2nd South
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The Book of Hermaeus * Enredo*

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Re: The Book of Hermaeus * Enredo*

Mensagem  Sєτsυŋα Yαgαмi ☢ em Qua Mar 07, 2018 10:12 pm

CASTELO DOS MISTÉRIOS.


Assim que ativei o Byakugan, notei uma parada estranha: eu não conseguia ver através da porta e só via feixes de energia vermelhas rumando pra dentro daquela "sala de descanso."

??: ▬ Com esses olhos você já deve ter visto muita coisa, não? ▬ O Byakugan se desfez na mesma hora devido a perda de concentração. Aquele sujeitinho estava abaixado bem na minha direita, num ângulo onde o Byakugan detectaria facilmente. Como foi que ele chegou ali sem que eu o visse? ▬ Olá! ▬ Ele disse num tom animado, o que me deixava tenso.
Eu: ▬ Quem é você, caralho?! ▬ Esse se levantou, abanando a poeira e eu saquei a pistola, apontando para a cabeça do tal sujeito.
??: ▬ Você é a segunda pessoa que me dá o trabalho de afastar de áreas restritas... Mas diferente da garotinha, você passou pela minha barreira temporal quase sem que eu percebesse...Hehehe...
Eu: ▬ É, e diferente dessa garotinha, eu vou passar por cima de você também, verme! ▬ Aquele cara... Ele tinha algo que eu não gostava. Chegou até bater vento naquele lugar.
??: ▬ Vou permitir que você saia do túnel sem empecilhos desta vez, gentleman. Mas lembre-se, ao descer por ali desavisado, você saltou quatro dias no tempo. hehehe...
Eu: ▬ Você está blefando! ▬ Como assim? Será mesmo que eu tinha saltado 4 dias no tempo? Coroline ficaria preocupada por eu ter sumido por 4 dias se aquilo fosse verdade.
Logo depois, o sujeitinho saiu de cena daquela clássica forma ninja e quando eu guardei a pistola, eu notei que o filho da puta desenhou um bigode na minha cara e eu estava com um monóculo. O meu estresse ficou mais de 8 mil. Peguei aquele monóculo e quebrei ele todinho, mas o bigode não queria sair, era real. Eu explodi de vez.

Seu... seu... SEU FILHO DA PUTAAAAAAA! ▬ Lancei uma rajada de ki quase igual aquelas do Dragon Ball pra cima da porta, sacando a pistola "full putasso" assim que ela explodisse. Certeza que alguém iria levar azeitona se falasse um "A" contra mim. Então, rumei pra dentro da sala preparado pra meter bala.





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Sєτsυŋα Yαgαмi ☢
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>Setsuna

Mensagem  General 3YE W.D. Gaster em Seg Mar 19, 2018 7:44 pm


 A rajada de ki atingiu a porta e a fez abrir, fazendo-a girar em 180 graus e acertar a parede na qual estava presa. O ambiente dentro dela levava a um corredor descendente. O piso desse corredor que descia era de pedra áspera que se inclinava em um ângulo leve. Após alguns metros, uma porta dupla feita de grades estava entreaberta. A sala era decente para uma sala de descanso. O piso era carpeteado, as paredes eram decoradas com tijolos do tipo bloco com pintura branca. Sofás em formavam um "U" em frente a uma televisão. Uma mesa longa ao sul, coberta por um grande pano branco que tinha sobre ela um bebedouro, uma máquina de café e um computador. Ao lado desta mesa, ainda havia uma jukebox clássica, com suas luzes coloridas acesas. Havia três portas além da entrada: duas portas ao leste com indicações de banheiro e outra, a oeste, que era mostrava ser reforçada, com uma tranca de metal. Esta porta estava parecendo estar ser aberta. Dela saíam os três cavaleiros enormes que pararam a briga de torcidas que houve no primeiro dia, deixando a porta aberta:

 - Eu ainda não entendo como é que Valeth soltou aquela mulher do livro. Ela me dá arrepios.
- Falava o cavaleiro de armadura esverdiada, indo para o sofá junto do de armadura vermelha.

 - Aquilo não é uma mulher. É um monstro pior que muitos que já serviram o Conde. Acho que nem mesmo Galamoth ou o Nuculais fariam frente a aquela monstruosidade. - Dizia o de armadura azul, "Hammer", pegando um café na máquina e indo para o sofá.

- Meus irmãos, acho que ainda estamos em um certo conforto. Valeth nos trata melhor que o Conde e melhor até que aquele outro vampiro, o Brauner.
- Dizia o de armadura rubra, ligando a televisão. - Além de agirmos como segurança, nossa única tarefa é vigiar aquele espelho no subsolo. Valeth tirou aquela mulher do livro e a pôs lá no lugar da Paranóia por ser muito...Como é que é a expressão mesmo?

 - "Subverssivamente cruel?"

 - Isso! Isso mesmo. Ela foi quem falou a ele sobre como poder romper a magia que os prendiam as páginas daquele livro que eles mantém preso na área alta do castelo. Aparentemente, Valeth a deixou presa porque ficou com medo que ela começasse a quebrar tudo antes do que Valeth tem em mente virar realidade...

 - Verdade ou não, devemos mais é ficar quietos. Vamos aproveitar esse intervalo merecido após termos ficado naquela sala com ela por duas horas vendo-a se alimentar.

 Os três homemes armadurados ficariam assistindo televisão, deixando a porta metálica aberta. Ela levava a um corredor de mesmo material que o útimo, que dava em uma porta de madeira pesada e bastante grossa, que parecia haver letras estranhas que brilhavam levemente em azul inscritas sobre ela. Dentro da sala dava a uma sala de teto alto, com piso liso coberto por um tapete vermelho bastante grande, que cobria quase todo o chão. A sala em si era iluminada por "trilhas" de óleo em chamas nas laterais, conferindo uma iluminação adequada. Na parede oposta há um enorme espelho, que vai do chão ao teto e a frente dele, há cinco metros do espelho, há um pedestal cilíndrico com o formato de uma mão em meio a uma base quadrada, como se fosse necessário que uma mão humana seja colocada ali.

 O espelho refletia a sala, mas havia algo diferente. Primeiramente, havia um enorme monstro sem pele pendurado por correntes ao teto na reflexão. Esse monstro não possuía pernas e o braço esquerdo. Era possível ver os órgãos do monstro de quatro chifres presos e pulsantes, escorrendo sangue no chão da reflexão. O monstro parecia morto, mas com atenção daria para ver que ele está respirando estando inconsciente.Olhando para ele, de costas para a entrada, ainda do lado da reflexão, havia uma mulher de cabelos azuis, vestindo um longo manto. Ela deve ter notado que alguem entrou na sala, pois começou a se virar. A beleza do rosto dela não poderia ser descrita como algo menos que divino. O olhar da mulher vinha de olhos de írises ametistas muito cristalinas.

 - Quem é você? - Dizia a mulher com voz melodiosa. - Se está aqui para ajudar, preciso que pressione o altar para eu poder sair daqui antes deste monstro acordar...
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Re: The Book of Hermaeus * Enredo*

Mensagem  Sєτsυŋα Yαgαмi ☢ em Ter Mar 27, 2018 9:52 pm

CASTELO DOS MISTÉRIOS.



Logo após a rajada de ki acertar a porta, achei que ela fosse sair do lugar, mas não foi o que aconteceu. Ela resistiu ao impacto do golpe e só foi arrombada, ficando colada na parede. Entrei por aquela porta no sapatinho, buscando saber a presença de alguém mas tudo que tinha lá era um corredor em descida. Fui descendo o corredor e vi uma porta dupla entre aberta, me aproximei na crocodilagem e comecei a ver e ouvir o que tinha dentro daquela sala...

A sala tinha de tudo, até Jukebox tinha. Era de muito bom gosto e tirar um cochilo nela seria exelente pra qualquer trabalhador. Mais a diante, tinha uma porta com trinca de metal e de dentro dela sairam os mesmos caras que surraram os torcedores do Madri algum tempo atrás. ▬ Ó os filha das puta lá... ▬ Pensei.

Cavaleiro 1: ▬ Eu ainda não entendo como é que Valeth soltou aquela mulher do livro. Ela me dá arrepios. ▬ Será que a mulher era feia demais?
Cavaleiro 2: ▬ Aquilo não é uma mulher. É um monstro pior que muitos que já serviram o Conde. Acho que nem mesmo Galamoth ou o Nuculais fariam frente a aquela monstruosidade. ▬ Quem seriam essas pessoas citadas? Ela era uma mulher ou um monstro?
Cavaleiro 3: ▬ Meus irmãos, acho que ainda estamos em um certo conforto. Valeth nos trata melhor que o Conde e melhor até que aquele outro vampiro, o Brauner. ▬ Este ligou a televisão. ▬  Além de agirmos como seguranças, nossa única tarefa é vigiar aquele espelho no subsolo. Valeth tirou aquela mulher do livro e a pôs lá no lugar da Paranóia por ser muito...Como é que é a expressão mesmo?
Cavaleiro 1: ▬ "Subversivamente cruel?" ▬ Completou.
Cavaleiro 3: ▬  Isso! Isso mesmo. Ela foi quem falou a ele sobre como poder romper a magia que os prendiam as páginas daquele livro que eles mantém preso na área alta do castelo. Aparentemente, Valeth a deixou presa porque ficou com medo que ela começasse a quebrar tudo antes do que Valeth tem em mente virar realidade...
Cavaleiro 2: ▬ Verdade ou não, devemos mais é ficar quietos. Vamos aproveitar esse intervalo merecido após termos ficado naquela sala com ela por duas horas vendo-a se alimentar.

Aproveitei que eles estavam vendo "Domingão do Faustão" e entrei na crocodilagem na sala, sem fazer nenhum barulho eu buscava atravessar aquele comodo até a porta onde eles entraram e consegui entrar, sem chamar atenção deles e aproveitei pra fechar a porta. Na minha frente tinha um espelho onde eu podia ver todo meu corpo. Aproveitei pra usar as unhas fodas herdadas do clã Yagami para cortar fora aquele bigode horrendo rapidinho. Mais ao lado, havia um pedestal com a marca de uma mão. Era muito loco.
Levei um susto ao ver que tinha um puta bicho feio pra caralho preso no teto da reflexão e uma mulher, olhando para ele, havia uma mulher  de cabelos azuis muito bonita por sinal (contrariando meus pensamentos anteriores). Quando ela se virou pra mim, pediu ajuda...

Mulher: ▬ Quem é você? ▬ Dizia a mulher com voz melodiosa.
Eu: ▬ O Sunda! ▬ Respondi.
Mulher: ▬ Se está aqui para ajudar, preciso que pressione o altar para eu poder sair daqui antes deste monstro acordar...
Eu: ▬ E porque eu faria isso? Nem te conheço!





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> Setsuna e Painwheel

Mensagem  General 3YE W.D. Gaster em Qui Abr 12, 2018 1:01 pm

No Salão de Espelhos...

  - Meu nome é Ranael. Fui presa aqui por Valeth.- Dizia a mulher dentro do espelho. - Se me libertar deste espelho, eu posso dar informações sobre os planos dele e o que ele pretende fazer quando ele atingir seu objetivo. Além disso, posso dar localizações e informações sobre os seus subordinados...

 A mulher dentro do espelho olhava para o monstro a cada leve grunido que ele dava durante seu sono, e ela ficava mais apreensiva pois parecia que o monstro poderia acordar a qualquer momento.

- Ele não vai dormir por muito tempo. Quando ele acordar, pode ser o meu fim...- Ranael agora tocava a parede invisível do espelho, mostrando um pouco de preocupação.


....

 Dias atuais....

-  Nessiah! Sei que você pode me ouvir! Zhuan Yaling também! Eu vou destruir o quarto de bonecas para começar e vou precisar da ajuda de vocês! Apareçam agora!

 O berro da garota Carol foi grande. Não demorou para que uma miniatura do mago Nessiah surgisse de dentro de um vaso que estava sobre uma escrivaninha no quarto da garota. A miniatura estava um pouco maior e lembrava um boneco de pelúcia do tamanho da mão da garota.

 - Shhh! Não saia gritando o meu nome! Nunca se sabe quem ou o quê pode estar ouvindo a conversa!
- reclamava a miniatura de mago, falando baixinho enquanto flutuava na direção da cabeça da Robô Fortune e pousando sobre ela, deitando-se, quase como se fosse um lagarto ao sol ou um pedaço de pano. - Desculpe, uma velha cicatriz abriu ontem a noite e me sinto um pouco fraco, mas com um pressentimento horrível.

 Não demorava muito e Zhuan chega ao quarto, mas pela janela. Aparentemente a Jhiang-shi tinha um bom equilíbrio acrobata. Aproveitou a hora em que os fogos não estavam sendo usados ou os balões de ar quente que voavam ao redor do castelo para poder chegar até ali sem ser vista.

- Pois bem, Carol Yagami. O que você deseja?
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