2nd South
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The Book of Hermaeus * Enredo*

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The Book of Hermaeus * Enredo*

Mensagem  General 3YE W.D. Gaster em Seg Dez 11, 2017 8:28 pm

Um artefato poderoso, que pode registrar sozinho em suas páginas, catástrofes, seres além das capacidades humanas, lugares amaldiçoados que foram derrubados pelo tempo e coisas ainda por vir...O Livro de Hermaeus”   - Druida Jyggalag, século VI d.c.



  Nos primórdios do mundo, quando Gaia ainda era nova, uma força da Dimensão Sombria, criou um artefato inteligente e o mandou para o mundo novo. Um livro negro, preso em correntes para manter-se isolado e fechado. Um olho lhe fora dado para que pudesse ver tudo o que ocorre no seu lugar de pesquisa, ele era branco, com uma pupila em fenda vertical. Sua capa, em couro preto adornado em prata. A este livro lhe fora dado a missão de registrar tudo o que ocorre com este mundo. Com o passar das eras, o livro registrou em suas páginas muitos mistérios e fatos que ainda são “arranhados na superfície” pela ciência humana, como por exemplo a extinção dos dinossauros e a suposta existência de Atlântica. O livro também era atraído por poder, curioso pelos homens, ele fora usado para prender almas de seres poderosos que foram invocados para esse mundo sendo o mais perigoso deles o “Quebra-Mundos”, como foi batizado por um sobrevivente do combate e enviado de outro mundo de nome Mirrodin, que resultou na destruição dos Jardins Suspensos. Os registros do combate foram todos destruídos para que não houvesse pânico, porém, um registro restou...



=================================================================

   Noite, Março de 2017

   Second Southtown andava tendo uma noite movimentada pessoas estavam voltando para casa ou se divertindo após um longo e frio dia de trabalho. No cruzamento mais conhecido e movimentado da cidade, na 5 Avenue & 2nd Street pessoas circulavam e conversavam sobre um boato que começou a se espalhar sobre um parque temático que estava para chegar na cidade e também com uma onda de desaparecimentos nas regiões próximas a entrada de Sarah Forest. Era por volta das sete da noite, quando o aviso do Plantão da Satella News surgiu no telão que havia ali. Quase de imediato, o movimento da localidade parou e todos prestaram atenção ao que era exibido. A repórter, uma mulher ruiva e lânguida, estava em frente a um castelo cujas luzes violetas e azuis iluminavam ao redor. Ela estava acompanhada de um homem que vestia trajes que lembravam a aristocracia do século XVIII. Era magro e estava vestido de maneira impecável. Ele estava arrumando o pequeno par de óculos em seu rosto quando ela começou a falar.



 “ Sou Angela Hussman direto da entrada do novo parque temático Circus Memory. Eu estou aqui com um representante no novo parque temático que fora recém construído. Senhor Valeth, você é o proprietário do parque. Pode nos explicar como ninguém viu a construção deste castelo dentro da floresta?”

“ A explicação provavelmente não iria ser entendia por mentes fechadas ao que o mundo chama de truque e charlatanismo. A construção do castelo do Circus Memory estava oculta a olhos cínicos. Podemos dizer que foi a nossa primeira demonstração de mágica. ”
-Dizia Valeth. Sua voz era tranquila, mas dava para notar um leve tom de sarcasmo.

É verdade que, para a inauguração, você planeja organizar um torneio de artes marciais?”

“ Sim. Este torneio será feito de maneira fechada. Os participantes serão convidados para o mesmo. O público não será autorizado a andar nas áreas ande as lutas ocorrerão para evitar que se percam no castelo. ”

“ Quando esta maravilha poderá ser visitada? ”


“ O Circus Memory poderá ser visitado durante o dia, porém apenas a noite que nossas atrações estarão disponíveis. E mesmo assim, nem todos os setores do castelo estarão disponíveis ao público. ”

“ Uma última pergunta, senhor Valeth. O que pode falar a respeito dos recentes desaparecimentos que estão ocorrendo nesta região da cidade em que o castelo fora construído? ”

“ Não sei nada a respeito destes desaparecimentos e posso garantir que se os colaboradores do parque encontrarem alguém, notificaremos as autoridades locais. ”
- Valeth se mostrava com a mesma tranquilidade. Mas o seu olhar se demonstrava um pouco sombrio.

“ Obrigada, Senhor Valeth. Aguardaremos ansiosos pela inauguração. Aqui é Angela Hussman, para a Satella News.”



Não demora muito para que a transmissão seja encerrada pelo jornal local e o movimento no cruzamento ser normalizado, agora que a notícia já havia sido divulgada...

================================================================

 Observações

                   - Tópico para postagens dos lutadores participantes do torneio com o conteúdo de seu enredo extra combates;

ㅤㅤㅤㅤ- Qualquer membro da comunidade que deseja participar da Quest pode postar, implantando em seu enredo a situação atual da cidade narrada no enredo do torneio;
ㅤㅤㅤㅤ- Participantes não inscritos para as lutas do torneio que postarem na quest não estarão competindo no torneio. Sua participação é nas atividades da cidade e não dentro da competição do torneio.

                 - As postagens não são obrigatórias, aqui é para participação de uma quest utilizando o enredo do torneio que está andamento nas cidades. Os lutadores caso desejarem podem fazer sua contribuição com o enredo aqui além das suas lutas. Contudo, o lutador que for desclassificado do torneio, ainda poderá contribuir, embora não será permitido postagem que envolva diretamente a linha de enredo não escolhida na inscrição.

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Re: The Book of Hermaeus * Enredo*

Mensagem  General 3YE W.D. Gaster em Dom Dez 31, 2017 3:58 pm

========Alice=======

Depois que Cheshire desaparece de vistas e a menina Alice se esconder, ocorre um breve período de "silêncio" ( no caso, ninguem passar por perto de onde ela está) que é interrompido por passos vindos do corredor. Uma garotinha loira, de vestido extravagante em tom roxo escuro, passava por ali carregando o que parecia ser um cachorrinho de pelúcia e acompanhada de um cavaleiro medieval, cuja armadura de tons de azul com alguns poucos detalhes em dourado passavam por ali. A garotinha resmungava:

- O tio Valerian pôs um novo "guarda" para a entrada do laboratório, sabia? Ele falou que esconder atrás daquela coisa bizarra que ele achou nos porões do castelo seria uma boa idéia. hihihi.


O cavaleiro nada falava para respondê-la e nem ao menos a olhava enquanto a garotinha falava.

- Pena que você é um boneco. E que mamãe e Papai estejam ajudando na minha oficina de bonecas. Mas não que eu esteja reclamando. Você está sendo de longe o meu melhor boneco. Eu estou me divertindo desde que saí daquela prisão chata dentro do livro. Era tudo tão sem graça por lá.

Ambos continuavam a passar pelo corredor, indo em direção a uma área em um andar mais elevado, subindo pelas escadas. havia guardas a postos em grupos de dois a cada  dois lances dessa escadaria em particular, que ficava em uma área proibida para visitantes. Os guardas trajavam armaduras e permaneciam imóveis. embora se pudesse sentir vida vindo deles.

Logo, a dupla chegava em um corredor em forma de "T" com quadros ao redor. O quadro que ficava de frente para a parte longa do corredor possuía sua moldura presa com grandes e provavelmente muito pesadas correntes. A imagem em questão era um retrato de uma pessoa em trajes casuais. Ao que a garota e o cavaleiro se aproximavam, o quadro pareceu ganhar vida e se debater, fazendo as correntes balançarem e mostrar o seu reforço rúnico, que brilhava em azul. A garota tira então uma vela feita de cera púrpura e ergue para o cavaleiro que com o dedo indicador a acende com um leve lampejo elétrico. A chama da vela possuía um tom azulado e faz com que o quadro pare de se debater, ficando imóvel na parede, assim a estrutura desce para o piso, abrindo uma passagem para um corredor de dois metros, terminando em uma porta dupla feita de madeira branca. Assim que ambos entram, a parede volta a subir, fechando a passagem por trás deles. Não demora muito e é possível ver um camundongo andando perto da parede do quadro, quase encostado na mesma. Ele sobe por uma das armações da corrente e toca a moldura do quadro. De maneira instantânea, em um lampejo de luz vermelha, um corpo humano em certo estado de decomposição, trajando as mesmas vestes da pessoa que estava na pintura, que agora, era de um camundongo. Dois guardas saem de outra ponta do corredor e carregam o cadáver para outro lugar, resmungando de que não era a primeira vez que aquilo acontecia...

======= Iori e Chizuru =======

Chizuru podia sentir as vibrações sobrenaturais do castelo "flutuarem" de intensidade, mas nunca chegando a ser o suficiente para que chegasse a causar algum tipo de pressão no ambiente. Ela podia sentir os guardiões do castelo, mas não sua localização exata, exceto por dois. Aparentemente um estava emanando sua energia de uma estátua no lago artificial. Essa energia em particular emanava uma certa tristeza e uma sensação de ar frio caso fosse conscentrada muita atenção na mesma.

"Tranc....Lor....ula..."
- era uma voz feminina vindo da estátua feita de granito em meio ao lago artificial. A voz parecia ser interrompida em seus lamentos, devido a provavelmente a força que está a prendendo a ela. - "Eu....uer...ir..."

Caso fosse observado com atenção, a estátua emanava pequenas ondulações na água, dando a impressão de que ela flutuava na água ou algo nela poderia gerar ondas. Para examiná-la, porém, teria que se passar pelo isolamento da área, pois o ambiente estava reservado para uma luta na manhã seguinte...

A outra energia era um pouco mais sinistra, caso fosse mais conscentrada sua atenção, veria que esta está se movendo pela área externa do castelo, como se estivesse mais livre que as outras, porém não está saindo de uma área específica de raio muito pequeno em meio a feira. A energia dava a mesma sensação de andar em um cemitério: frio, silencioso e a sensação das garras da morte por todos os lados. Mas esta não murmurava ou lamentava. Apenas silêncio. Essa presença pararia subtamente seu movimento e Chizuru poderia sentir que agora era ela quem estava sendo observada pela energia e com isso, passava uma sensação que jamais poderia ser esquecida, mas que foi bastante sentida á 20 anos atrás...Uma sensação pesada, que fazia o calor sair em parte do corpo e o ar ficar difícil de respirar. Esta energia poderia ser sentida por Iori também, mesmo não sendo tão sensível quanto a matriarca do clã Yata. E então, de maneira repentina, essa energia transmitia um choque mental que poderia pegar Chizuru de surpresa e provavelmente com um pouco de dor em sua cabeça...

========Setusuna=======

O circo estava recebendo visitantes quando um tumulto começou no estacionamento e uma equipe de reportagem, que estava no local, decidiu filmar ao vivo a confusão. A reporter, Ângela Hussman, que estava por lá entrou em transmissão:

- Aqui fala Ângela Hussman com uma notícia urgente! Um grupo de uma torcida organizada do Real Madrid começou um tumulto no estacionamento do Circus Memory!


Pelas imagens, dava para ver o grupo batendo em pessoas com armamento improvisado ( pedaços de madeira, canos metálicos, etc) e em carros. Mas um outro grupo, saído do castelo, chama a atenção ao ir de encontro aos baderneiros. Três homens em armaduras( cada um de uma cor diferente: um tinha um tom esverdeado-escuro, outro com um tom rubro e o último em um tom azul metálico), cada um com perto de dois metros e meio começam a "apaziguar" os ânimos dos revoltosos. Dois deles usavam espadas, sendo um usando uma dupla de espadas e o outro com um alfange ( espada que lembra o estilo árabe antigo) o terceiro portava uma grande marreta. Eles batiam nos revoltosos não de maneira letal e em pouco tempo contiveram o grupo. Os grandalhões amarram os torcedores nocauteados em um poste, usando cordas grossas de tom negro. Ao que eles terminavam eles começavam a voltar para dentro do castelo, quando foram parados pela reporter. A diferença de tamanho se tornava bem mais nítida agora.

- Com liçença... Vocês fazem parte da segurança do castelo?- ela ergue o microfone para o mais próximo, que portava a marreta e possuía armadura azulada.

- Sim, fazemos parte.
- o sotaque dele era romeno, dando um ar grave para a voz. Ele se abaixou um pouco, apoiando-se no martelo com a "cabeça metálica" voltada para baixo.

- Sua ação foi eficaz, mesmo com armas letais. Vocês tem autorização para isso?

- Somos bem mais treinados que muitos, posso garantir.


- O que vai acontecer com os tumultuadores?

- Vamos deixá-los amarrados ali mesmo até a polícia chegar. Não admitimos esse tipo de comportamento em um ambiente familiar como esse. Meus irmãos já entraram em contato com os nossos socorristas para atender os feridos por eles.

- Ah propósito, como você se chama?

Não era possível ver direito o rosto sob o elmo do cavaleiro, mas ele olhou para os outros irmãos, que lhe deram os ombros.

- Hammer, pode me chamar assim.
- Ele respondeu. - Não podemos dar nossos nomes oficiais por sigilo.

- Ah...okay. Muito obrigada, Hammer.- Angela voltava-se para a câmera.- A situação foi controlada pelos seguranças do Circus Memory e agora aguardamos pelo desfecho com a chegada da polícia. Aqui é Angela Hussman, direto do Circus Memory.
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Re: The Book of Hermaeus * Enredo*

Mensagem  Thε Mαdnεss Ω Λlιсє em Sab Jan 06, 2018 1:30 pm





Sorrateira.

ㅤㅤQuando Cheshire partiu, fiquei um bom tempo quieta e em silêncio aguardando o retorno dele com a resposta do meu pai e da Chizuru-san. No entanto, enquanto estou escondida, ouço passos de uma dupla se aproximando e passando por mim, sem que percebessem minha presença. De relance, pude ver que uma das pessoas era uma garotinha com um vestidinho extravagante. Não aparentava ser a mesma de antes. O outro, maior, mais robusto, trajando armaduras de um guada medieval, acompanhava ela sem responder a nada do que ela falava. Curioso.

ㅤㅤ── Melhor investigar isso. Lamento Chizuru-san, mas essa pode ser uma oportunidade única para chegar ao livro. ── Comentei comigo mesma. Fechei os olhos. E deixei que minha metamorfose acontecesse por completo. Agora não sou mais a Alice garotinha. Sou a Alice de Wonderland. Aquela que derrotou a Rainha Vermelha e o Criador de bonecas. As diferenças são perceptíveis. Quem me via antigamente perceberá a mudança no olhar, de dócil para um mais selvagem. O timbre de voz muda também, ficando mais maduro, como se alguns anos tivessem passado num curto espaço de tempo. Nesta forma, tenho uso de todas as minhas habilidades no mundo real e fictício, sem restrições.

ㅤㅤCom meus poderes em seu potencial máximo, levantei e segui os dois pelo caminho que tomaram, subindo as escadas. Em passos de gato, na pontinha dos pés, faca em mãos, preparada para cortar e picar. Os dois passam por uma dupla de guardas. Não aparentam estar vivos, mas há uma sensação estranha vinda deles.

ㅤㅤ── Cabeças vão rolar. ── Outra faca materializei. Dessa vez, era maior do que minha faca comum.

ㅤㅤEsta faca em especial era a Vorpal Cleaver. Um cutelo, faca de uma lâmina única e retangular com afiação em um só lado, que tinha como função cortar carnes duras e ossos. Era uma versão aprimorada da minha faca comum. Com ambas as armas brancas equipadas, uma em cada mão, esperei pelo momento que a garotinha  e seu guarda costas sumissem do campo de visão dos dois guardas parados ali. Respirei fundo e surgi na frente dos dois, arremessando primeiro o cutelo no crânio daquele que está à esquerda e a faca para o que estava na direta, atravessando suas cabeças com facilidade e derrubando-os.

ㅤㅤSangue eles não tinham. Mas a sensação estranha que emana dentro deles desparece. Posso dá-los como mortos? Talvez sim. Puxo as facas de volta, desprendendo-as dos crânios e continuo minha passada. Observo mais atentamente meus arredores e vou caminhando pelos corredores do castelo, tentando rastrear a dupla de antes. Enquanto passo pelos corredores, lampiões e tochas que iluminavam os caminhos iam um por um e uma por uma sendo apagadas, permitindo que a escuridão reinasse, me tornando uma predadora sorrateira.

ㅤㅤOs encontro novamente, fazendo alguma coisa com um quadro que parecia tremer. A figura gravada dentro das bordas de madeira aparentava estar viva e se debatendo. Não consegui visualizar o que a menina e o guarda-costas dela fizeram, mas conseguiram abrir uma passagem entre a parede e o quadro parou de se mexer. O segredo estava ali, no que eles fizeram ao quadro.

ㅤㅤ── Odeio Puzzles. São irritantes. Principalmente quando não tenho pistas suficientes para resolvê-los. ── De frente para o quadro, logo após a passagem usada pelos dois se fechar, observo o quadro. Um camundongo passou em frente a ele e teve uma surpresa. Recuei dois passos ao ver uma mão em decomposição agarrando a pequena criatura. Observei novamente e agora, a pessoa da moldura era um.... Camundongo?

ㅤㅤ── Esse lugar me lembra Wonderland. Nada faz sentido...

ㅤㅤHá momentos que esquecemos de nossos arredores e focamos naquilo que se torna objeto de nossa atenção. Enquanto estou pensando em meios de acessar a passagem por trás do quadro, dois guardas param carregando um corpo e ficam, sem entender, o que estou fazendo ali.

ㅤㅤSinceramente, nem dei moral para eles. Continuei fazendo meus cálculos até sentir o braço sendo puxado por um deles.

ㅤㅤ── Quem é você? O que faz aqui? ── Me perguntou.

ㅤㅤ── Morra. ── Respondi.

ㅤㅤApenas olhei para ele. Puxei o braço de volta, materializei a Vorpar Cleaver e num movimento rápido, preciso e limpo, parti a cabeça dele para fora do corpo, derrubando-a ao chão e fazendo-a rolar para o corredor de onde vim, tomado pela escuridão. O outro, que estava segurando um cadáver pela perna. Sua reação foi impagável. Soltou a perna, se preparou para vir me atacar. Porém, enquanto ele fazia toda essa preparação, ele não viu e tão pouco sentiu o que atravessou o corpo dele.

ㅤㅤUm punhado de borboletas atravessou o corpo dele. Por trás, elas se juntaram uma a uma até formarem meu corpo, que num passe de mágica, voltou ao normal quando todas as borboletas fundiram-se em uma só. Me ergui, limpei a poeira do meu aventalzinho branco, olhei para a faca e ela estava banhada com sangue do homem atrás de mim. Tirei um lencinho branco do bolso pequeno do avental, levei até a lâmina brilhante e ensanguentada, passei o paninho com cuidado e tirei o excesso de sangue que manchava a mesma. Dei uma baforada na faca, passei o pano de novo. E olhei. Brilhava e mostrava meu reflexo. Ainda não estava totalmente limpa, mas estava aceitável a condição dela.

ㅤㅤVirei, passei pelo guarda que ainda estava de pé. Olhei pra ele, arqueei a sobrancelha e dei de ombros. Estiquei a mão canhota até próximo dele e dei um peteleco sobre a armadura doutro. Resultado? O tronco dele separou-se do corpo e caiu ao chão, fazendo um barulhão dos grandes. Não me importei. A última coisa a cair foi as pernas dele, primeiro ficando de joelhos e depois, pendendo para um canto.

ㅤㅤ── Embora seja um castelo diferente, os soldados são todos idênticos aos mínions da Rainha vermelha... Todos incompetentes!

ㅤㅤVoltei ao quadro e olhei-o mais uma vez atentamente. Havia uma vela púrpura com uma chama azul acesa. Peguei a vela e outro lencinho limpo do meu bolso. Deixei que a vela queimasse o lenço até formar uma chama. Assoprei a vela, apagando-a e posicionando o lenço em brasas para acender a vela novamente. Me desfiz do lencinho queimado e boto a vela de volta, em frente o quadro. Ouço um estalo e a estrutura começa a descer em minha frente. Avisto uma porta dupla de madeira branca e sigo por ela.

ㅤㅤ── Até que foi fácil...

ㅤㅤAntes que a estrutura voltasse a se fechar, atravessei e cuidadosamente abri a porta... o que será que me espera do outro lado? Minha faca está ansiosa para descobrir também.




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O PLANO DA IKARI, TENTANDO DESCOBRIR MISTÉRIOS NO CASTELO!

Mensagem  Yαgαмi Sєτsuŋα em Sab Jan 06, 2018 11:23 pm

O GRANDE PLANO DA IKARI! SETSUNA EM BUSCA DE RESPOSTAS!





O sistema é foda, parceiro. É o que posso te dizer.

A Ikari achava que tinha o controle de tudo mas a situação era outra. Se a Ikari fosse soberana, o crime e o tráfico de drogas jamais reinariam em Second Southtown e seria a cidade mais segura do planeta.
É... mas nem tudo é como a gente quer, irmão...

Os caras tinham bolado um plano que poderia ser até bom se não fosse pelo fator surpresa do tal castelo. Ninguém sabia como proceder já que o mesmo tinha mistério a cada canto quadrado do terreno e isso era um puta problema.
O grande plano da Ikari era me mandar sozinho pra lá já que eu tinha desaparecido da cidade por muito tempo e nunca chamaria atenção. Depois disso, tentar entrar no castelo de alguma forma. E claro, lá fui eu tentar resolver os problemas do sistema...

Aqui fala Ângela Hussman com uma notícia urgente! Um grupo de torcida organizada do Real Madrid começou um tumulto no estacionamento do Circus Memory! ▬ A repórter estava ao vivo filmando a porra toda quando vieram uns armários usando armaduras e  armas da época das cruzadas e desceram porrada nos baderneiros, claro. Essa era minha chance e eu não sou idiota de perder.


Corri até a entrada do castelo mas não saí entrando de peito aberto, deveria ter uma senha ou algo do tipo e eu deveria esperar um dos brutamontes dar um mole. Eu não pude escutar o que a pequena repórter falava com os guerreiros 2x2, só podia esperar escondido perto da entrada do castelo uma brecha... Mas que merda.

Assim que os nego vieram pra entrada do castelo, esperei eles passarem e fui na crocodilagem atrás deles, eu não fazia a menor ideia de como era lá dentro mas eu sabia de uma coisa: missão dada é missão cumprida, parceiro. Custe o que custar.








Isso é tudo, pessoal!


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Re: The Book of Hermaeus * Enredo*

Mensagem  Đεstroчεr ⌠ 八神 庵 ⌡ em Dom Jan 07, 2018 10:31 pm



A invasão continua
Vou deixar este castelo em chamas!
Em 2nd South Town


ㅤㅤLugares festivos e muito coloridos nunca fizeram meu gosto. Pessoas sorrindo, dando risadas, andando para cima e para baixo, de um lado para o outro, enquanto as lutas dos torneio acontecem em lugares impossíveis de se acessar, nada disso faz sentido. É muito suspeito, mas ninguém parece se incomodar com isso ou se perguntar sobre isso. Penso que deve haver alguma coisa nesse castelo que esteja afetando essas mentes mais fracas e obrigando-as a ficarem até altas horas passeando pelo parque, como se não houvesse um limite para suas energias. Observo alguns dos trabalhadores. Cada movimento deles. O jeito de se vestirem, conversarem, gesticularem, manias, tudo que fosse possível para identificar algum comportamento suspeito.

ㅤㅤO tempo todo estou ao lado de Chizuru, que continua com sua leitura espiritual sobre as energias estranhas que sondam aquele castelo. Prefiro não incomodar ela enquanto está concentrada. Os telões espalhados pelo parque apenas reprisavam os melhores momentos das duas lutas ocorridas naquele dia (lembrando que aqui estamos ainda no dia que ocorreu a luta Painwheel vs Lilith e Clark vs Pedro). Observei que um dos participantes, Clark, conseguiu nocautear seu inimigo – este que mais se parecia com um nerd qualquer do que um lutador em si, mas com golpes e poderes um pouco suspeitos para sua aparência inocente e frágil. É como dizem... Nem sempre é bom julgar o livro pela capa. Mas esses dois não me interessavam. Quanto a luta de Carol vs minha outra filha, Lilith, não esperava que as duas fossem darem o máximo de si logo num primeiro embate. Estou curioso para saber o que ela está fazendo aqui e que envolvimento ela tem com as pessoas desse torneio? Espero que não seja um problema a mais para resolver.

ㅤㅤUma pessoa passou por mim. Não sei muito bem o porquê dessa sensação ruim, mas me é familiar. Era uma ruiva com um capuz de lagarto verde cheio de dentes na boca e chifres na cabeça, um olho de íris dourada e outro normal, com roupas e acessórios punks. Olhei para ela por um instante apenas, passando por mim e Chizuru. A aura dela me é familiar, mas não me recordo de onde seja. Ela foi embora. Gravei bem o rosto dela em caso da mesma ser um possível alvo de investigação.

ㅤㅤOlhando mais adiante, reparo numa criatura solitária caminhando em minha direção. Um gato gordo e rajado, miando e esfregando-se na minha perna, pedindo por carinho e atenção. Observando aquela cena, fico me perguntando o que um bichano daqueles faria em uma área florestal? Gatos não viriam tão longe. Passou pela minha cabeça que alguém do parque possa tê-lo perdido e esteja o procurando. Enquanto não tenho noção do que se trata, acabei deixando meu gosto pela criatura tirar o melhor de mim.

ㅤㅤSou fã de gatos. Isso não parecia ser segredo para ninguém. Mas ainda há aqueles que não sabem tudo ao meu respeito. Tive um gato branco chamado Carrasco e este se perdeu nas ruas, tem muito tempo atrás. Sempre que vejo um bichano desses perdidos na rua, faço questão de alimentá-lo comprando uma caixa de leite ou um pouco de ração para os mesmos. Agachei para pegar o felino no colo e quanto fiz contato visual com ele... as coisas ficaram um pouco insanas para o meu gosto.

ㅤㅤ── Mas... O quê? ── Estou num lugar diferente agora. Um lago raso, durante a noite. Céu estrelado. Sem nuvens e sem lua. Flores espalhadas pelos cantos não atingidos pela água do campo. Meus arredores são belos e bastante intrigantes. Reparo que estou em outro mundo no momento que avisto uma estatueta gigante da Alice, com as mãos no rosto enquanto de seus olhos vertiam lágrimas sem parar.

ㅤㅤ── Você está no Vale das Lágrimas. ── Uma voz ecoou atrás de mim.

ㅤㅤVirei para onde ela vinha. E Alice estava ali.

ㅤㅤ── O que... significa isso? ── Perguntei.

ㅤㅤ── Essa é uma mensagem ‘gravada’. Pedi para o Cheshire vir até um de vocês. Estou num impasse. Há muitos caminhos para seguir. Tem pessoas fazendo ronda no castelo, algumas dela são crianças estranhas. Não aparentam serem humanas. ── A explicação de Alice prende minha atenção.

ㅤㅤEla estava com dúvidas de como prosseguir.

ㅤㅤ── Essas pessoas podem leva-la tanto para uma armadilha quanto para o livro. É um tiro no escuro. ── Respondi. ── Não direi nada para você ainda. Irei passar a ‘a chamada’ para a Chizuru.

ㅤㅤ── Estou aguardando uma decisão de ambos. O gato só retornará para mim quando vocês dois derem suas opiniões.

ㅤㅤEntão, voltei a realidade. O gato miava para mim. Acho que não tenho escolha.

ㅤㅤ── Chizuru. Segura o gato e encare ele nos olhos. É uma mensagem da Alice. E não, não estou de sacanagem. Vai por mim.





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Re: The Book of Hermaeus * Enredo*

Mensagem  Convidado em Qua Jan 10, 2018 8:25 pm



Fuga




ㅤㅤㅤㅤNew Meridian, EUA

ㅤㅤㅤㅤ- Estranho papai não ia esquecer completamente assim da gente aqui. A não ser... – era Amy falando e andando de um lado para o outro.
ㅤㅤㅤㅤ- STOP! Ele sabe se virar e não se esqueceu de ninguém. Vamos falar com a Yuriko e fazer o que você falou. – Candy falava olhando pela janela
ㅤㅤㅤㅤAs duas irmãs estavam ali a quatro dias, observando tudo que acontecia naquele pedaço da cidade e não virá nada estranho se aproximando da casa. O que fez Amy deduzir que estavam vigiando a família através de câmeras.
ㅤㅤㅤㅤ- Certo! Vou ligar para ela. – a garota ia para o outro quarto pegar seu celular.
ㅤㅤㅤㅤ- Seu Boyfriend não voltou com nossa janta! – Candy reclama.
ㅤㅤㅤㅤ- Ele já deve estar chegando! – ela fala voltando com um olhar reprovador para a irmã.
ㅤㅤㅤㅤ- O que deu em você namorar esse cara afinal? – a ruiva cantora, senta e cruza as pernas e braços encarando Amy.
ㅤㅤㅤㅤ- Como se eu fosse me abrir para você Candy! Cresce! – ela responde e volta a sua atenção para o telefone.
ㅤㅤㅤㅤA conversa com a japonesa foi rápida, ela concordou em ajudar e auxilia-las mesmo que estando longe.

ㅤㅤㅤㅤSarah Forest, EUA.

ㅤㅤㅤㅤChizuru pega o gato das mãos de Iori e observa o mesmo, a mensagem veio até ela, o que Alice informou era interessante e também preocupante.
ㅤㅤㅤㅤ- Alice, esteja atenta e eu entro em contato em breve, tenho uma coisa para averiguar. – a japonesa solta o gato e se volta para o namorado.
ㅤㅤㅤㅤMas ela não termina de falar, ela fica estranha, muitas energias ao mesmo tempo são sentidas pela sacerdotisa e ela começa a ter visão dupla e fica um pouco tonta. Apoiando-se assim no braço de Iori.
ㅤㅤㅤㅤ- Esse lugar... – ela fala e se ajeita ficando de pé novamente.
ㅤㅤㅤㅤPara isso a mulher bloqueou a captação que estava fazendo, parou de querer detectar energia, apesar de saber que elas estavam ali. Ela olhou envolta por alguns minutos, observou o telão e se virou para Iori.
ㅤㅤㅤㅤ- Temos que sair daqui, agora, Alice também.
ㅤㅤㅤㅤEla fala e não espera por respostas, simplesmente arrasta ele consigo para o caminho que levaria aos portões do lugar e para fora dele. No caminho falava mentalmente com Alice, praticamente aos berros.
ㅤㅤㅤㅤ- SAI AGORA DESSE CASTELO, sei que você pode achar normal e tudo mais, mas podemos ajudar sua irmã de outra forma, volte para o hotel!
ㅤㅤㅤㅤNo caminho a japonesa começou a correr em direção a saída, sua mão ainda estava no braço de Iori, tinha que ir o mais longe possível daquela estrutura.
A sacerdotisa passou algum tempo correndo, arrastando Iori com você, já que não soltou a mão do braço dele até o momento que estacou seus passos na clareira de Sarah Forest, onde tinha uma cabana e alguns animais.
ㅤㅤㅤㅤ- A- aquele lugar... e-estamos lá a q-quatro dias ou mais! – ela fala recuperando o folego.
ㅤㅤㅤㅤEla olha para Iori, recuperando a respiração, mas ainda fadigada.
ㅤㅤㅤㅤ- O Castelo, o parque, tudo aquilo está roubando as energias de todos que ficam ali. Todos estão em perigo, até os lutadores. C-Como explicar... – ela para de falar e se senta em um dos troncos que tinha no lugar e passa a mão pelo rosto.
ㅤㅤㅤㅤ- Parece idiota, mas é a melhor analogia que achei para explicar essa insanidade. Quem está fazendo isso é louco! Só espero que ele não seja um cachorro dentro de um robô disfarçado de humano. Lembra-se do filme do Scooby Doo e a Ilha misteriosa? Onde tinha uma ceita que fez um ritual antigo para poder retirar almas das pessoas e colocar monstros dentro delas? Bom, esse castelo inteiro ali. – ela aponta para a direção de onde vinham. – Ele está sugando a energia das pessoas, elas pensam estar se divertindo, não veem o tempo passar e nem nada. Estão presas lá dentro! É viciante... O mesmo aconteceu também em outro lugar, Percy Jackson e o Ladrão de Raios, o cassino com as flores de lótus?
ㅤㅤㅤㅤA mulher falou tudo de uma vez só e olhou para ele ao terminar de falar, o homem estava bem confuso, pelo menos era o que a sua expressão passava.
ㅤㅤㅤㅤ- Sim, eu sei que aqui é a vida real e estou citando coisas fictícias, mas já vimos loucuras o suficiente para saber que é bem possível algum louco simular tudo isso, não?! Vamos para o hotel, lá poderemos ajudar melhor as meninas e tirar também o mais rápido possível a Carol de dentro daquele lugar! – ela fala e volta ficar em pé.
ㅤㅤㅤㅤLevando as mãos aos sapatos ela tira os dois e começa a andar descalço, era um caminho mais conhecido e também o salto alto na terra não estava ajudando muito na caminhada.






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The Tides of Time ( As Marés do tempo)

Mensagem  General 3YE W.D. Gaster em Sex Jan 12, 2018 12:20 am

Os guardas tombavam com os golpes da menina Alice. Os sons de quando eles caíram no piso indicava que havia algo dentro das armaduras, mas nada surgia quando os capacetes rolavam com o impacto com o solo. Do outro lado da porta de madeira branca, um corredor que se alongava por quase vinte metros, iluminado apenas por tochas nas paredes, espalhadas de forma uniforme para iluminar todo o corredor pareciam queimar sem se desgastarem. Um, dois, três passos, a garotinha podia dar até ver que na metade do corredor, uma figura havia surgido com um som de corneta festiva. Aparente era um dos palhaços do circo. Alice poderia reconhecer o padrão da roupa como sendo o do mesmo palhaço que lhe deu um balão quando ela entrara no parque, mas as cores estavam arroxeadas. O palhaço parecia um senhor gordo com trajes a rigor. Ele usava uma máscara de pano ao redor da cabeça que lembrava um espantalho. Em sua cintura havia um pequeno "jack-in-the-box" que ao invés de ser um pequeno boneco como era antes, agora há um olho solitário no lugar. Havia também uma maleta e um pequeno guarda-chuva pendurado em um dos bolsos do sua casaca. Em sua mão esquerda, ele se apoiava em uma bengala. O palhaço tinha a altura de uma pessoa considerada de baixa estatura, apenas um palmo e meio maior que Alice. Em suas costas, parecia que havia sido empalado por duas enormes agulhas, mas o palhaço não parecia se importar. Ele estava com ambas as mãos apoiadas na bengala, a frente do corpo.



- Ora,ora...- Sua voz era estranha,  "arranhada" e um pouco fina. - Temos uma menininha má aqui.


Caso Alice tentasse atacá-lo, o palhaço não se moveria. Ao que fosse atacado, ele estouraria como uma bexiga de aniversário, espalhando confetes e surgiria inteiro, três metros a diante.

- Menininha...você não pode continuar aqui. É acesso restrito,sabia? hahahaha. E se atravessar a porta atrás de mim, terá uma surpresa! hahahaha.

O palhaço abria caminho para a garota. Ao abrir a porta, havia apenas escuridão, mas ao dar um passo para dentro, o caminho se iluminava e mostraria a ponta inicial do corredor logo em frente, com o palhaço na mesma posição em que ele estava. Caso fosse atacado, ele apenas sumiria, como um balão de confetes e resurgiria em outra posição do corredor.


- Menininha, ao passar por aquela porta, você ativou a armadilha do corredor. Agora não pode continuar. Buuhuuu.
- ele gesticula choro com ambas as mãos. - Você apenas pode voltar por onde veio. E outra coisa... - ele tira um relógio de bolso de dentro do casaco. O relógio era desconfortavelmente grande para caber em um bolso, mas o palhaço parecia nem notar isso tamanho a facilidade com o que ele o segurava. - ...Passaram quatro dias desde que você entrou aqui. Hahahaha! Você deve voltar agora por onde veio. Apenas pessoas "especiais" podem passar por aqui.


O palhaço segurava a bengala em cada uma das estremidades e juntava as mãos, fazendo o objeto desaparecer. Ele pegava o seu guarda-chuva caso Alice saísse do local, o abriria e o giraria, sumindo em fumaça de várias cores, junto com o som de corneta festiva.

A sensação do tempo era estranha naquele local. Para as pessoas normais, o tempo se seguia normalmente, mas para algumas, como foi para a família Yagami, o tempo se passava diferente, embora não desse essa impressão de imediato. O que podia ser esplicado como provável teoria seria o encontro com esse palhaço em particular. Ele era um dos funcionários de Valeth. Ao entrar em contato com o mesmo, ele sentiu as intenções da pessoas e aplicou-lhes um feitiço sutil, que os fez atravessar o tempo em lapsos tão rápidos que era quase impossível de se perceber. O "gatilho" para o lapso poderia ser qualquer coisa banal, como andar dez passos. Com o parque movimentado, mal daria para perceber o salto temporal. Mas é algo que era incerto de pessoa para pessoa. Mas isso, não teria como Alice e os outros saberem...

Enquanto isso...Setsuna veria os três seguranças armadurados adentrarem em uma entrada que dava para um acesso subterrâneo do castelo. Após a porta, haveria um corredor de pedra cortada, como se as técnicas de construção fosse a mesma que as paredes do castelo. Havia alguns barris e caixotes em sua extenção. A maioria com cabos e partes sobressalentes de equipamento de transmissão. Caso os seguisse, iria se deparar com uma janela espelhada no corredor. A sala do outro lado era visível. Era aonde estava sendo feita a transmissão das lutas. com vários homens controlando o maquinário para isso. E em frente, por onde os seguranças foram, havia uma porta com uma indicação "Sala de descanso"...
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Re: The Book of Hermaeus * Enredo*

Mensagem  Thε Mαdnεss Ω Λlιсє em Sab Jan 13, 2018 10:06 am





É hora de dar tchau.

ㅤㅤAbrir a porta secreta me revelou outro corredor de quase 20 metros, iluminados por tochas acesas que não pareciam se desgastar. Não há outros caminhos. Apenas um corredor, paredes, tochas e uma porta ao fundo. Ninguém estava me seguindo e não havia ninguém para mim seguir. O caminho era óbvio e só me restou andar para frente. Um, dois, três passos e um ser estranho surgiu mais adiante naquele espaço claustrofóbico. Uma criatura de proporções grandes em roupas de palhaço. Aproximei um pouco mais do mesmo e ele não esboçou uma reação hostil ao me ver. Reparando nos detalhes de sua vestimenta, me dou conta que é um dos palhaços que trabalhava do lado de fora do castelo e inclusive, foi um dos que me deu um balão na entrada do parque de diversões, mas ele estava diferente ali dentro... Dava para ver que as pessoas do castelo mudavam quando dentro dos mesmos e que a dimensão moldava suas verdadeiras faces. Mas ainda não era tudo. Ele falou comigo. Em silêncio, ouvi o que ele tinha a me dizer e nada respondi.

ㅤㅤ── Ora ora... temos uma menininha má aqui.

ㅤㅤNessas horas eu deveria tirar um troféu do meu bolso e dar a ele pela excelente observação. Mas me contive. Tenho uma missão para fazer. Resolvi ignorá-lo e passei por ele sem dar ouvidos ao que ele tinha a me dizer.

ㅤㅤ── Menininha... você não pode continuar aqui. ── Quem disse? ── É acesso restrito, sabia? ── E daí? ── Hahahaha. Se atravessar a porta atrás de mim, terá uma surpresa. ── Uau! Que demais! Minha faca ama surpresas! Foi tudo o que pensei em cada momento da fala dele.

ㅤㅤAcho que não andei nem três metros direito e ele apareceu na minha frente, de novo, ao som de um estouro de balão seguido por uma corneta festiva com confetes coloridos explodindo para tosos os lados. Aquele jeito espalhafatoso dele aparecer lembrou-me muitas das criaturas que participavam da festa do chá do chapeleiro maluco, principalmente quando eles comemoravam o dia do desaniversário, que é o dia depois do seu aniversário, regado de biscoitos e chá para todos! Mas sua aparência horrenda acabava me lembrando dos irmãos Tweedledum e Tweedledee. Para ser mais preciso, ele me lembrava especialmente o irmão maior, o “Dee”. Apenas esta recordação fora o suficiente para me dar nos nervos. Me controlo. Preciso manter meu foco naquilo que vim fazer aqui.

ㅤㅤO palhaço gordo e grande abre a porta pra mim. Suas intenções me parecem bastante claras, como se quisesse me deixar passar. Percebo de imediato que aquilo não estava certo. Havia uma coisa errada naquele lugar. O caminho adiante era escuro, sem sinal algum de luz. Franzi o cenho. Olhei para as tochas nas paredes ao lado e pego uma delas, seguindo o caminho ignorando completamente o palhaço. Ao dar um passo para dentro, acabo entrando num loop.

ㅤㅤ── Quê? ── Estou no começo do corredor. O palhaço, aparece de novo, no mesmo lugar de antes.

ㅤㅤ── Menininha, ao passar por aquela porta, você ativou a armadilha de corredor. ── Eu sabia! ── Agora não pode continuar. Buuhuuu. ── Filho da puta! Ele fazer uma simulação de choro pra me zombar custou-lhe sua vida. Ou, era o que pensei no momento que saquei minha escopeta mágica de Wonderland. A Blunderbuss. É uma arma extremamente grande , me obrigando a segurá-la com as duas mãos. Embora sua composição seja minúscula e fina, seu barril é maior e torto igual o homem torto, com seu cano parecendo o de uma corneta gigante. Apesar da aparência bizarra, a arma tinha um poder de fogo extremamente destrutivo e seu disparo sempre me empurra para trás com a força do coice da arma. O projétil atinge o palhaço e ele explode igual um balão de novo, mas não antes de experimentar uma devastadora explosão que vaporizou até mesmo as tochas acesas e pregadas nas paredes, deixando o corredor escuro.

ㅤㅤ── Ninguém fica me zombando e sai impune, palhaço!

ㅤㅤGuardei a arma. O palhaço voltou. Era esperado. E deu vontade de mandar outro balaço desses nas ideias dele.

ㅤㅤ── Você pode apenas voltar para onde veio agora. ── E ainda age como o capitão óbvio. ── E outra coisa... passaram-se quatro dias desde que você entrou aqui. ── Quando ele tirou um relógio esquisito do bolso e me disse aquilo, fiquei paralisada. Quatro dias? Como assim? ── Você deve voltar agora por onde veio. Apenas pessoas especiais podem passar por aqui.

ㅤㅤA última parte nem dei ouvidos. Estou tentando entender quando que se passaram esses quatro dias dentro do castelo se não faz nem uma hora que estou perambulando aqui dentro. Foi uma sequencia de pensamentos. Dimensão paralela? O fluxo temporal corre diferente dentro do castelo? Funciona apenas dentro do castelo ou papai e Chizuru-san estão também passando pelos quatro dias sem saberem? Todas essas perguntas enraizaram na minha cabeça e começaram a me enfurecer... Até ouvir o chamado de Chizuru-san, aos berros.

ㅤㅤ── SAIA AGORA DESSE CASTELO! ── O grito dela dentro da minha mente me despertou do transe. ── Sei que pode achar normal e tudo mais, mas podemos ajudar sua irmã de outra forma. ── Era uma ordem. ── ... volte para o hotel! ── Chizuru-san deve ter percebido.

ㅤㅤOlhei para o palhaço. Minha expressão não era uma das melhores. E quero que ele grave bem o meu jeito de encara-lo. Pois irei assombrar até mesmo os sonhos mais belos dele depois que disser umas poucas e boas a ele.

ㅤㅤ── Vocês venceram. Mas não se esqueçam. A “Loucura está apenas começando” e vocês não imaginam do que sou capaz de fazer. Vou passar por todos vocês e isso não é uma promessa. Se é pra brincar com distorções de realidades e espaços-temporais, que assim seja!

ㅤㅤEntão, fecho os olhos. Respiro fundo. E permito que minha presença seja recolhida de volta para o País das Maravilhas, precisamente, no Vale dos Condenados. Foi uma forma rápida e imediata para mim sair daquele castelo sem que o local tentasse me pregar uma peça. No meu mundo mando apenas eu! E as forças ocultas que reinam naquele lugar teriam que batalhar muito para conseguirem atravessar o meu país de maravilhas distorcidas. Ali, no vale dos condenados, uma pequena vila de gnomos ex-trabalhadores do regime militar da Rainha Vermelha, me dirijo para uma arvore grande com uma abertura pequena e que só um coelho poderia caber. Tiro um pequeno frasco roxo de dentro do bolso com os dizeres: “Me beba” e dou uma golada nele. Começo a soluçar. Então, vou ficando pequena, pequena, pequenininha, do tamanho de uma mosquinha. Entro na passagem e subo um lance de escadas longo e longo.... soluçando e soluçando... No topo, vejo uma porta. Empurro ela e...

ㅤㅤ── Ai! ── Sai de dentro do guarda roupa do hotel, no quarto do papai. Ele e Chizuru-san já estavam me esperando ali.





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Re: The Book of Hermaeus * Enredo*

Mensagem  Yαgαмi Sєτsuŋα em Qua Jan 17, 2018 11:38 pm

HORAS ANTES DA OPERAÇÃO...



Logo após que a Ikari me disse como proceder no castelo, eu fui para casa de carro, fazendo outro percurso porque meu mapa dizia que tinha engarrafamento no cruzamento da 5th Ave com 2nd Street, o que era normal. Nunca consertavam aquela merda daquele sinal e sempre tinha batidas, engarrafamentos ou brigas de trânsito.
Levei cerca de 1 hora pra chegar em casa e ir tomar um banho decente. Ao sair, vesti uma regata branca, calças jeans presa por um cinto da Nike  e um tênis preto com branco. Claro, peguei a minha pistola calibre .40. Guardei ela dentro da calça, coberta pela regata pra que ninguém pudesse ver que eu estava armado.
Não sabia se seria útil, mas era melhor levar...


DURANTE A OPERAÇÃO...



Assim que adentrei ao castelo, segui aqueles três brutamontes pra dentro das dependências do local. Sempre que tinha um lugarzinho pra me esconder, eu me escondia. Entramos por uma porta e pude perceber que estávamos indo pro subterrâneo do castelo, onde a forma de construção do corredor era bem... antiga. Eu ia me escondendo ora atrás de barris, ora atrás de caixotes e sempre deixando os caras tomarem mais distância, certificando-me que não tinha Câmeras de Segurança no corredor, mas tinha cabos. ▬ Tem cabo pra caralho aqui... do que deve ser? ▬ Pensei enquanto olhava ao redor, seguindo a diante conforme eles se afastaram mais.
Logo mais a frente, notei que tinha algo diferente na parede e me escondi atrás de um barril e me certifiquei que os putos estavam mais a diante. Era uma janela. ▬ Vamos ver o que tem aí... ▬ Levantei um pouco a cabeça e pude ver várias pessoas controlando equipamentos de transmissão, cada um com uns 4 monitores pra cada. Num desses monitores eu reconheci alguém: Lilith Yagami, filha da minha noiva.
Mas... que porra é essa...? ▬ Deixei escapar a fala. Ela tava só de calcinha, muito vermelha provavelmente do vexame que ela estava passando e em outro monitor, Yue rindo muito. Não foi difícil imaginar o que tinha acontecido.

Esse moleque... é bom ele me explicar isso direitinho depois! ▬ Eu fiquei puto, mas não podia falar mais alto ou ia comprometer meu disfarce.

Meu primeiro pensamento foi entrar ali, enquadrar todo mundo e saber onde era aquela luta e como chegar até lá, mas olhei pros caras e notei que eles estavam quase sumindo. A bronca ia ter que esperar.
Segui os caras mais uma vez e deixei eles entrarem numa sala e ao saber que a porta foi batida, cheguei perto dela. ▬ "Sala de Descanso"? Isso não tá me cheirando bem... ▬ Aí, tive uma ideia foda: só sendo burro demais pra chegar "arrepiando" naquela sala sem saber se tinha mais gente ali ou se era uma armadilha. Eu precisava checar primeiro como ela aquela sala e sabia como, era hora de usar o...

BYAKUGAN!








Isso é tudo, pessoal!


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Por aqui e por ali...

Mensagem  General 3YE W.D. Gaster em Sex Mar 02, 2018 12:36 pm

=======  Por aqui...   =======

  O poder do Byakugan de Setsuna se ativava e já mostrava para ele algo que poucos veriam. O castelo tinha uma miríade de feixes de energia vermelha cristalina circulando por toda sua extenção, desde piso ao teto, sempre no fluxo de ir na direção da construção principal, obstruindo qualquer coisa que tivesse por trás das paredes. Naquele momento, uma voz arranhada e um pouco fina bem ao lado de Setsuna poderia ser ouvida:

- Com esses olhos você ja deve ter visto muita coisa,não é?

   Agachado bem ao lado de Setsuna, como se estivesse se escondendo também, estava um palhaço gordo com os trajes bem gastos. Sob o poder do Byakugan, o corpo do palhaço teria uma circulação de energia diferente, esverdiada, que parecia correr no sentido inverso do que ocorreria em uma pessoa normal. Ele olharia para Setsuna e daria uma risadinha assim que o garoto o notasse, acenando.



- Olá! - ele diria animado.

  O palhaço se levantava, apoiando-se em sua bengala. Ele tiraria a poeira dos joelhos com a mão desocupada, murmurando algo como "alguem precisa dar uma vassourada aqui". Ao terminar ele olharia para o rapaz.

- Hehehehe... Você é a segunda pessoa que me dá o trabalho de afastar de áreas restritas... Mas diferente da garotinha, você passou pela minha barreira temporal quase sem que eu percebesse...Hehehe...

 O palhaço dava uma risadinha e estalava os dedos. Por um momento, apenas uma brisa passou pelo túnel onde estavam. O palhaço então tirava a sua cartola e fazia uma breve reverência. Em uma de suas mãos daria para ver uma caneta tipo pincel atômico para quadro branco:

- Vou permitir que você saia do túnel sem empencilhos desta vez, gentleman. Mas lembre-se, ao descer por ali desavisado, você saltou quatro dias no tempo. hehehe...
- O palhaço põe de volta a sua cartola e some em uma explosão de conffetti e fumaça colorida por diversas cores.

 Se Setsuna se olhasse no espelho agora, notaria que em seu rosto haveria um monóculo e um bigode desenhados em seu rosto...

===== ...E por ali.=====

 Ao sair da Catedral Alquímica, Robo Fortune andava habilmente entre as sombras das colunas para se ocultar enquanto murmurava para se própria a música tema de "Missão Impossível". Ela havia se esgueirado para a área dos aposentos dos funcionários do parque. ao sair de uma coluna, porém, ela se depara com um peitoral armadurado, esbarrando.

 - Nya?

 Ao olhar para cima, ela se vê cara-a-cara com o cavaleiro e a menina que estavam observando a luta da Painwheel do outro lado da catedral. A menina arregala os olhos brilhantes, como se estivesse olhando para um novo brinquedo e dá leves puxões na capa do cavaleiro, que "nocauteia" Fortune com um choque elétrico vindo de sua mão direita...

.. Quando Robo-Fortune se reativa, ela se vê em uma sala cheia de aparelhagem eletrônica. Através de uma tela de vidro, era possível ver vários bonecos sob iluminação avermelhada em um ambiente isolado ao lado.



O seu corpo fora separado parte por parte, tendo a fita amarela-preta removida. A sua cabeça estava solta sobre a mesa. A garotinha estava lá, junto ao cavaleiro, examinando um dos calcanhares da felina robôtica. O cavaleiro estava apenas de pé enquanto a garotinha olhava a peça usando uma lente de aumento presa à mesa. Estranhamente, Fortune poderia ver nitidamente duas figuras translúcidas azuladas ao redor da garota: uma mulher e um homem, como se fossem fantasmas. Os arquivos dela poderiam facilmente reconhecer um padrão como os fantasmas que uma Skullgirl pode invocar, mesmo parecendo de uma natureza diferente, parecia ser bastante autêntico.

 Robo-Fortune olha ao redor e vê um duto de ventilação aberto perto de uma parede. Ela olha e vê que a garota e o cavaleiro não estão prestando atenção e faz sua cabeça rolar pela mesa. O barulho faz com que o cavaleiro começe a se virar. A felina robótica faz sua cabeça rolar e adentra na tubulação assim que o cavaleiro termina de se virar, percebendo que não havia nada abaixo da mesa, ele se vira e volta a olhar a menina. Dentro da tubulação, Robo-fortune ligava a luz de seus olhos e começava a rolar atrás do quarto da garota Painwheel...
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