredita. A ELA está ganhando essa batalha. Não se preocupe titio. Eu irei vencer este torneio. Eu mudarei o destino de mamãe. Eu mudarei essa história para melhor. Perder? Perder não vai acontecer. Perder? PERDER NÃO VAI ACONTECER!!




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Round 2 Move 1

Mensagem  Łauraணatsuda❝єlєтяicGiяl❞ em Sab Jan 13, 2018 9:14 pm



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ㅤㅤㅤ ROUND 2 MOVE 1

ㅤㅤㅤ Duck King está novamente presenciando um dos combates de sua namorada, ele tinha já catado e vestido sua roupa, estava agora em um canto longe dos lutadores para não atrapalhar em nada na luta. Apesar do dançarino não correr atrás de lutas e torneios, eles sabia muito bem que transar e lutar em seguida não era uma combinação muito boa para fazer. Por isso o negro americano estava um pouco preocupado do que sua morena iria fazer naquele combate.
ㅤㅤㅤ Laura provocou, conseguiu enganar o garoto que estava a sua frente e derruba-lo no chão. A descarga de adrenalina passou pelo seu corpo e se dissipou, a moleza e sonolência vieram com a mesma intensidade que viera a energia anterior. Apesar de estar gingando no momento que o garoto se levantava do chão, uma onda de tonteira passou pelo seu corpo, isso fez com que a brasileira não tivesse sucesso em sua defesa, mesmo levando as mãos à frente do rosto, o soco do garoto foi certeiro, acertando as mãos de Laura e colidindo com seu rosto, onde todos os golpes a seguir atingiu o corpo da morena.
ㅤㅤㅤ Por sorte do garoto, vamos por assim dizer, a lutadora não deu sentido aos comentários pronunciados por ele. Com isso ela apesar de lenta, conseguiu colocar-se de pé novamente.
ㅤㅤㅤ - Argh... É nego, acho que não foi uma boa ideia não procurar saber o dia da minha luta. – ela fala para o namorado, mesmo estando virada para seu adversário.
ㅤㅤㅤ Após aquelas palavras, Laura agiu. Sua intenção era novamente invalidar seu adversário, mas dessa vez de uma forma mais precisa.
ㅤㅤㅤ - SEOI THROW!
ㅤㅤㅤ A brasileira avança contra Pedro com a intenção de agarrar seu braço esquerdo e arremessá-lo contra o chão, essa movimentação quando bem sucedida poderia deslocar o braço do garoto. O que poderia auxiliar a brasileira no decorrer da luta, caso o movimento seja executado.

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Re: *Memory Circus Tournament* Laura Matsuda vs Pedro Maia

Mensagem  ★|☆ ~ Pedro Maia ~ ☆|★ em Ter Jan 16, 2018 11:50 pm




Round 2 Movimento 2

A determinação de Pedro - PERDER NÃO VAI ACONTECER!!






Move List: Link.



Sucesso?? Sim. Sucesso!! Laura recebeu as investidas. Fico feliz. Surpreso. Não esperava que desse certo. Não dessa maneira. É estranho. É suspeito. Será que Laura está se poupando? Será que ela também já percebeu que o castelo absorve parte dos danos? Eu finalmente pude notar isso. Sim, eu notei. Senti parte de meu Dragonfly ser drenado por uma força estranha. É incrível, eu não notei nada disso contra o meu adversário anterior. Talvez eu não estivesse tão concentrado contra o Tenente. Talvez seja o fato de não dominar tão bem ainda o meu próprio chi. Apenas o básico. Ou talvez eu tenha sentido, mas não notado apenas... Não sei, são muitos talvez. O que sei é que devo tomar cuidado. O castelo pode estar planejando algo maior. Quem sabe está absorvendo energia para criar algo. Talvez se transformar em algo. Não posso deixar que isso aconteça. Porém não posso hesitar. Minha mãe depende disso. Minha mamãezinha. Eu a amo tanto. Gostaria que ela voltasse ao normal. Pena o mundo real não ser como no fake. Lá sim é legal. Eu sou um super herói. Sou o Super Geek. Tenho poderes incríveis. Já visitei Second Southtown. Enfrentei oponentes inimagináveis. Fiz coisas inacreditáveis. Mas no mundo real...



~ Eu vou tomar um café... Uma água, sei la... Quer alguma coisa, amor?



~ Não, não. Obrigada, Thiago. Eu estou bem...




Meu tio saía de cena. Minha tia olhava para mamãe. Pena era o que ela sentia. O estado de mamãe era praticamente vegetativo. Titio anda pelos corredores do hospital sem conseguir alinhar seus pensamentos em meio a tantas preocupações. Ele vai até a área comum. Um espaço aberto. Dentro do hospital, porém longe dos corredores ou quartos. Titio coloca uma moeda na máquina de café. Um expresso. Ao seu lado dois homens conversam sobre o torneio que está acontecendo no misterioso castelo que surgiu na cidade vizinha. Meu tio mal teve tempo de acompanhar os noticiários, de certo ouviu por alto sobre o surgimento de tal castelo há alguns dias, ou nem ouviu. Não ligou. Os mesmos comentavam sobre a luta anterior a minha. A empolgação era contagiante para qualquer um, menos para meu tio. Um dos homens perguntava as horas e o outro não sabia dizer. Meu tio se virava para eles e respondia 18h55. Ambos agradeciam e diziam que estava quase na hora da próxima batalha. Seria entre a gostosa brasileira e um moleque magrelo. Um dos homens olhava para titio e buscava puxar assunto. Era inútil.



~ Ei, você ai.. Você está torcendo por quem nesse torneio?



~ Por ninguém...



~ Ninguém? Como assim, amigo!? IMPOSSÍVEL!!!



~ Pare de gritar, Washington, isso é um hospital... Mesmo nesta área, ainda estamos dentro do hospital, homem!!



~ Você tem razão, John... Eu sinto muito... Mas então, como você consegue não torcer por ninguém, cara?



~ Eu não estou acompanhando este torneio... Meu sobrinho sumiu, minha irmã está com Esclerose Lateral Amiotrófica e o médico a deu no máximo duas semanas... Sem contar o meu casamente que anda a beira do divórcio...



~ Puxa, camarada, eu sinto muito...



~ Ei, Washington, deixa o cara em paz... Vamos, precisamos assistir essa luta... Eu adoro ver os primeiros cinco minutos antes das lutas dessa tal Laura "Gostosuda" hihihi Laughing



~ Matsuda... Laura Matsuda é o nome dela e eu sei o porquê você gosta dos momentos antes da luta, John hihihi tongue




Titio saía dali e deixava os dois falando sozinho. Ele pegava seu expresso, bebia e sumia. Já longe, titio não ouvia quando um dos homens falava meu nome. O que era uma pena e muito bom ao mesmo tempo. Ruim, pois eles continuariam não sabendo onde estou. Bom, pois assim posso continuar tentando avançar dentro do torneio e conseguir o livro para mim. Com o livro salvarei mamãe. Salvarei minha família. Nada será como é atualmente. Tudo será como era antigamente. Perdão, senhorita Laura, mas a senhorita não ficará no meu caminho!!



~ SEIO THROW!



~ O quê!?




Laura avança. Não percebi. Novamente cai em seu golpe. Meu braço esquerdo é o alvo. Não sei dizer. Foi tudo muito rápido. Quando notei eu estava girando no ar. Quando senti, já estava no chão. A dor foi intensa. Inimaginável. Gritei. O estalo foi pôde ser ouvido por quase todo o cenário. Não quebrou por pouco. Reviro-me no chão. Levanto-me. Lágrimas. Muitas lágrimas caem dos meus olhos. Olho pro meu braço. Não acredito no que vejo. É horrível. Olho para os lados. Corro em direção a uma pilastra. Bato o meu braço esquerdo ali com muita força. Um novo estalo. Pode parecer loucura, mas o coloquei no lugar. Simples, explicar. O braço deslocou para um lado, ficando a mais de 45 graus. Bati para que o mesmo sofresse o impacto do lado contrário, assim voltando ao normal. A dor continuava intensa. Mexo meus dedos. Ainda sinto o membro. Consigo lutar. Olho para minha oponente. Limpo as lágrimas. Não, Laura, eu não vou perder.... Eu já disse... ISSO NÃO VAI ACONTECER!!



Meus olhos brilham por um segundo. É minha determinação. Um brilho rápido, porém intenso. Um aqua tão belo quanto uma manhã sem nuvens. Avanço. Combo marcial novamente. Dois jabs seguidos de direita. Um soco de esquerda na lateral das costelas destras de Laura. O golpe seria para caso a mesma tentasse segurar meu braço direito, assim o esquerdo seria para tentar me livrar do futuro dano de contra-ataque, ou, aquele terceiro golpe dentro do combo marcial serviria apenas para realmente causar mais danos à adversária. Caso tudo desse certo, giro meus pés. Troco-os de posição. Em um movimento rápido, fico de perfil para Laura. Tento acertar meu cotovelo direito na boca do estômago da brasileira. Caso desse certo, esse seria o começo do meu segundo combo marcial, onde eu tentaria acertar o local citado e, posteriormente, elevar o meu punho até o queixo de Laura, mas mantendo o cotovelo fixo na boca do estômago da mesma. Para finalizar, giraria novamente meus pés no chão. Abaixando-me e tentando acertar uma rasteira na adversária antes que essa pudesse ter tempo de reação durante a execução do meu segundo combo marcial.



~ Levante-se... LAURAAAAA!!!



Eu gritaria caso a rasteira desse certo. Eu sei que a minha adversária consegue fazer mais do que uma luta Pokémon de bate e apanha. Eu adoro Pokémon, mas lutar assim? Não!! Laura é uma lutadora de verdade, ela tem muito mais experiência em combate do que eu. Ela está escondendo o jogo, porém... Por quê? Será que realmente é para evitar que o castelo absorva os danos dos golpes? Eu não sei... Caso meus golpes dessem certo, dessa vez eu não sentiria os danos serem absorvidos (apesar que poderiam ou não serem absorvidos. porém se sim, tal absorção não seria sentida por mim por justamente eu não controlar direito o chi e tudo mais). Eu esperaria minha adversária se levantar caso a mesma tenha caído após a rasteira. De pé, eu voltaria a avançar contra Laura. Corro. Olho para cada detalhe da minha adversária. Caso tudo desse certo, tento dar um chute na altura da batata da perna da brasileirinha seguido de outro chute, porém este no rosto formando assim meu terceiro e último combo marcial. Se o mesmo fosse bem sucedido, eu tentaria girar meu corpo após o chute no rosto de Laura para lhe aplicar meu DOUBLE KICK. Onde eu giraria o corpo, supostamente acertaria com meu pé esquerdo no rosto da oponente e, em seguida, tentaria acertar um chute de direita - de baixo para cima - contra seu rosto, lançando-a para o alto e para longe.



~ Isso acaba aqui...



Se meu movimento desse certo, minha intenção era lançar Laura contra a segunda pilastra direita do cenário (a mais próxima da tela, mais especificamente no local onde há duas pilastras e não o outro onde há uma estátua de um anjo). Se desse certo, possivelmente minha oponente cairia e rolaria sobre as escadas ali existentes. Eu ficaria parado em postura de combate, de costas para a entrada principal e escadas para a masmorra, assim como estaria para aquele líquido vermelho desconhecido. Eu estaria agora segurando meu braço dolorido. Minha respiração seria pesada. Suor escorreria por minha testa. Toda essa luta e minhas últimas ações teriam me deixado cansado caso tudo desse certo. Movo meus pés para os lados. Minhas mãos estão dobradas próximo ao rosto. Meu estilo de combate é livre. É da rua. Uso o que aprendi nos filmes. Uso o que vi nos vídeo games. Uma mescla mal feita de karatê, boxe e o que vier na cabeça. O que eu queria agora era ver Laura nocauteada. Minha certeza de ir para a próxima fase e encontrar o livre.




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Enquanto isso...

Mensagem  General 3YE W.D. Gaster em Qui Jan 18, 2018 11:56 am

==== Na sala de transmissão ====

- Tem certeza que é seguro deixar Paranóia solta? - Dizia um homem corpulento trajando uma armadura de couro e uma máscara de ferro que cobria seu nariz e boca. Sua voz era grave, como se estivesse saindo de uma caverna.

- Ela está sendo útil para nós. Apesar de ser uma das guardiãs do castelo, ela aparentemente não tem lá muita lealdade com o dono do castelo, pois ela vivia presa em espelhos. - Dizia Valeth, sentado em uma poltrona ao meio da sala de transmissão. Ele segurava uma taça de vinho. - Além do mais, ela está sendo útil em guiar esses dois lutadores do castelo. Eles não a conhecem, mas ela está sendo bastante eficaz em não deixar eles nem ao menos notarem a sua presença.

- Mas como ela está fazendo isso?

- Ela está usando mensagens subliminares usando reflexos luminosos, sons e aromas. Realmente, uma mestre em mexer com uma mente que não ainda notou sua presença...Por isso essa lutadora e o garoto que a enfrenta agora conseguiram chegar ao local da batalha sem saber do caminho.

 Valeth voltava a bebericar do seu vinho, enquanto o homem corpulento voltava a afiar uma foice de mão com uma pedra pequena de amolar.

==== No Local da Luta ====

  Em meio a escuridão que cobre o teto das masmorras, uma garota punk ruiva se escondia muito bem. Era quase impossível de notar até mesmo o contorno de suas vestes e corpo. Seus olhos eram a única coisa visivel, e ainda assim ela se ocultava atrás da sombra de um gárgula, dificultando ainda assim a percepção de sua presença. Ela arrumava o gorro esverdiado de seu colete, que lembrava muito uma cabeça de lagarto com chifres. Ela havia guiado ambos os lutadores para a masmorra de uma maneira que deixaria os Velociraptors do primeiro filme de Jurassic Park morrendo de inveja. A luta estava quase no fim, mas ela ficaria até o final, distanciando-se dos lutadores pulando de sombra em sombra.



 Não muito longe dali, Cassandra estava oculta em uma das passagens secretas do castelo, observando a luta em uma fresta entre os tijolos oculta sob a grande arca dourada que havia no local da batalha. Ela havia visto o desempenho da lutadora brasileira em sua primeira luta, mas em ambas as vezes que ela tentou se comunicar com ela, o homem moreno de moicano não a deixava sozinha por tempo o suficiente. Isso a fez lembrar de quando ela ficava junto ao dono do castelo, só saindo de perto dele quando o mesmo a enviava para realizar seus afazeres. Ela iria tentar novamente após essa luta, assim que fosse possível.

================================

 Enquanto isso, Nessiah terminava os tratamentos mais superficiais aos danos da Jhiang Shi usando a agulha de obsidiana. Todos os pontos eram dados, mas ainda ficara sobrando costurar os músculos cortados de uma das pernas e por o braço descepado no lugar. Ele parava para observar a luta do garoto Pedro Maia e preparou outro boneco de papel, para entrar em contato com ele mais tarde, quando o mesmo tiver se recuperado um pouco da luta.
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Re: *Memory Circus Tournament* Laura Matsuda vs Pedro Maia

Mensagem  Łauraணatsuda❝єlєтяicGiяl❞ em Qua Jan 24, 2018 2:29 pm



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ㅤㅤㅤ ROUND 3 MOVIMENTO 1

ㅤㅤㅤ A morena brasileira acabou ficando aborrecida com o fato de não estar preparada para a luta como ela pretendia estar, a falta de informações sobre tudo ali já a estava deixando ela um tanto enraivecida. Contudo, Laura observou seu adversário indo ao chão e seu braço sendo deslocado. Isso era bom, ela poderia ter uma janela de tempo para se preparar. E foi isso que ela fez.
ㅤㅤㅤ Enquanto Pedro se dirigia contra objetos do lugar para colocar o braço no lugar, a brasileira se recompôs. Tanto do golpe anterior do garoto, que lhe deixou dolorida, quanto a moleza que sentia por ter transado antes da luta. Ela sabia que o menino não iria perder muito tempo, por isso após segundos de respiração e sacodindo o corpo dando saltos no canto direito do cenário, a morena abriu os olhos no mesmo momento que Pedro avançava para mais uma sequencia de socos.
ㅤㅤㅤ Ela sorriu.
ㅤㅤㅤ - SPARK SHOW!
ㅤㅤㅤ Nesse momento uma descarga de energia estática é emanada do corpo da mulher, em seus pulsos fica um ‘campo’ elétrico, enquanto fitas coloridas surgem ao redor dela. Isso seria bom, poderia provocar algum efeito em seu adversário e assim poderia talvez fazê-lo diminuir o tempo de sua investida, ataque que a brasileira já estava até um pouco chata de ver. Na primeira vez ele conseguiu pegar ela com a guarda baixa, fruto da sua façanha amorosa. O que não era o caso agora.
ㅤㅤㅤ Ela bloqueou os socos, de direita e da mão esquerda também, ficando em sua posição defensiva, protegendo cabeça e tronco. Levantou o braço esquerdo para se proteger dos jabs dele e colocou o braço direito na lateral de seu corpo se inclinando um pouco para a esquerda. Ele batia forte, ela pode sentir o impacto dos socos, mas não podia ficar abalada com aquilo.
ㅤㅤㅤ Sua tentativa de contra ataque era uma reação que talvez para o seu adversário desse a entender que ela estava se afastando dele. Mas Laura somente fez um giro de 360º e descarregou sua eletricidade em direção ao corpo de Pedro e também impulsionaria o mesmo para longe dela, essa era a investida que poderia dar certo. E caso ocorra sucesso em seu contra ataque, a brasileira não precisaria preocupar-se com a sequencia de combos feitas, já que a primeira sequência havia sido evitada.
ㅤㅤㅤ Laura se afastaria com passos para trás se colocando novamente em sua posição de defesa e falando um tanto irritadiça.
ㅤㅤㅤ - Por que vocês sempre pensam que podem acertar um lutador atento com socos diretos?! É por que eu sou mulher ou vocês alimentam demais a alta confiança de vocês?
ㅤㅤㅤ Laura sempre gostou de lutar, sempre gostou de seguir a risca as imposições de seu avô. Estava irritada por sua falta de preparação para aquela luta, mas ainda sim era muita petulância de um garoto achar que ela poderia ser vencida com socos que davam para ser previstos, ainda mais por uma pessoa com anos dentro de um ringue.
ㅤㅤㅤ A brasileira não entrou no torneio com intenções nenhuma, viu só mais uma oportunidade para o mundo ver o que era possível fazer ao aprender as técnicas de luta dos Matsuda. Se havia um bando de idiota querendo controlar seres sobrenaturais e o tempo, eles deveriam quebrar a cara para aprenderem a parar de mexer com quem está quieto, quem egoísta o suficiente para se achar dono de coisas que não devem ter dono, tem mais que sofrer. E Laura não iria se mover para evitar tais sofrimentos.

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Re: *Memory Circus Tournament* Laura Matsuda vs Pedro Maia

Mensagem  ★|☆ ~ Pedro Maia ~ ☆|★ em Sab Jan 27, 2018 7:26 pm




Round 3 Movimento 2

Na velocidade da luz entra o chute martelo, o golpe finalizador de Terry Bogard!






Move List: Link.



~ SPARK SHOW!



Dizia Laura. Uma descarga elétrica passava em seu corpo. A lutadora usava aquilo para se defender dos meus golpes. Era incrível. Parece que finalmente a luta chegou ao seu clímax. Ela girava. Enganava-me. Não esperava por isso. Minha sequência de combos marciais foi interrompida. Sou surpreendido. Sou atingido. Vou parar longe da oponente. Laura teve êxito em seu contra-ataque. Fato, ela luta bem. A brasileira é uma ótima adversária. Uma boa lutadora. Não, não posso deixar que isso me atrapalhe. Não posso perder esta luta. Mamãe depende de mim. Eu preciso achar o livro. Eu tenho que mudar a história da minha família. Eu assumo os riscos. O castelo absorvendo ou não os danos dos golpes, eu partirei com tudo para cima dessa mulher. A VITÓRIA TEM QUE SER MINHA!!! Mas por hora o que sinto é meu corpo paralisado. É como se ondas elétricas me percorressem. Não me deixam me mover direito. Estou sendo eletrocutado? Estou de fato paralisado? Preciso reagir... Preciso agir!!



~ Por que vocês sempre pensam que podem acertar um lutador atento com socos diretos?! É por que eu sou mulher ou vocês alimentam demais a alta confiança de vocês? - Diz Laura após seu golpe, porém não a respondo. Grito enquanto começo a me levantar.



~ AAAAAAAAHHHH!!!!



Hospital. Titio. Corredor. Pessoas. Comentários. Torneio. Luta. Laura Matsuda. Pedro Maia. Hospital. Titio. Recepção. Um enfermeiro conversa com o balconista. O assunto é a minha luta. A mesma acaba de se iniciar. Os dois riem e falam maliciosamente do ato sexual de Laura com Duck. Criticam a minha chegada. Idolatram a morena durante a gozada. Meu tio não entende nada. Não entende aquela euforia. Sou chamado de Super Geek. De "super" não tenho nada. Criticam meu péssimo desempenho contra o militar. A vitória era certa para Clark Still. É certa para Laura também. Sou ridicularizado, hostilizado, ninguém parece torcer por mim. Meu tio vai em direção ao quarto de mamãe. O enfermeiro fala meu nome ao ver meu golpe após receber a rasteira de Laura. Já um pouco distante, meu tio olha para trás. Question Ele pensa ter ouvido coisas. É tanta preocupação na cabeça. De certo não sou eu quem está lutando. Era impossível ser. Ele continua indo para o quarto de mamãe.




Talvez aqueles homens tenham razão. Talvez todos que torçam pela brasileira tenham razão. Eu estou longe de ser o vencedor deste torneio. O Tenente Clark era superior a mim, Laura também. Mas eles certamente não têm a minha determinação, o meu objetivo. Eu falhei contra o Ikari, mas não falharei contra a homenageada do X-Vídeos. Laura conseguiu se defender de quase todos os meus golpes, mas talvez ela caia no mesmo truque que o mercenário caiu. Não sei, talvez. São lutadores diferentes. Situações diferentes. Cenários diferentes. Arriscarei. Tentarei. Contra Clark deu certo. Quebrei seus óculos. Tirei seu boné. O fiz se render a mim, apesar de logo em seguida eu ser nocauteado. Crying or Very sad Não importa, arriscarei esse golpe mais uma vez. Preciso acabar de uma vez por todas com essa batalha!!




Levanto-me. Explodo meu chi. Não tenho controle total sobre ele. Normalmente consigo expelir quando fico nervoso. Quando quero jogar tudo o que está passando dentro de mim para fora. Todos os pensamentos. Todas as frustrações. Todo ódio. Toda determinação. Uma onda de energia aqua se forma ao meu redor. Os efeitos de suposta paralisia do ataque de Laura somem. Sinto-me cansado. Esforcei-me demais nesta luta. Porém não posso desistir. Tenho que dar tudo de mim. Tenho que lutar enquanto eu ainda estiver respirando. Tenho que lutar enquanto eu ainda estiver consciente. Meu rosto está levemente para baixo. Meus cabelos dourados caem sobre meus olhos. Entre os fios loiros um forte brilho azul esverdeado é possível se enxergar do meu olho direito. É a minha determinação elevada. Levo minha mão destra ao símbolo do Flash. Aperto o casaco. Amasso a logo da personagem. É como se eu pedisse emprestada a sua velocidade. É como se eu me conecta-se ao Flash. Agora eu sou o Flash. Eu sou a velocidade. Eu sou a aceleração. Jogo minha mão direita para seu respectivo lado. Meus cabelos esvoaçam. Meu rosto se revela. Corro. Corro o mais rápido possível naquele momento. É hora de acabar com aquela luta de uma vez por todas. Mad




Corro em direção ao que parece ser um caixão. Impulsiono-me. Piso com a direita no terceiro degrau da escada em que pensei ver Laura rolando. Pulo para o caixão. Toco o caixão com a esquerda, o outro pé vem logo em seguida. Toco os dois pés. Dobro os joelhos. Dou um mortal para trás. Giro em pleno ar. Voo em direção a minha adversária. Minha perna destra é esticada no último ato. Minha intenção é acertar um chute martelo inspirado no de Terry Bogard bem na testa de Laura Matsuda e fazê-la beijar o chão. Sei que é arriscado. Sei que posso levar um contra-ataque especial e acabar nocauteado pela segunda vez. Não, eu não me importo com essa ou outra possibilidade. Eu preciso vencer. Estou desesperado. Sinto a vitória escorregar pelas minhas mãos. Não posso deixar que minha mãe sofra por causa da ELA, não mais.



Se antes eu pensava que talvez mamãe deve-se morrer para parar de sofrer, agora tudo o que eu quero é ver mamãe viva, feliz, cozinhando para mim, arrumando a casa, sendo a dona de casa dedicada e fiel a papai como sempre ela foi e deveria ser. Quero ver meu adorado papai de volta. Homem trabalhador. Tem todo direito de sair com os amigos para desestressar. Mamãe não deve questionar isso, na verdade mulher nenhuma, elas devem só aceitar. Saudade do meu pai. Saudade do tempo em que eramos uma família unida e mamãe não me batia para descontar os tropeços, as caídas de escadas, os tombos no chão molhado. Com o livro em mãos eu sei que poderei voltar a esse tempo e reescrever a história da minha família!! E caso meu chute aéreo dê certo e Laura venha ao chão, tentarei e finalizarei com um novo chute contra seu corpo, chutando-a para longe como se não fosse nada. Eu sei, com certeza essa não é uma atitude limpa, digna de um lutador... Não se deve chutar alguém que já está caído, mas eu chutaria SIM a minha adversária caso ela esteja no chão. Quem sabe até a chutaria em direção ao seu cafetão para assim os dois saírem logo dali e produzirem o próximo vídeo pro PornoTube, RedTudo, X-Vídeos ou qualquer outro site de vídeos pornô.




~ Eu agradeço o combate, senhorita Laura. Até que para uma mulher a senhora conseguiu dar algum trabalho Very Happy




Digo independente do resultado das minhas investidas. Afasto-me da adversária três metros. Mantenho minha postura de luta. Não sei quando essa batalha irá de fato acabar. Digo: Ei, Laura, você também sentiu, não é? Eu ouvi dizer que o castelo absorve os danos dos ataques, é como se ele fosse um "ser vivo" e está se alimentando das lutas... Você está sabendo de algo assim? Eu não sei o porquê você esta aqui, mas eu não deixarei que me vença!! Sorrio com determinação. Espero pelas respostas dela.




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Re: *Memory Circus Tournament* Laura Matsuda vs Pedro Maia

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